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23 de junho de 2019
27 de junho de 2018
PORQUE TARDA O AVIVAMENTO De Leonard Ravenhill
Parte da introdução do livro:
PORQUE TARDA O AVIVAMENTO
De Leonard Ravenhill
Para
se ter uma vida vitoriosa dois elementos são indispensáveis: visão e fervor.
Alguém
já advertiu que não devemos estar tão envolvidos com o céu a ponto de sermos
totalmente inúteis na terra.
Irmãos, se fôssemos tão eficientes na tarefa de
enriquecer nossa alma quanto o somos na de cuidar de nossos interesses
pessoais, constituiríamos uma ameaça para o diabo.
Ter visão sem missão, tornanos visionários;
ter missão sem visão, leva-nos a trabalhar demais; ter visão e missão faz de
nós missionários. E é mesmo. Isaías teve uma visão no ano da morte do rei
Uzias. Talvez haja alguém à nossa frente, impedindo que tenhamos uma visão
ampla de Deus. O preço a ser pago pelo crescimento espiritual é bastante
elevado, e, às vezes, doloroso também. Você estaria preparado para ter uma
visão a esse preço — a perda de um amigo ou de sua carreira? E para essa
transformação de alma não se oferecem descontos especiais. Ninguém vai além da visão que tem. Teólogos
intelectualizados não têm condições de romper a cortina de ferro da superstição
e das trevas por trás das quais, há milênios, estão perecendo milhões e milhões
de indivíduos. Talvez só homens com menos intelecto, mas com uma visão maior,
sejam capazes disso

É possível que Deus esteja mais irado com os países de
formação protestante como Estados Unidos e Inglaterra, do que com os
comunistas. Acha essa afirmação absurda? Então pense seriamente no seguinte. Na
Rússia há milhões de indivíduos que nunca tiveram uma Bíblia e nunca assistiram
a um programa evangélico na televisão ou no rádio. Se pudessem ir a uma igreja,
iriam de bom grado
Houve certa vez um criminoso de nome Charlie Peace. Não
tinha respeito nem pelas leis de Deus nem pelas dos homens. Mas afinal um dia
foi preso e condenado à morte. No dia de sua execução, foi levado ao corredor
da morte na penitenciária de Armley, Leeds, na Inglaterra. À sua frente ia o
capelão da prisão, lendo versículos da Bíblia em voz monótona e desinteressada.
O criminoso tocou-lhe no ombro e indagou o que estava lendo. “O “Conforto da
Religião”, replicou o sacerdote”. Charlie Peace ficou chocado de ver como ele
lia aqueles textos acerca do inferno de maneira tão mecânica. Como alguém podia
ser tão frio, a ponto de conduzir outro para a forca, sem emoção alguma,
lendo-lhe palavras sobre um abismo profundo no qual o condenado estava prestes
a tombar? Será que aquele pregador cria de fato que existe o fogo eterno, que
arde incessantemente, e nunca consome suas vítimas, já que lia tudo sem ao
menos estremecer? Seria humano um indivíduo capaz de dizer a outro friamente:
“Você estará morrendo eternamente, sem nunca conhecer o alívio que a morte
poderia dar-lhe?” Aquilo foi demais para Peace, e ele se pôs a pregar. Veja só
o sermão que pregou no próprio instante em que caminhava para o inferno.
“Senhor”, disse, dirigindo-se ao capelão, “se eu acreditasse nisso em que você
e a igreja dizem crer, andaria por toda a Inglaterra, só para salvar uma alma,
e, se preciso fosse, iria de joelhos, mesmo que a superfície dela fosse
Um bom estímulo para nossa alma seria permanecermos
trementes na presença desse Deus santo, todos os dias, antes de sairmos para o
trabalho. Aquele que teme a Deus, não teme os homens. O que se ajoelha diante
de Deus, não se curva em nenhuma situação. Se tivéssemos diariamente uma visão
desse Deus santo, iríamos sentirnos deslumbrados diante de sua onipresença,
extasiados ante sua onipotência, silenciosos diante de sua onisciência e quebrantados
diante de sua santidade. E a santidade dele se tornaria nossa. A maior vergonha
de nossos dias é que a santidade que ensinamos é anulada pela impiedade de
nosso viver. “Um pastor de vida santa torna-se um instrumento poderosíssimo nas
mãos de Deus”, disse Robert Murray McCheyne.
