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19 de junho de 2015
15 de junho de 2015
THOMAS GUTHRIE Grande pregador Escocês
THOMAS GUTHRIE

Dicionário de ardentes Palavras
Se o mundo tem de ser cada vez mais conquistado por nosso Senhor, não é
por ministros, nem por detentores de um cargo, nem pelo grande e nobre e
poderoso, mas por todos os membros do corpo de Cristo que diariamente seguem fazendo o seu trabalho; enchendo sua própria
esfera; segurando seu próprio posto; e dizendo a Jesus: "Senhor,
que queres que eu faça?"
·
JESUS
·
São aqueles que o glorificam, que
gozam de seus favores; São os que não o negam que também não serão negados
por Ele; São os que trabalham por
Ele na terra, que devem descansar com Ele no céu; São os que carregam a sua cruz, que devem vestir a coroa; São
os que buscam abençoar os outros, que serão abençoados.
·
A fé é a espinha dorsal da sociedade e a fundação da família; remover
a fé entre eles, fará os três caírem em pedaços. Não há um lar feliz na
terra, que não esteja alicerçado na fé; nossas cabeças estão apoiada sobre
a fé, dormimos à noite em seus braços e
andamos com uma maior segurança por causa de nossa fé. A nossa fé em Deus nos
trás uma vida de segurança, paz e prosperidade.
·
O que é Deus?
·
O telescópio que nos faz conversar as
estrelas, o microscópio que desvenda os segredos da natureza, o cadinho do
químico, a faca do anatomista, as faculdades de reflexão do filósofo, todos os
instrumentos comuns da ciência, de nada adiantam quando falamos sobre Deus. No
limiar do mistério impenetrável , uma voz prende nossos passos. De fora
das nuvens e escuridão que estão ao redor do trono de Deus, vem a pergunta:
"Podes tu, ó mortal compreender a largura, o comprimento e a profundidade
do Todo-Poderoso? Podes entender o mover do seu pavilhão?" Quem primeiro
deu a Ele e depois recebeu?
· É o tempo que enfraquece todas as outras coisas, mas tem fortalecido a
posição inexpugnável da fé do crente, bem como a sua esperança e
confiança. E como, ano após ano, a árvore acrescenta outro anel em sua
circunferência, cada idade tem acrescentado o testemunho de seus eventos para
esta grande verdade. "Secou-se a erva, e cai a flor a, mas a palavra
do Senhor, durará para sempre."
·
Com o sangue de Cristo para lavar a
culpa mais horrenda, e com o Espírito de Deus para santificar o mais vil
pecador, e reforçar o caráter mais fraco, eu não desisto de ninguém. Tarde
demais! Nunca é tarde demais. Mesmo na velhice, cambaleando perto da sepultura sob o peso de 90 anos e uma grande
carga de culpa, ainda é possível refazer seus passos e começar uma nova vida. Esperando a
infinita graça cair como um raio de sol na cabeça grisalha. Mesmo a mais
terrível tempestade um dia terá de ir embora para dar lugar a mais uma manhã
dourada pelos raios do sol. Nunca é tarde para buscar o Senhor!
·
Pecado! Ò pecado! Você é uma coisa odiosa e horrível, uma coisa
abominável que Deus odeia. E que espanto? Você tem insultado a santa
majestade do Senhor; Você tem roubado dele muitos filhos amados. Você já crucificou
o Filho do seu amor infinito; Você desafiou o seu poder; desprezou
Sua graça; e o corpo e o sangue de Jesus, você requereu por pagamento,
como se isso fosse uma coisa comum, você ainda tem pisado em Sua misericórdia
incomparável. Certamente, porém, irmãos, a maravilha das maravilhas é, que
o pecado não é aquela coisa abominável que eu também odeio.
·
Não é com pressa ou com um trampolim
mágico que vamos atingir o caráter de Cristo e conseguir a Santidade
perfeita; mas passo a passo, pé por pé, mão sobre mão, vamos lentamente e
muitas vezes dolorosamente para subir a escada que repousa na terra, e sobe
para o céu.
·
·
Espalhe dinheiro em uma multidão, como eles lutam por ele; oferte
pão com o faminto, como avidamente eles vão comer até o fim; jogue uma
corda para o afogamento, como ele rapidamente vai agarrá-la! Com
entusiasmo e fervor como pode o Espírito de Deus não conseguir convencer você a
se entregar totalmente a Cristo?
