23 de novembro de 2013

LIVROS DE D L MOODY




Talvez o maior evangelista depois do apóstolo Paulo, Moody, o sapateiro de Chicago escreveu algumas jóias literárias que já ultrapassaram os séculos e ainda são atuais, quem sabe foi porque ele foi influenciado pelo mesmo autor da bíblia sagrada, o Espírito Santo.














SINOPSE DO LIVRO MOODY – UMA BIOGRAFIA
Moody pregou para mais de cem milhões de pessoas nos Estados Unidos e Grã-Bretanha, e foi um grande evangelista do século XIX, um homem usado por Deus.


“Este é um dos poucos livros que considero leitura obrigatória para todos os cristãos.”
Luis Palau
“Moody é apresentado nesta obra como um ser humano cuja fé no Senhor o levou a realizar grandes obras para o Reino de Deus. A leitura agradável transmite entusiasmo, lança desafios e fortalece os leitores.”
Warren W. Wiersbe
“Ao chegar ao fim deste livro, o leitor terá a impressão de que conheceu Moody, ouviu suas palavras e já o cumprimentou com um aperto de mãos.”
The New York Times




sINOPSE DO LIVRO O SANGUE

“Toda pessoa deveria poder dar a razão da esperança que existe nela; e não creio que exista homem algum que possa dar razão de sua esperança mais alem da tumba e que seja estranho ao sangue de Cristo. Existem os que me dizem que eu apresento o plano de salvação demasiadamente fácil, e que é uma loucura dizer aos homens que eles podem ser salvos simplesmente confiando em Seu sangue expiatório. Não quero que ninguém creia no que eu digo, mas sim no que está em conformidade com as Escrituras; e a melhor maneira de aclarar isso é abrir a Bíblia e observar o que ela diz.”
D. L. Moody



SINOPSE DO LIVRO AS OITO COISAS QUE CRISTO REALIZARÁ

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
Mateus 11:28-30

“Desejo chamar vossa atenção para as oito coisas que Cristo realizará.
A primeira coisa é achada em Mateus 11: 28-30. Nunca vi uma pessoa que não quisesse descansar. Não existe homem ou mulher na face da terra que não precise de descanso. Lemos do rico que derrubou seus celeiros e edificou maiores e que
disse à sua alma: ‘Alma, descanse, tens muito armazenado’. Os comerciantes se esforçam dia e noite para amontoarem dinheiro, a fim de serem capazes de descansar. Os homens deixam suas famílias e amigos e dão a volta ao mundo para ganhar dinheiro, com a esperança de descansar. Os marinheiros enfrentam as ondas e ficam longe de casa durante meses para conseguir dinheiro a fim de que ele os leve ao descanso. De fato, se o descanso estivesse no mercado para ser comprado, haveria centenas de pessoas em Londres que o comprariam, até mesmo por preços muito altos, mas ainda que o dinheiro não o possa comprar, ao crer na palavra de Deus podemos obtê-lo sem dinheiro e sem preço.”
D. L. Moody


21 de novembro de 2013

LIVROS DE MARTYN LLOYD-JONES, o famoso pastor de Westmisnter




LIVROS DE MARTIN LOYD-JONES



Tenho lido obras sobre o Sermão do Monte durante os últimos trinta anos e, apesa de saber, e freqüentemente ter dito que o Dr. Martin é o maior expositor da Palavra de Deus em qualquer púlpito de língua inglesa nos dias de hoje, eu não estava preparado para o que estas páginas me apresentam.
 
Minha opinião é a de que temos neste volume, a mais profunda sondagem do coração de todas as exposições do Sermão do Monte já publicadas no século vinte.
Wilber M. Smith
 
Este livro apresenta uma análise profunda e pastoral feita por M. Lloyd-Jones acerca do Sermão do Monte, proferido pelo Senhor Jesus. ?As interpretações de M. Lloyd-Jones a respeito do Sermão do Monte são severas na análise da corrupção humana, da fraqueza e da inconsistência do cristão; elas apresentam um novo puritanismo em sua demanda por níveis elevados de vida cristã...?( Donald F. Ackland)
 
Martyn Lloyd-Jones (1899-1981) deixou uma promissora carreira na medicina para entrar no ministério de pregação em tempo integral, que culminou em seus trinta anos como ministro na Capela de Westminster, em Londres. Ele é considerado um dos principais mestres da Bíblia e tem grande influência entre os pregadores e escritores evangélicos de hoje.