Antes de Isaías passar pela experiência descrita no
capítulo 6 de seu livro, ele proferiu uma série de “ais”, para diversas
pessoas. Mas, naquele momento, ele viu a si mesmo e disse: “Ai de mim!” “Sou
eu, sou eu mesmo, Senhor, quem está precisando de oração”, diz um hino “negro
espiritual”. E como isso é verdade! Será que não há quadros com imagens impuras
pendurados nas paredes de nossa mente? Não haverá alguma impureza escondida em
algum cantinho de nosso coração? Será que poderíamos convidar o Espírito Santo
para caminhar conosco de mãos dadas, pelos corredores dele? Não haverá em nós
intenções ocultas, motivações secretas e quartos fechados cheios de toda sorte
de impurezas, a controlar nossa alma? Em cada um de nós existem três pessoas: a
que nós achamos que somos, a que os outros pensam que somos, e a que Deus sabe
que somos. Literalmente somos muito condescendentes com nós mesmos, e por
demais rigorosos com os outros, a não ser quando estamos buscando intensamente
a verdadeira vitória espiritual. O “eu” ama o “eu”, embora se diga a respeito
de São Geraldo Magela que, pela graça de Deus, “ele amava a todas as pessoas,
menos Geraldo Magela”. Que belo exemplo para nós! Mas, na maioria das vezes,
escondemos de nós mesmos nosso verdadeiro ser, para que não fiquemos enojados
ante a realidade. Vamos pedir a Deus que seu penetrante olhar localize esse
corrupto, impuro e malcheiroso ego, para que ele seja arrancado de nós e
“crucificado com ele... (para que) não sirvamos o pecado como escravos” (Rm
6.6).
5 de junho de 2018
COM TUDO O QUE POSSUIS ADQUIRE A UNÇÃO - LEONARD RAVENHILL
Na igreja moderna, a reunião de oração
é uma espécie de Cinderela. Essa serva do
Senhor é desprezada e desdenhada porque não se adorna com as pérolas do
intelectualismo, nem se veste com as sedas da Filosofia; nem se acha ataviada
com o diadema da Psicologia. Mas se apresenta com a roupagem simples da
sinceridade e da humildade, e por isso não tem receio de se ajoelhar.
E uma pregação dessas pode sensibilizar as pessoas; mas
a oração move o coração de Deus. A pregação toca o que é temporal; a oração, o que é eterno. O
púlpito pode ser uma vitrine onde expomos nossos talentos; o aposento da
oração, pelo contrário, desestimula toda a vaidade pessoal.
A grande tragédia
de nossos dias é que existem muitos pregadores sem vida, no
púlpito, entregando sermões sem vida, a
ouvintes sem
vida. Que lástima!
Tenho constatado um fato muito estranho que ocorre até
mesmo em igrejas fundamentalistas: a pregação sem unção. E o que é unção? Não
sei. Mas sei muito bem o que é não ter unção (ou pelo menos sei quando não
estou ungido). Uma pregação sem unção mata a alma do ouvinte, em vez de
vivificá-la. Se o pregador não estiver ungido, a Palavra não tem vida. Pregador, com tudo que possuis, adquire unção.
Irmão, nós
poderíamos ter a metade da capacidade intelectual que possuímos se fôssemos
duas vezes mais espirituais. A pregação é uma tarefa espiritual. Um sermão
gerado na mente só atinge a mente de quem a ouve. Mas gerada no coração, chega
ao coração. Um pregador espiritual, sob o poder de Deus, produz mentalidade
espiritual em seus ouvintes.
