16 de maio de 2015

SUSANA WESLEY CONSELHOS DE UMA MÃE QUE MUDOU A INGLATERRA









Susana Wesley foi a mãe de John Wesley, o fundador do metodismo no século XVIII. Essa nobre mãe, que teve dezenove filhos, desenvolveu essas regras para educação dos seus filhos há mais de duzentos anos, e ainda hoje nos são tão úteis.
Conselhos de Susana Wesley para educação de filhos:
1. Não permita que as crianças comam entre as refeições
2. Coloque todas as crianças na cama por volta das 20h
3. Faça-as tomar remédio sem reclamar
4. Reprima a teimosia nas crianças e, desse modo, trabalhe com Deus para salvar a alma delas
5. Ensine cada uma delas a orar tão logo comecem a falar
6. Faça que todas fiquem em silêncio durante a adoração familiar
7. Não lhe dê nada que peçam chorando, apenas ao que pedem de maneira polida
8. Para evitar mentiras, não puna a falta que é confessada e da qual se arrependem
9. Nunca permita que um ato pecaminoso fique sem punição
10. Nunca puna duas vezes a criança por uma simples ofensa
11. Elogie e recompense o bom comportamento
12. Toda tentativa de agradar, mesmo que fraca, deve ser elogiada
13. Preserve o direito de propriedade, mesmo nos menores assuntos
14. Cumpra com rigor todas as promessas feitas
15. Não exija que uma criança trabalhe antes que saiba ler
16. Ensine as crianças a temerem a vara


 



Certa vez, quando seu marido lhe perguntou exasperado: “Por que você se assenta aí ensinando esta mesma lição pela vigésima vez a essa criança medíocre?” ela respondeu calmamente: “Se tivesse me satisfeito em mencionar esse assunto somente dezenove vezes, todo o esforço teria sido em vão. Foi a vigésima vez que coroou todo o trabalho.” Já um homem famoso, seu filho John Wesley lhe implorou para que escrevesse alguns detalhes da criação de seus filhos, ao que ela consentiu relutantemente. Ela confessou:

 “Ninguém pode seguir o meu método, se não renunciar o mundo no sentido mais literal. Há poucos, se houver que devotariam cerca de vinte anos do primor de sua vida na esperança de salvar as almas dos seus filhos.”

 
Estamos falando de uma incrível mulher da classe média inglesa que foi o suporte espiritual do grande despertamento religioso na Inglaterra. Seu nome era Susana Wesley, a mãe de John e Charles Wesley.
Ela começava a treinar seus filhos tão logo eles nasciam por um método de vida bastante rigoroso. Desde o nascimento ela também começava a treinar suas vontades, fazendo-os perceber que deveriam obedecer aos seus pais. Eles eram até mesmo ensinados a chorar baixinho e a beber e a comer apenas o que lhes fosse dado. Comer e beber entre as refeições nunca era permitido, a não ser que estivessem doentes.

Às seis, tão logo as orações familiares estivessem terminado, eles jantavam. Às oito, eles iam para a cama devendo dormir imediatamente. “Não era permitido em nossa casa”, esta mãe informa, “assentar-se perto da criança até que ela adormecesse”. O grande ruído que muitas de nossas crianças fazem era raramente ouvido na casa dos Wesleys.  Risos e brincadeiras, no entanto, eram sons habituais. O bem-estar espiritual de seus filhos interessava muito a Susanna. Ela deu-lhes uma apreciação das coisas do Espírito e levou avante este ensinamento até seus anos de maturidade.

Mesmo já idosa, seu filho John ainda vinha até a sua devota mãe por conselhos. Não apenas para os metodistas mas para todo o mundo Susanna Wesley deu uma nova liberdade de fé, um novo brilho de religião vital e uma nova intimidade com Deus. Não é de se admirar que esta mãe que tão frequentemente orava, “dá-me graça, oh Senhor, para ser uma cristã verdadeira”, produzisse um grande cristão como John Wesley. “Ajuda-me, Senhor”, ela orava, “a lembrar que religião não é estar confinada à igreja ou a um cômodo, nem se exercitar somente em oração e meditação, mas é estar sempre na Tua presença”.

 
Em outubro de 1735, a convite do General James Oglethorpe, fundador da Colônia da Geórgia, nos Estados Unidos, John e Charles Wesley foram até lá como missionários aos índios e colonizadores. Susanna se despediu de seus filhos, e ao fazê-lo, John expressou sua preocupação em deixar sua mãe idosa. Mas ela respondeu: “Tivesse eu vinte filhos, eu me alegraria que todos eles fossem assim empregados, mesmo que nunca mais os visse.” Ao retornar à Inglaterra, John reassumiu suas pregações em todo o país. Anos depois, Susanna teve o imenso gozo de o ouvir pregar noite após noite a céu aberto, a uma congregação que cobria toda a encosta de Epworth. Ele se lembrava das reuniões de sua mãe em Epworth quando a ouvia pregar nas noites de domingo para duzentos vizinhos que se aglomeravam na residência pastoral.