·
Meu pequeno companheiro, cerca de
quatro anos de idade, filho de um amigo meu, a quem eu trouxe comigo, não teve
problemas nenhum com nossa viajem. A viajem foi difícil, o carro quebrou, os ladrões levaram nossas coisas, tivemos que pegar um trem, o trem descarrilhou, passamos
por grandes apuros, mas a pequena criança permaneceu tranqüila, pois seu pai
estava com ela. O cuidado, o medo, a dúvida ou a ansiedade não se encontraram
no coração dela, pois o seu pai estava ao seu lado. Que possamos ter a
graça de ser levados pela mão, e a confiança no cuidado e na bondade de um Deus
que é verdadeiramente Pai.

10 de junho de 2015
OSWALD SMITH - PAIXÃO PELAS ALMAS
PAIXÃO PELAS ALMAS
RESUMO DO CAPITULO 1
O Derramamento do Espírito
No
reavivamento espiritual moderno. Se todos tivéssemos fé para esperar que Deus,
em oração intensamente confiante, haveria um genuíno reavivamento criado pelo
Espírito Santo, e o Deus vivo receberia toda a glória. Na Mandchúria e na China,
quando nada mais fazíamos além de pregar o Evangelho e dirigir o povo em oração,
mantendo-nos sempre fora do foco das atenções,
vimos as mais extraordinárias
manifestações de poder divino.
Fosse
eu milionário, poria nas mãos de cada lar cristão, em nosso continente e no
exterior, um exemplar do livro “Paixão por Almas”. Depois ficaria esperando,
com plena confiança, um reavivamento que sacudiria finalmente o mundo todo. (Prefácio de Billy
Graham)
Aconteceu em 1904. O País de Gales estava em chamas. A nação se
afastara muito de Deus. As condições espirituais eram realmente ruins. A
freqüência às igrejas atingira um nível baixíssimo. E o pecado se alastrava por
todos os lados.
De súbito, como um furacão inesperado, o Espírito de Deus
soprou vigorosamente sobre a terra. As igrejas tornaram-se
apinhadas de novo, de tal modo que multidões ficavam impossibilitadas de entrar.
As reuniões perduravam das dez da manhã até à meia noite. Três cultos completos
eram realizados todos os dias. Evan
Roberts foi o instrumento humano usado, mas havia pouquíssima
pregação. Os cânticos, os testemunhos e a oração eram as características
preeminentes. Não havia hinários; os
hinos haviam sido aprendidos na infância. Tampouco havia corais,
pois todos participavam dos cânticos. Nem havia coletas, avisos, anúncios, e
nenhum tipo de propaganda.
Nunca antes acontecera algo semelhante no País de Gales, com
resultados tão extensos e duradouros. Os incrédulos se convertiam, os
beberrões, gatunos e jogadores profissionais eram salvos, e milhares voltavam a
ser cidadãos respeitáveis. Confissões de pecados horrendos se faziam ouvir por
toda parte, dívidas antigas eram saldadas. Os teatros foram obrigados a fechar
as portas, por falta de espectadores. As mulas das minas de carvão se recusavam
a trabalhar, tão desacostumadas estavam com o tratamento humano delicado. Em
cinco semanas, vinte mil pessoas se uniram às igrejas.
Havia tremor, choro, soluços e clamor em alta voz, pedindo misericórdia.
Às vezes o barulho do povo era tal que nem se conseguia ouvir o pregador.
Centenas de ouvintes caíam desfalecidos. Algumas pessoas clamavam: “A espada de
dois gumes está me cortando em pedaços”. Um ímpio zombador, que viera divertir-se,
caiu ao solo como um cão danado, e bradou: “Deus me feriu!”.
Contendas foram solucionadas, bêbados foram recuperados,
adúlteros se arrependeram, e homicidas
confessaram seus crimes e se converteram, tendo sido perdoados.
Ladrões devolveram os bens que haviam furtado. Muitas pessoas abandonaram seus
pecados de uma vida inteira.
Será que precisamos de um
reavivamento assim? Ouça!
Quantas das nossas congregações estão semivazias, com metade
de seus bancos desocupados, domingo após domingo?
Quão numerosa é a multidão de pessoas que jamais entrou na casa
de Deus?
Quantas igrejas têm culto de oração, no meio da semana, frutíferos
e prósperos, cheios de crentes? Onde está a fome das coisas espirituais?
–Agora, pensemos em
nossas universidades e seminários,
tanto em nosso país como nos campos missionários, onde se ensina
a “alta crítica”, ou o modernismo teológico. O ensino nesses lugares é que
Jesus nunca realizou um único milagre,
nunca ressuscitou dentre os mortos, não nasceu de uma virgem, não
morreu em nosso lugar e não voltará para arrebatar sua Igreja.
Quantos crentes professos estão vivendo a vida de Cristo diante
dos homens?