Que febre de
construção de templos estamos presenciando hoje. No entanto, sem pregadores
ungidos, o altar dessas igrejas não verá pecadores rendidos a Cristo.
Suponhamos que todos os dias diversos
pescadores saiam para o alto-mar com seus barcos, levando o mais moderno
equipamento que existe para o exercício desse ofício, mas retornem sempre sem
apanhar um só peixe. Que desculpa poderiam dar para tal fracasso? No entanto é
isso que acontece nas igrejas. Milhares delas estão abrindo as portas
dominicalmente, mas não vêem conversão. Depois tentam encobrir sua esterilidade
interpretando textos bíblicos a seu bel-prazer. Mas a Bíblia diz: “Assim será a
palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia…”
E o mais triste em
tudo isso é que o fogo que devia haver nesses altares encontra-se apagado ou
arde em combustão muito lenta. A reunião de oração está morrendo ou já morreu.
Com a atitude que temos em relação à oração, estamos dizendo ao Senhor que o
que ele começou no Espírito, nós terminaremos na carne.
Qual é a igreja que pergunta a um candidato ao ministério
quanto tempo ele passa diariamente em oração? A verdade é que o pregador que
não passa pelo menos duas horas por dia em oração, não vale um vintém, por mais
títulos que possua.
A igreja hoje se
acha como que postada na calçada assistindo, entre aflita e frustrada, à parada
dos maus espíritos de Moscou, que marcham pomposamente no meio da rua
respirando ameaças contra “tudo que é amável e de boa fama”. Além disso, no
lugar da regeneração, o diabo colocou a reencarnação; no lugar do Espírito
Santo, os espíritos-guias; no lugar do verdadeiro Cristo, o anticristo.

E o que a igreja
tem para contrapor aos males do comunismo? Onde está o poder espiritual? A
impressão que se tem é que, ultimamente, uma forte sonolência tomou o lugar da
oposição religiosa, nos púlpitos e também nas publicações evangélicas.
Chega dessa
pregação estéril, espiritualmente vazia, que é ineficaz, porque foi gerada num
túmulo e não num ventre, e se desenvolveu numa alma sem oração, sem fogo
espiritual!
É possível alguém pregar e ainda assim se perder; mas é
impossível orar e perecer. Se Deus nos chamou para o seu ministério, então,
prezados irmãos, insisto em que precisamos de unção. Com tudo que possuis, adquire a unção, senão
os altares vazios de nossas igrejas serão exemplos vivos de nosso
intelectualismo ressequido.
Leonard Ravenhill (1907-1994) foi um escritor e evangelista cristão britânico que focalizava
em assuntos como oração e avivamento. É mais conhecido por desafiar a igreja
moderna e seu mais notável livro é “Por Que Tarda o Pleno Avivamento?” Amigo
próximo do pastor e escritor A.W. Tozer. Através de seu ensino e de seus
livros, Ravenhill abordou as disparidades que ele percebia entre a Igreja do
Novo Testamento e a Igreja moderna e apelou para a adesão aos princípios do
reavivamento bíblico.
Capítulo do Livro “Por Que Tarda O Pleno Avivamento.
A Fé Ri das Impossibilidades por Leonard Ravenhill
por
Leonard
Ravenhill
Pedro na prisão! Que abalo!
Estamos muito longe da cena real para
capturar a atmosfera de horror que os Cristãos sentiram neste dia.
Pedro foi movido do Pentecostes para a
prisão, dos insultos para a lança. Ele foi guardado por dezesseis soldados.
Pergunte a si mesmo o porque de um homem indefeso necessitar de um semelhante
grupo para vigiá-lo. Poder-se-ia ser que Herodes temeu o sobrenatural, visto
que ele soube que Jesus escapou de um grupo semelhante que O guardava?
Se Pedro tivesse sido cercado por cento
e dezesseis soldados, o problema não seria aumentado nem a fuga seria menos
certa. Pedro não estava confinado somente pelas duas correntes, mas também
pelas grossas paredes da prisão, pelas três divisões da prisão e finalmente por
um portão de ferro.