Quando os metodistas alcançaram pleno vigor, a vida de Susanna chegou ao fim. Enquanto pregava em Bristol num domingo de Julho de 1742, John foi avisado que sua mãe estava enferma e retornou às pressas. Na sexta-feira seguinte ela despertou do sono para clamar: “meu querido Salvador, Tu estás vindo me socorrer nos meus últimos momentos de vida?” Mais tarde, naquele dia enquanto seus filhos estavam ao redor de seu leito, ela disse: “filhos, tão logo eu tenha sido transferida, cantem um salmo de louvor a Deus”. Ela morreu no local onde a primeira Capela Metodista foi aberta e foi sepultada no cemitério ao lado oposto onde trinta e cinco anos mais tarde, seu filho John construiria sua famosa capela. Certa vez, John mencionou sobre aquele funeral: “Foi uma das reuniões mais solenes que eu já vi, ou esperei ver, neste lado da eternidade.”


Pepitas de ouro de Susanna Wesley (Alguns dos métodos que ela utilizou como mãe).
 - Susanna mantinha um horário rigoroso em seu lar, e era disciplinada e metódica na direção de suas atividades diárias.
 - Seus filhos eram ensinados sobre a importância da confissão. Quando eles faziam algo errado e confessavam completamente, ela não os punia, mas os louvava por sua honestidade.
- Ela sempre recompensava a obediência.
 - Quando era necessário disciplinar seus filhos, Susanna era moderada e gentil, mas muito consistente. Ela nunca permitia ser manipulada por seus choros.
 -Respeito pelos outros era uma obrigação. A nenhuma das crianças era permitido invadir a propriedade de um irmão ou irmã por mais insignificante que fosse. Um centavo ou vinte e cinco centavos não podiam ser tocados se eles pertencessem a outrem.
 - Todas as promessas feitas tinham que ser mantidas.
 - Susanna não permitia que as crianças deixassem a casa sem permissão.
 - Conferências semanais eram realizadas com cada filho, e ela os tratava de acordo com seus temperamentos individuais. (Susanna gastava duas horas ininterruptas todas as noites de quinta-feiras com John Wesley).
- Exercícios religiosos eram dados às crianças cedo e a noite. Todos eram ensinados a orar em alta voz, e a oração do Senhor era repetida cada manhã e noite.
- As crianças liam alto as escrituras todas as noites. Os filhos mais velhos liam para os mais jovens, e grande parte da noite era gasta cantando. - Orações com toda a família eram realizadas todas as manhãs. “Suzana Wesley” um exemplo de mãe, verdadeiro amor e determinação


ORAÇÃO no Dia do Senhor, de Susana Wesley:

“Oh Senhor!, como poderíamos suportar as preocupações e afãs da vida, se não fosse pela reconfortante quietude que recupera as nossas forças no dia de descanso que Tu hás previsto para nós? Graças a Ti e à Tua eterna bondade que estabeleceste o dia de domingo para fazermos uma paragem nas tarefas diárias da semana e para descansarmos dos nossos trabalhos. Senhor, é-nos difícil reconhecer que é o Teu dia e custa-nos afastarmo-nos do corrente e das preocupações quotidianas, assim como dos atrativos e frivolidades com que o mundo nos reclama e nos distrai do correto uso deste dia bendito cuja chegada sempre esperamos ansiosamente. Quantas desculpas e interesses vãos e mesquinhos nos afastam de Ti no Teu santo dia!... Comidas, jogos, passeios, tarefas informais, visitas, conversações e trabalhos diversos e desnecessários enchem o nosso tempo e distraem o nosso pensamento, impedindo que o consagremos como devíamos a Ti e à Tua causa. Senhor, perdoa a nossa falta de reconhecimento acerca do Teu santo dia e a nossa indiferença ante os valores espirituais que nos reportaria a consagrá-lo devidamente a Ti e à Tua obra, com zelo e ardor crescente! Pedimos-Te que nos inspires um santo amor pelas Tuas coisas e por aqueles alicerces da fé, tão insubstituíveis, que puseste à nossa disposição. Que possamos consagrar o Teu santo dia descansando dos trabalhos da semana, compartilhando com a família, meditando na Tua Palavra, orando e louvando o Teu Santo nome e adorando-Te com todo o coração para que possamos crescer em amor e piedade. Tudo isto Te suplicamos no sagrado nome de Teu Filho, o nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Ámem.”