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Aqui, o experiente servo do Senhor, chamado para ocupar tão nobre e árduo ofício, o de arauto, embaixador do Reino, pregador do evangelho, transmite humildemente aos pregadores e aspirantes ao ministério todo conhecimento que adquiriu ao longo dos anos, através da meditação nas Escrituras, estudo da história da igreja e de sua experiência pastoral.

Ele chama a atenção do pregador, lembrando que a pregação deve ser fiel, fruto de uma boa hermenêutica, exegese acurada, preparo diligente - estudo, sensibilidade, oração - entrega honrosa, feita por homens - no sentido pleno da acepção - honrados, vocacionados por Deus, chamados, , confirmados e ordenados pela igreja.
 
[...] O único instrumento mencionado nas Escrituras que o Espírito Santo usa para infundir fé no coração do eleito de Deus é a pregação. O texto de Romanos diz: Como ouvirão, se não há quem pregue? (Rm 10:14). Então, poderia se dizer: Bem, não há quem pregue, mas há quem cante, faça teatro, projete filmes... Contudo, o texto continua e diz: ...a fé vem pela pregação! E o apóstolo Pedro confirma, dizendo:...fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus... (1Pe 1:23).
 
O Dr. D. Martyn Lloyd-Jones, possivelmente um dos maiores pregadores da história da Igreja, no auge de sua maturidade, introduz uma série de palestras sobre a pregação, que mais tarde tornou-se este livro clássico, com as seguintes palavras, as quais credenciam sua obra e nos dão uma amostra da mente sábia e brilhante e do coração piedoso e humilde do veterano pregador: 
 


Sobre o autor
 
Dr. Martyn Lloyd-Jones, aos 23 anos de idade era Chefe Assistente Clínico de Sir Thomas Horder, o médico do rei da Inglaterra. Inesperadamente, aos 27 anos, Llody-Jones voltou à sua terra natal, o País de Gales, com o coração ardendo pela salvação de seus conterrâneos.
 
Alguns consideram sua radical mudança de carreira como algo romântico; outros disseram que era loucura. Contudo, de uma coisa Llody-Jones estava seguro: tal mudança não foi sacrifício nenhum. Eu não desisti de nada. Recebi tudo. Considero a maior honra a que Deus pode conferir a qualquer homem o chamá-lo para ser mensageiro do evangelho.
 
Depois de 12 anos de ministério no País de Gales, o Doutor, título pelo qual era afetuosamente conhecido, voltou para Londres, onde ocupou por mais de 30 anos o púlpito da Capela de Westminter.
 
Em 1981, o famoso pregador e servo do Senhor partiu para encontrar-se com Aquele que o chamara e capacitara, deixando-nos um legado que mantém vivos sua obra e ministério.





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Estes Livros são encontrados no site das editoras PES e editora Fiel e também na livraria Erdos


JESUS É O MESSIAS PROMETIDO PARA ISRAEL

Profecias Messiânicas Cumpridas
Mais de 300 Profecias das Escrituras Hebraicas Revelam Jesus como o Messias, O Cristo de Deus






Gênesis

1. O Messias nasceria da "semente de uma mulher."    [Gênesis 3:15a, Lucas 1:34-35].


2. O Messias derrotaria Satanás.                              [Gênesis 3:15b, 1 João 3:8].

3. O Messias padeceria ao reconciliar os homens com Deus.            [Gênesis 3:15c, 1 Pedro 3:18].

4. O Messias seria descendente de Sete.             [Gênesis 4:25, Lucas 3:23-38].
5. O Messias seria descendente de Sem. [Gênesis 9:26, Lucas 3:23-36].



6. O Messias seria descendente de Abraão.   [Gênesis 12:3, Mateus 1:1].
7. O Messias seria descendente de Isaque. [Gênesis 17:19, Lucas 3:23-34].
8. O Messias viria para todas as nações. [Gênesis 18:18b, Atos 3:24-26].



9. O Messias seria como um cordeiro de sacrifício.   [Gênesis 22:8, João 1:29].
10. O Messias seria sacrificado no mesmo monte onde Deus testou Abraão.          [Gênesis 22:14, Lucas 23:33].