Quando Pedro estava na prisão, a igreja organizou
um plano para libertá-lo? Não. Quando Pedro estava encarcerado, os crentes
ofereceram uma petição a Herodes ou sugeriram um preço para oferecer aos
legisladores para sua liberdade? Não. Pedro tinha libertado outros na hora da
oração; agora outros deveriam crer na sua libertação.
Com freqüência através do livro
de Atos, que poderia ser chamado Os Atos da Oração, encontramos
oração e mais oração. Escave no livro e descubra este poder que motivava a
igreja primitiva. No capítulo doze de Atos encontramos um grupo que orava.
Apesar de um exército acampado contra Pedro, nisto aqueles crentes confiavam:
havia um Deus que poderia e que livraria. A operação de resgate que nunca
falhou foi a oração. Não havia limites nas orações daqueles que fizeram
intercessão por Pedro. A oração era feita sem cessar pela igreja à Deus por
ele. Eles não estavam preocupados se Herodes morreria ou não. Eles não oraram
para que eles pudessem escapar do destino de Pedro. Eles não pediram que eles
tivessem outro êxodo para uma nação mais hospitaleira. Eles oraram por uma
pessoa: Pedro. Eles oraram por uma coisa: sua libertação. A resposta provou o
prometido: "E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis".
Alguns pobres intérpretes desta
história têm disto que quando aqueles que oravam ouviram que Pedro estava à
porta, não acreditaram. Eu não posso aceitar esta suposição. Estou certo de que
eles oraram com esperança. Eu gosto de pensar que eles ficaram por um momento
chocados com a instantaniedade da resposta. Eles poderiam ser escusados se
tivessem levantado suas sobrancelhas quando Pedro disse: "Eu escapei facilmente
com a escolta de um anjo" (Próxima vez que você passar na porta mágica
automática em seu supermercado, lembre-se que a primeira porta a abrir-se de
seu próprio acordo foi funcionada de cima!).
Libertações operadas por anjos
parecem não encontrar lugar na nossa teologia moderna. Talvez gostaríamos que o Senhor respondesse
nossas orações com o mínimo embaraço para nós. Além do mais, quem esperará que
as filas angelicais sejam perturbadas para trazer libertação a uma alma que
ora? Porém,
aconteceram resultados sobrenaturais para muitos dos santos que oravam nos dias
apostólicos. O Senhor usou um terremoto devastador para a libertação do
apóstolo. A oração é uma dinamite.
Não há nenhuma arma fabricada contra a
oração que possa neutralizá-la. Algumas coisas podem atrasar as respostas à
oração, mas nada pode parar o supremo propósito de Deus. "Se tardar,
espera-o".
O primeiro requerimento na
oração é crer.
- Crer que Deus está vivo e que, portanto tem poder não somente para a libertação de Pedro, mas também para a nossa.
- Crer que Deus é amor e que Ele tem cuidado dos Seus.
- Crer que Deus é poder e, portanto nenhum poder pode opor-se a Ele.
- Crer que Deus é verdadeiro e, portanto não pode mentir.
- Crer que Deus é bom e que Ele nunca abdicará Seu trono ou falhará em Sua promessa.
Refletindo sobre a história de Pedro,
fui repreendido, humilhado, envergonhado e atormentado. Por que? Porque há
grandes santos de hoje em dia, Watchman Nee por exemplo, que por anos têm
sofrido e têm permanecido cativos pelos comunistas e outros.
Muitos dos santos de hoje estão
quietos na prisão. O mesmo destino tem sucedido a algumas testemunhas
escolhidas de Deus no Vietnã e em Congo.
Tais perigos a outros membros do
Corpo demandam preocupação, concentração e consagração para um plano
comprometido de oração em favor deles. Eu temo que orações não têm sido feitas
a Deus sem cessar por estes sofredores membros da família.