Quão parecidos com o mundo os crentes estão se tornando!
Quão pouca oposição sofre o crente!
Onde estão as perseguições lançadas contra a Igreja Primitiva?
Como é fácil ser cristão hoje!
E que diremos do ministério evangélico? Os ministros
procuram persuadir, converter e salvar por intermédio de sua mensagem?
Quantas almas são conquistadas pela pregação da Palavra?
Ah, meu amigo, estamos sobrecarregados com incontáveis
atividades eclesiásticas, enquanto o verdadeiro trabalho da igreja, que é
evangelizar o mundo e ganhar os
perdidos para Cristo, está quase inteiramente negligenciado.
Sim, é verdade que os homens se têm esquecido de Deus.
O pecado aumenta por todas as partes. O pregador já não consegue
mais chamar a atenção do povo. Nada existe, além de um derramamento do Espírito
de Deus, que seja capaz de resolver esse problema. Reavivamentos assim têm
transformado centenas e centenas de comunidades, e também podem
transformar a sua.
Então, como podemos provocar o derramamento abundante
do Espírito Santo?
Talvez você responda: “Pela oração”. É
verdade, você acertou. Mas é preciso incluir algo antes da oração.
Temos de resolver, antes de mais nada, o problema do pecado. Ao menos que
nossas vidas sejam retas aos olhos de
Deus, a menos que o pecado haja sido abandonado, podemos orar
até o dia do juízo, que o reavivamento espiritual nunca ocorrerá. “Mas as vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso
Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós,para que não vos ouça”
(Isaías 59:2).
Em
Joel 2.14 o Senhor diz: “Voltai para mim de todo o vosso coração, com jejuns, com choro
e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes. Voltai para o
Senhor vosso Deus, porque ele é misericordioso e compassivo, e tardio em
irar-se, e grande em amor, e se arrepende do mal”.
Muito bem, meu prezado amigo, não sei qual é o seu pecado. Só
você e Deus o conhecem bem. Mas quero que você
pense nisto: seria melhor que você interrompesse a sua oração e
se levantasse, que você não mais continuasse ajoelhado, e se
prontificasse a resolver esse problema, arrependendo-se de seu pecado. “Se
eu no coração contemplara o pecado, o Senhor não me teria ouvido” (Salmos
66:18).
Permita que Deus perscrute o seu coração e lhe revele todo o
empecilho. O pecado tem de ser confessado e abandonado. É possível que você
tenha que fazer restituição.
Escute bem! “Tocai a trombeta em Sião, santificai um
jejum, proclamai um dia de assembléia solene. Congregai o povo, santificai a congregação,
ajuntai os anciãos, congregai os filhinhos, e os que mamam. Saia o noivo da sua
recâmara, e a noiva do seu tálamo. Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor,
entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa o teu povo, ó Senhor, e não
entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Por
que diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?”
Ah! Meu irmão, você está orando? Você implora a Deus em favor de
sua cidade? Você o procura noite e dia, visando o derramamento do seu espírito?
Pois esta é de fato a hora de orar.
Somos informados acerca de uma época, no trabalho de Finney, em que o avivamento esfriou. Então ele fez um pacto com os jovens
a fim de que orassem ao alvorecer, ao meio dia e ao crepúsculo, em seus
aposentos, durante uma semana. O espírito
começou a ser derramado novamente, e antes do fim daquela semana
as concentrações aumentaram.
É claro que nossa oração deve ser confiante, deve ser a oração
que aguarda a resposta. Se Deus despertar corações para que orem em favor de um
reavivamento, é sinal certo de que o Senhor quer derramar seu espírito. E Deus
é sempre fiel à sua Palavra. “Farei descer a chuva
a seu tempo; chuvas de benção
serão” (Ezequiel 34:26).
As suas promessas nunca falham.
Tenhamos fé! Esperemos um despertamento espiritual!
Então é isso, meu irmão, a dificuldade não está no lado de Deus.
Mas está aqui mesmo, conosco. Deus está disposto a socorrer-nos, esperando por
muito tempo.
FIM DO CAP 1
CONTEÚDO DO LIVRO
Prefácio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . 7
O Derramamento do Espírito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
A Responsabilidade pelo Reavivamento . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16
Parto de Alma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . 28
Poder do Alto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . 40
Convicção de Pecado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. 53
Obstáculos ao Reavivamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 64
Fé para o Reavivamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
Fome de Reavivamento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78
Está morto o Evangelismo? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88
A Necessidade do Momento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
Evangelismo: Resposta de Deus a um Mundo que Sofre . . . . . . . .
104
Deus manifesta Seu Poder nos Reavivamentos . . . . . . . . . . . .