 

11. O Messias abençoaria todas as nações. [Gênesis 22:18, Gálatas 3:14].
12. O Messias seria descendente de Jacó. [Gênesis 28:14a, Lucas 3:23-34].
13. O Messias viria para todos os povos. [Gênesis 28:14b, Gálatas 3:26-29].
14. O Messias seria descendente de Judá. [Gênesis 49:10a, Lucas 3:23-33].

15. O Messias seria Rei de Israel.           [Gênesis 49:10b, João 1:49].


 

16. A autoridade do Messias se estenderá a todas as nações.        [Gênesis 49:10c, Judas 1:25].
17. O Messias seria a "videira."                  [Gênesis 49:11, João 15:1-5].


19 de novembro de 2013

JOHN JASPER Se você é o que você era então você não é...




Reverendo
John Jasper
"Se você é o que você era,então você não é."
Em  apenas oito palavras, o pregador escravo John Jasper foi capaz de condensar toda a história espiritual do homem.
Destinado desde o nascimento para ser um homem de Deus - seu pai também era um pregador entre os escravos e  sua mãe costumava dizer que seu filho :
"não fazia nada a não ser cantar  louvores a Jesus"


 - Jasper resistiu o seu destino em cada passo do caminho.Quando jovem, sua vida estava longe de ser calma, ele amava as mulheres e bebidas alcoólicas e não fez segredo de seu gozo. Longe de ser divino, em vez disso, Jasper "serviu no exército de Satanás por 28 anos." ( Richmond Times)

Então, em um dia ensolarado, em 1839, ele foi relaxar  em um banco do parque, em Richmond, Virginia, quando, sem nenhum aviso, o Senhor Deus o feriu.
"O Senhor me tocou pela primeira vez no Capital Square", disse Jasper ", e saí de lá mal, praticamente aleijado."
Sua guerra com o céu durou seis semanas impiedosas. Deus prevaleceu!
"Meus pecados foram empilhados em mim como montanhas; meus pés estavam afundando para as regiões do desespero, e eu senti que de todos os pecadores  eu era o pior e eu pensei que eu iria morrer logo em seguida, e como eu supunha ser o meu último suspiro, clamei ao céu um grito de socorro ... "


Isso só foi a primeira de muitas batalhas para John Jasper. Daquele dia em diante, o foco de sua existência estava em compartilhar os ensinamentos de seu Senhor, mas ele tinha um obstáculo após o outro para superar.
Ele era negro. Ele era um escravo. Ele era analfabeto.
No entanto, ele começou a pregar regularmente,  primeiro em funerais e depois como ministro em várias igrejas, e quando as pessoas ouviram o que ele tinha a dizer, a demanda por seus serviços explodiu.
"Quando o irmão Jasper começou a cantar a igreja parecia estar indo para o céu em uma carruagem de fogo, eu podia ver tudo tão claro como o dia, e as pessoas iam louvando em alta voz e parecia que o mundo todo estava cantando ..." ( Virgínia Adams)
Depois veio a Guerra Civil, a queda de Richmond, e sua reconstrução.  ele então se tornou o primeiro negro a estabelecer uma igreja na Virgínia pós-guerra .
Nos domingos de manhã ele podia ser visto conduzindo uma procissão alegre até o rio James para o batismo, o seu maior batismo foi de 300 almas em um só dia.
Seu  sermão "O Sol se move", em que ele tentou usar referências bíblicas para provar que o sol se move no céu, o catapultou para a fama internacional, e também foi motivo de piada. No entanto, ele pregou esse sermão mais de 250 vezes.
Jasper era um orador maravilhosamente talentoso. Sua prédica era tão vívida que as pessoas na platéia  ficavam completamente enredadas em qualquer história que ele contasse.
A vida nunca passou sem problemas por Jasper. Além dos problemas inerentes a ser um homem negro no pós-guerra do Sul, ele suportou colegas invejosos, casamentos fracassados, e ridículo mundial de suas crenças religiosas. Mas ele persistiu. Mais do que isso, ele triunfou. Sua congregação havia aumentado em milhares, mais de um terço dos quais eram brancos.
As últimas palavras de Jasper disse, foram:


"eu terminei o meu trabalho. Estou a espera no rio, aguardando novas ordens."
Visitantes de todas as tendências religiosas vêm de todo o mundo para visitar o museu Jasper e ele continua sendo um herói da fé para toda Virgínia e sul dos EUA. 
Nancy B. Miner é um award-winning, fotojornalista freelance que vive em Fluvanna County, Virginia. 