FONTE: mulhervirtuosadeusquerteusar.blogspot.com




9 de maio de 2015

O AMOR DE UMA MÃE

Sermão do dia das mães
TEXTO: Gênesis 3: 16 e 20





AMOR DE MÃE!

Certa vez perguntaram a uma mulher que tinha tido muitos filhos qual era o seu filho preferido, aquele que ela mais amava.

"Nada é mais volúvel que um coração de mãe", respondeu ela,"o filho a quem eu mais amo, a quem eu me dedico de corpo e alma, é o meu filho doente até que sare; o que partiu, até que volte; o que está cansado, até que descanse; o que está com fome, até que se alimente; o que está com sede, até que sacie sua sede; o que está estudando, até que aprenda; o que está nú, até que se vista; o que não trabalha, até que se empregue; o que namora, até que se de case; o que prometeu, até que cumpra; o que deve, até que pague; o que chora, até que se acalme".

E, já com um olhar distante, completou:

"O que me, deixou, até que eu o reencontre".





Falar de mãe hoje é quase que obrigação, afinal, hoje é o Dia das Mães.

Mas não quero falar de sua importância, valorização...

Quero falar do começo, de quando a mulher passou a ser mãe.

Quero olhar para as circunstâncias e de como foi a preparação para que a mulher virasse mãe.

Olharemos para a vida da mãe de todos os homens (exceção de Adão), e veremos como a função, papel, tarefa de ser mãe é coisa de Deus.

Para tanto, falaremos sobre...




 Ser Mãe


   1)   ...É Doloroso – Gênesis 3: 16

Desde a gestação já vem sofrimentos!!!

E Deus disse que multiplicaria sobremodo os sofrimentos...

Deus disse que a mulher daria filhos em meio as dores.

Dores de parto...

Dores de aborto...

Dores de ver nascerem filhos doentes...

Dores de ver nascerem filhos defeituosos...

Dores de ter o corpo alterado pela gestação, nascimento, amamentação...

Dores de ver o marido indo embora porque encontrou uma mais atraente (pois a gestação a tornou deselegante)...

Além disso, a mulher teria a dificuldade ainda quanto ao governo da casa.

A mulher teria dificuldade de se sujeitar ao homem.

Do princípio ao fim é doloroso ser mãe.

Deus já tinha anunciado isso, e essa dor veio por causa do pecado, por causa da desobediência.


Sempre que o pecado entra na vida familiar traz consigo consequências terríveis, causa dor, traz danos.

A dor aumentada de ser mãe é consequência do pecado!!!

Isso é para lembrar-nos de que somos pecadores!!!

A dor nos lembra o pecado...

Mas Deus não desistiu do Seu plano de encher a terra de homens.

Sim, porque a ordem de crescer e multiplicar veio antes do pecado (Gn. 1: 28), o pecado trouxe a dor a tarefa tão bela de ser mãe.

Ser Mãe é Doloroso... Mas é...



    2)    É Ministério

Sendo dada por Deus a incumbência de ser mãe, podemos chamar de ministério, serviço, tarefa, dom.

Deus concedeu a mulher este poder de em seu ventre gerar uma vida...

E com este privilégio vem também um grande dever.

Ser mãe é ministério em razão de nossos filhos serem herança do Senhor (Sl. 127: 3).

Como tal, nos são confiados por um tempo...

Suas vidas nos são dadas para serem tratadas, para que o Senhor possa usá-las para Sua glória futuramente.

E quantas mães falham nessa tarefa (ministério).

São boas educadores, boas donas de casa, boas protetoras, boas médicas, boas conselheiras, boas cozinheiras, boas lavadoras, boas passadoras de roupas... Mas algumas são péssimas evangelizadoras, discipuladoras.

Deveriam ser boas, antes de tudo, na arte de ensinar seus filhos no caminho do Senhor.

Deveriam se esmerar em doutrina-los, evangeliza-los...

Quando se inverte os valores das vidas de nossos filhos, os entregamos ao infortúnio.

Quantos investem em roupas, calçados, educação, saúde...

Tão pouco se investe em vida espiritual paz com Deus...

Será que não se está sendo negligente com o ministério de ser mãe dado por Deus?

Vejamos o que a Bíblia diz sobre este ministério de ser mãe...

Pv. 13: 24 = Não corrigir o filho demonstra que lhe aborrece; o filho tem de aprender quando é novo.

Pv. 17: 25 = Quando não há correção o filho se torna insensato causando tristeza e amargura.

Pv. 29: 17 = Corrigir o filho pela Palavra de Deus é obter descanso quanto às suas ações, caminhos e principalmente eternidade.