O Sr. Bunyan nos mostra seu Cristão
cativo pelo Gigante Desespero no Castelo da Dúvida. A chave para sua libertação
foi Promessa. Nós Cristãos estamos no cativeiro em muitos níveis hoje pessoais,
domésticos, da igreja e de iniciativa missionária. Mas as correntes se quebram
e as masmorras caem quando a oração é feita pela igreja à Deus:
- Oração sem cessar;
- Oração que destrói nossa situação atual;
- Oração que nos drena de qualquer outro interesse;
- Oração que nos emociona por suas imensas possibilidades;
- Oração que veja Deus como Aquele que do alto governa, Todo-Poderoso para salvar;
- Oração que ria das impossibilidades e grite: "Será feito";
- Oração que veja todas as coisas debaixo dos Seus pés [de Deus];
- Oração que é motivada com o desejo pela glória de Deus.
- Oração que destrói nossa situação atual;
- Oração que nos drena de qualquer outro interesse;
- Oração que nos emociona por suas imensas possibilidades;
- Oração que veja Deus como Aquele que do alto governa, Todo-Poderoso para salvar;
- Oração que ria das impossibilidades e grite: "Será feito";
- Oração que veja todas as coisas debaixo dos Seus pés [de Deus];
- Oração que é motivada com o desejo pela glória de Deus.
A oração de um crente pode tornar-se um
ritual. O lugar da oração é mais do que território onde atiremos todas nossas
ansiedades, preocupações e temores. O lugar da oração não é um lugar para
deixar cair uma lista de compras diante do trono de um Deus com infinito
suprimento e ilimitado poder.
Eu creio que o lugar da oração não
seja somente um lugar onde eu perca meus fardos, mas também um lugar onde eu
receba um fardo. Ele compartilha meu fardo e eu compartilho a Seu fardo.
"Meu jugo é suave e meu fardo é leve". Para conhecer este fardo,
devemos ouvir a voz do Espírito. Para ouvir esta voz, devemos calar e saber que
Ele é Deus.
Esta hora calamitosa nos assuntos dos
homens demanda uma igreja mais saudável do que a que temos. Esta manifestação
evidente do mal na juventude e na violação dos mandamentos de Deus por todo o
mundo requer uma fé que não recua. (Pedro na prisão)
Podemos deixar nossas espadas de oração
enferrujadas nas bainhas da dúvida? Poderemos deixar nossas desentoadas harpas
de oração penduradas nos salgueiros da descrença?
-
Se Deus é um Deus de inigualável poder e inacreditável força,
- Se a Bíblia é a imutável Palavra do Deus vivo,
- Se a virtude de Cristo é tão nova hoje como quando Ele primeiro fez a oferta de Si mesmo a Deus depois de Sua ressurreição,
- Se Ele é o único mediador hoje,
- Se o Espírito Santo pode nos ressuscitar como Ele fez como nossos pais espirituais, Então todas as coisas são possíveis hoje.
- Se a Bíblia é a imutável Palavra do Deus vivo,
- Se a virtude de Cristo é tão nova hoje como quando Ele primeiro fez a oferta de Si mesmo a Deus depois de Sua ressurreição,
- Se Ele é o único mediador hoje,
- Se o Espírito Santo pode nos ressuscitar como Ele fez como nossos pais espirituais, Então todas as coisas são possíveis hoje.
Os mares estavam agitados, os ventos
estavam uivando, os marinheiros estavam chorando, os mastros estavam voando, as
estrelas estavam escondendo-se. As pessoas estavam encolhendo-se e gritando,
gemendo e suspirando. Somente um homem estava louvando. Todos estavam esperando
a morte, exceto Paulo. No meio de uma cena de desespero, se alguma vez houve
uma, Paulo clamou: "Senhores, eu creio em Deus" (Atos 27).
Como as coisas parecem estar totalmente
diferentes estes dias, eu vou me unir a Paulo. Eu vou dizer com fé:
"Senhores, eu creio em Deus". Você se unirá a mim?
Traduzido por: Felipe Sabino de Araújo Neto
Cuiabá-MT, 12 de Março de 2003.
Cuiabá-MT, 12 de Março de 2003.
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