"Deixem-me falar a vocês, quando eu era jovem e escravo eu não sabia nada sobre livros. Eles eram como mistérios selados para mim, mas pela bondade  do Senhor, conheci um amigo escravo que me ensinou a ler. No começo eu me esforçava muito para ler a bíblia, eu pulava as palavras compridas e parecia que aquilo nunca ia entrar em minha cabeça dura. Nunca me esquecerei deste grande companheiro que fez conhecer o Livro de Deus.”       John Jasper


“- Sete meses depois, Deus me converteu e eu suplicava para ele me fazer entender a Sua Palavra.
Depois disso, nada mais fiz na vida a não ser estudar e  pregar a palavra do Senhor.
Logo vi que tinha coisas lá muito profundas para o pobre Jasper e nem tentei entendê-las, porém o velho Jasper nunca saiu dos pés de Jesus, sim meu amigo, lá era o meu lugar.”
( texto extraído de seu sermão sobre o sol que parou na batalha de Josué )

Sua conversão e chamado: OH QUE DIA FELIZ! Nunca vou esquecer deste dia! Foi naquela gloriosa manhã que Deus me salvou e me enviou para pregar seu evangelho. Por mais de sessenta anos eu venho contando a velha história da cruz. Meus passos agora são lentos, minha voz se tornou fraca e algumas vezes eu me sinto muito cansado, mas ainda conto essa história de que Cristo morreu na cruz em meu lugar. Meus lábios sempre cantarão o amor e o sacrifício do cordeiro até meu último suspiro!
!

A BÍBLIA: A Bíblia é como um campo com  diamante. Algumas verdades estão por cima, fáceis de encontrar, outras você precisa cavar um pouco mais. Eu ainda não peguei todos eles, por isso continuo cavando...

5 de novembro de 2013

George Scott Railton - Grande Comissário do Exército da Salvação

George Scott Railton
George Scott Railton foi um dos pioneiros que ajudaram a formar o caráter do Exército de Salvação.
O filho de um pastor metodista, ele perdeu ambos os pais de febre, quando ele tinha 15 anos. O jovem George porém estava em  busca de algo que era mais parecido com o velho metodismo de John Wesley.  Foi então que ele encontrou o trabalho da Missão Cristã de William Booth, o exército da salvação.
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Em 1880. Railton, que sempre teve um desejo para o trabalho missionário, convenceu Booth a começar um trabalho missionário  em Nova York e ali fundou o abençoadíssimo Exército da Salvação Americano. 


Railton foi inspirado pelo espírito missionário em um sentido muito mais amplo do que é geralmente entendida. Ele era um missionário não para uma província, terra ou pessoas, mas para o mundo.
George Scott Railton
SETE PRINCÍPIOS DE UMA VIDA CONSAGRADA


Existiram sete princípos que moldaram a vida deste grande homem de Deus e esses princípios continuam a ser o centro da vida de muitos ministérios do exército da salvação.
1. Descanse na providência de Deus
2. Tenha uma poderosa concepção do mal que  o  pecado traz.



3. Tenha confiança que Deus pode resolver todos os problemas
4. Busque uma fé simples no sangue de Jesus e na sua morte a nosso favor

5. Ame o pobre e as pessoas em sua volta
6. Adquira grande rejeição pelos seus próprios interesses

7. Esteja sempre buscando novos métodos para levar as pessoas a Deus


3 de novembro de 2013

Johannes Geerhardus Vos -- Escritor reformado







Johannes Geerhardus Vos: Oitavo Mandamento versus Comunismo



“1. Qual é o alcance geral do oitavo mandamento?

O alcance geral do oitavo mandamento é o respeito à santidade da propriedade, da mesma sorte que o sexto impõe respeito à santidade da vida e o sétimo, à santidade do sexo. A propriedade ou a riqueza é criada por Deus e confiada ao homem para o seu uso na glorificação e no serviço de Deus. É, portanto, um compromisso administrativo atribuído ao homem e por isso tem de ser respeitado. O oitavo mandamento, portanto, requer não apenas que nos guardemos de roubar o bem do nosso próximo, mas que conquistemos e conservemos o nosso.