Quem não corrige, cuida de seu filho espiritualmente, negligencia o ministério de ser mãe.

Por fim, sentirá vergonha (não do filho), mas de seu agir mau para com o ministério que Deus lhe confiou.

Ser mãe é Doloroso...

Ser mão é um Ministério...

E, por fim, Ser mãe é...



    3)    É Recompensador


Apesar de ser Doloroso...

Apesar de ser um Ministério muito importante e cheio de responsabilidades...

Nenhuma mãe se arrepende ou abre mão de seus filhos.

Isso porque, para a mãe é recompensador.

Ilustração...

Foi em Glasgow, na Escócia, que esta história se passou.

Uma adolescente fugiu de casa para viver "sua" liberdade, mas logo caiu na realidade da vida. Sem dinheiro para se manter e sem coragem de voltar para casa, acabou por entrar no mundo da prostituição.

Os anos se passaram, mas, apesar da saudade dos pais, ela nunca mais tentou qualquer contato com eles.

Seus pais sempre a procuraram, em vão, porém, desde a morte do seu pai (que ela nem ficou sabendo), sua mãe intensificou as buscas, deixando um cartaz de "Procura-se" em qualquer lugar onde lhe permitissem.

Neste cartaz a mãe havia colocado sua própria foto, escrito embaixo: "Eu ainda amo você. Volte para casa".

Os meses se passaram sem qualquer notícia, até que um dia, numa fila de sopa para pessoas carentes, a moça viu a foto da sua mãe, que apesar de ter envelhecido bastante, ainda conservava o mesmo olhar que ela guardava em suas lembranças.

Não pode conter a emoção e, naquele dia mesmo, voltou para casa. Era tarde da noite quando chegou. Tímida, ela se aproximou da porta. Ia bater, mas ela se abriu sozinha.

Entrou assustada, apavorada com a ideia de que algum ladrão tivesse invadido a casa e "sabe lá Deus o quê" poderia ter feito.

Correu para o quarto e viu sua mãe dormindo. Acordou-a. Ambas choraram muito.

Abraçaram-se. Reconciliaram-se.

Lembrando-se da porta aberta, a moça disse:

- Puxa, mãe, levei um susto tão grande quando cheguei.

- Por que, minha filha?

- É que a porta da frente estava aberta e eu pensei que algum ladrão tivesse invadido a casa. Você precisa tomar mais cuidado, mãe. Não pode mais esquecer a porta aberta.

- Não meu amor, você não está entendendo. Eu não esqueci a porta aberta. Desde o dia em que você foi embora, esta porta nunca mais foi fechada.



A Bíblia cita exemplos de mães que se sentiram recompensadas com seus filhos: Salmos 113: 9; Gênesis 21: 6 e Jó 29: 2 e 5.

Tem um ditado que diz: “Ser mãe é padecer no paraíso”.

Pode ser, mas seria bom que não tivessem que padecer.

Mas, como sabemos que isso é impossível antes que cheguem de fato no paraíso, oremos por nossas mães pedindo a Deus forças para que elas consigam ter alegrias e serem realizadas em seus filhos.

Sabemos que elas não esperam recompensas dos seus filhos, esperam, sim, que estes filhos sejam felizes e realizados.




O Ser Mãe...

    1)    É doloroso

   2)    É ministério

   3)    É recompensador...



Hoje pensamos um pouco sobre mães...

Não conseguimos, em pouco tempo e espaço, saciar tudo o que significa ser mãe.

Mas, estes três destaques nos ajudam a valorizarmos, entendermos, amarmos e orarmos por nossas mães.

Olhando para a mãe Eva, identificamos o amor de Deus... Mesmo Eva sendo tão fraca, falha e pecadora...

Apesar de ter desobedecido a Deus, ainda foi usada para dar vida, gerar filhos...

Deus, nosso Senhor, compreende as falhas de todos nós e nos ajuda a tocarmos a vida.

Nossas mães são pessoas sujeitas a erros, falhas, pecados... Mas são pessoas dadas por Deus para nos dar vida, para nos criar, nos alimentar, nos instruir em seus caminhos, nos alegrar, cuidar...

Valorize sua mãe (não a faça mulher de dores e que sabe o que é sofrer).

Respeite sua mãe (ela foi dada por Deus, tem um ministério sobre sua vida).

Aproveite sua mãe (a alegria, recompensa dela é te ver feliz... Faça-a feliz).

Aproveite-a intensamente antes que Deus a leve para Si.

Que Deus abençoe nossas mães.

Que Deus fortaleça nossas mães.

FONTE: http://ibngipora.blogspot.com.br/2012/05/sermao-do-dia-das-maes-2012.html