. . . . . . . . . . . 118
8 de junho de 2015
OSWALD SMITH (Por Billy Graham )
O
coração e a essência da Mocidade para Cristo são a responsabilidade e a visão
missionárias. Milhares e milhares de pessoas em solo estrangeiro estão tendo um
encontro com Jesus mediante essa organização. A visão missionária que
transformou
a
Mocidade para Cristo, há vários anos, foi principalmente o produto da visão,
dos conselhos, das advertências, da liderança e do companheirismo de Oswald Smith.
Como missionário-estadista não
há quem se lhe assemelhe. Ao redor do mundo o nome de Oswald J. Smith simboliza
evangelização de alcance mundial. Suas viagens evangelísticas, as grandes
ofertas levantadas, e a visão que Deus lhe deu têm servido de dínamo que produz
energia, um gerador de animo para inúmeras sociedades missionárias. Quando a visão
missionária se havia embaçado, uma voz ressoava em Toronto, clamando no
deserto: “Missões! Missões! Missões!” e evangélicos de todo o continente
norte-americano começaram a
despertar uma vez mais para a sua responsabilidade em relação aos
pagãos. Os sermões impressionantes de Oswald J. Smith foram usados por Deus
para ajudar a levantar milhões de dólares para as missões. Como missionário,
ele exemplifica a paixão pelas almas.
Como evangelista, ele foi impulsionado por essa paixão santa.
Sua mensagem enérgica e poderosa, sua clara e concisa exposição do Evangelho, a
habilidade que lhe foi dada por Deus para fazer um apelo, tudo tem comprovado,
perante centenas e centenas de palanques e de altares, que Smith foi
generosamente agraciado com o dom do evangelismo. Suas campanhas na Austrália,
na Irlanda, na Jamaica e na áfrica do sul, jamais serão esquecidas. Na América
do sul, onde pregou para auditórios de vinte e cinco mil pessoas (muitas outras
não puderam entrar), quatro mil e quinhentas pessoas se decidiram por Cristo
pela primeira vez. Encontrei-me com ministros cujas vidas e trabalho foram
transformados. Por certo o Senhor se utilizou dele de uma maneira sem par,
tremenda, a fim de comover os corações dos crentes como não haviam sido
comovidos, talvez, durante toda a
Smith como pastor bem-sucedido: assim proclama o grandioso ministério da
Igreja dos Povos ao mundo inteiro. O coração e a essência da grande Igreja dos
Povos, em Toronto, são o evangelismo e as missões. Poucos pastores têm tido um pastorado
tão longo e frutífero como o de Oswald J. Smith. Tenho pregado na Igreja dos
Povos em diversas ocasiões, e cada vez tenho-me admirado de encontrá-la
repleta, ao máximo de
sua capacidade. Somente os registros do céu sabem quantas almas
se ajoelharam no altar da Igreja dos Povos, encontrando-se com Cristo. Como
pastor ele exemplifica a paixão por almas.
Como autor, os seus livros e folhetos
têm sido traduzidos para inúmeras línguas. É impossível que alguém leia uma página
de qualquer de seus muitos livros, sem perceber a intensidade de seu amor às
almas e sentir sua influência. A caneta de Smith nada perde em entusiasmo,
poder e desafio.
Seus livros têm sido usados pelo Espírito Santo para gravar algo
precioso, como ferro em brasa, nos recessos de minha própria alma, e têm
exercido uma extraordinária influencia sobre minha vida e meu ministério. Como
autor, Smith exemplifica a paixão
por almas.
Como poeta
e compositor de hinos, os seus cânticos são apreciados e cantados ao
redor da terra. Quem pode ouvir aquele
grande hino “Então Veio Jesus”, ou aquele outro “Deus compreende”,
ou ainda “A Glória da sua presença” ou “O Cântico da Alma Libertada”, sem
sentir a paixão desse homem pelas almas? Em inúmeras reuniões tenho visto os
corações dos
presentes se comoverem e se quebrantarem pelo cântico desses hinos.
Seu hino mais bem conhecido “Salvo”, tem servido de testemunho para grandes
multidões. Como compositor de hinos ele exemplifica a paixão pelas almas.
um homem com tantos dons e talentos. A paixão impulsionadora
da vida desse homem sobreviverá através das gerações
vindouras, caso Cristo ainda se demore. Certamente nenhum homem
dos nossos dias esteve mais qualificado para escrever acerca da paixão pelas
almas. Ao ser relançado em público este livro, a nossa oração sincera é que
outras pessoas sejam igualmente inspiradas por tão grande responsabilidade e
visão, e por uma paixão tão fervorosa.
Billy Graham
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