2. A Bíblia autoriza a propriedade privada?

Sim. A posse da propriedade privada, no estado pecaminoso em que a humanidade existe desde a queda, é necessária para que uma vida possa glorificar e gozar a Deus. A propriedade privada fundamenta-se não na mera invenção ou costume humanos, mas na lei moral de Deus. Está definitivamente autorizada pelo oitavo mandamento – “Não furtarás” – o qual só fará sentido se houver por trás dele uma ordenação divina para a propriedade privada. Mesmo fora da Bíblia, a revelação natural ensina a todos os homens que roubar é errado. Está profundamente equivocado quem hoje pensar que a propriedade privada é malígna. Os males que ele têm em mente procedem não da propriedade privada em si mesma, ma dos abusos da propriedade privada.


3. À luz da Bíblia, que devemos pensar do comunismo?

Segundo o que a Bíblia ensina, o comunismo é errado no seu princípio. Não é errado meramente em alguns de seus aspectos ou práticas, ou por causa dos abusos a ele associados, mas é errado e maligno na sua idéia fundamental. Se pudéssemos imaginar um “perfeito” estado de comunismo, em que não houvesse tirania, campos de concentração, polícia secreta, propaganda política, nem censura de informações, ele ainda seria inerentemente pecaminoso e maligno. O capitalismo viola a lei moral de Deus pelos males e abusos a ele vinculados; o comunismo viola a lei moral de Deus por sua própria natureza e idéia fundamental. O princípio do comunismo é a posse coletiva da propriedade imposta pelo Estado. Isso pressupõe que a posse particular do indivíduo é um mal que só pode ser tolerado em pequena escala, como uma concessão à natureza humana. Isso é contrário à Bíblia, que ensina que a propriedade privada é um direito dado por Deus. O ser humano individual, como portador da imagem de Deus, deve ter o direito à propriedade privada e a aquisição de riqueza, se for para desenvolver a sua personalidade conforme o propósito de Deus e para o glorificar plenamente na sua relação com o seu ambiente. A imagem de Deus no homem abrange a implicação de que o homem deve ter o domínio sobre a Terra (Gn 1.27-28); mas o homem é essencialmente um indivíduo, com alma e consciência individuais, com competências e habilidades individuais, com esperança e desejos individuais.
O comunismo procura fundir o indivíduo à massa da humanidade e isso envolve o sacrifício do elemento essencial da personalidade do homem, como portador individual da imagem divina e mordomo de Deus com domínio sobre uma parcela da criação de Deus. O comunismo assume que o indivíduo existe por causa da massa, da sociedade, mas isso é contrário à Palavra de Deus, a qual nos ensina que a sociedade e todas as instituições sociais existem por causa do indivíduo, para que ele possa alcançar o propósito divino da sua vida e assim glorificar a Deus. É o indivíduo quem possui uma alma imortal, uma consciência e a capacidade para a comunhão com Deus. Essas coisas sobreviverão a esse mundo e existem para sempre. Elas é que dão dignidade e valor reais à vida humana. Qualquer sistema que considere o ser humano individual como sem importância e busca amalgamá-lo à massa supostamente pelo bem-estar da “sociedade” é fundamentalmente errado e anticristão. Isso se aplica tanto à propriedade coletiva compulsória quanto às outras subversões da individualidade da personalidade humana.


4. Segundo registra Atos (2.44; 4.32-37), a igreja primitiva não praticava o comunismo?

É verdade que existia um tipo de “comunismo” na igreja de Jerusalém, mas era totalmente diferente do comunismo que existe hoje. Deve-se observar que (a) era voluntário e não compulsório, como mostram as palavras de Pedro a Ananias em Atos 5.4; (b) era parcial e não total, como demostra o fato de que a casa de Maria, mão de João Marcos, não for a vendida; (c) logo surgiu uma murmuração acusatória de que as rações de comida não
estavam sendo distribuídas de modo justo (At 6.1); (d) isso foi apenas temporário, sendo descontinuado mais tarde, provavelmente no tempo da grande perseguição que seguiu ao martírio de Estevão, quando os crentes se espalharam a partir de Jerusalém (At 8.1-4); (e) não há a menor indicação de que tenha sido implantado algum “comunismo” assim em nenhuma das igrejas estabelecidas pelos apóstolos, além da igreja de Jerusalém. É claro, portanto, que o “comunismo” temporário da igreja em Jerusalém não era uma questão de princípio, mas de contigência em face das condições peculiares àquele tempo e lugar. É extremamente insensato, antibíblico e anti-histórico apresentar o estado temporário das ocorrências na igreja de Jerusalém como análogo ao comunismo moderno, ou como um padrão a ser imitado pelos crentes em Cristo de todos os lugares.