5 de outubro de 2017

EXTRATOS DO LIVRO MANANCIAIS NO DESERTO - Lettie Cowman



Resultado de imagem para MANANCIAIS NO DESERTONão devemos contentar-nos entre as brumas do vale, quando temos diante de nós UMA MONTANHA PARA ESCALAR. O orvalho dos montes é refrescante, e é puro o ar das ALTAS COLINAS. Como é rica a visão dos que moram no alto, com as janelas dando para GRANDE HORIZONTE! Muitos  contentam-se em viver como os mineiros nas minas de carvão, sem nunca ver o sol. Seu rosto está manchado de lágrimas, quando poderia estar ungido com óleo celeste.   Estou convencido de que muitos  definham em masmorras, quando podiam andar pelos terraços do palácio e avistar a boa terra PROMETIDA! EI VOCÊ! levante-se da condição em que está. Lance de si a inércia, a letargia, a frieza — o que quer que esteja interferindo em seu SONHO DE SUBIR MAIS ALTO PARA PERTO DE DEUS, JOGUE FORA e ponha sobre si a capa da esperança. odo o seu prazer. Não se contente mais com as suas exíguas conquistas. Aspire por uma vida mais plena, aspire por uma vida mais alta, aspire por uma vida mais nobre. Vá para cima. Vá para mais perto de Deus! Charles Spurgeon

Resultado de imagem para MANANCIAIS NO DESERTONão são muitos de nós que estão alcançando uma vida mais elevada. Muitos se demoram nos caminhos planos, porque têm medo de escalar as montanhas. As ladeiras ásperas os desanimam; então ficam no vale sombrio, e não vêm a conhecer o mistério dos montes. Não sabem o que perdem em sua autocomplacência, a glória que os espera — se apenas tiverem coragem para fazer a escalada; a bênção que encontrariam, se apenas se erguessem até os caminhos de Deus. — J. R. M.
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Por que não andarmos mais perto de Cristo?
Por que passar fome ante mesa tão farta?
Por que estar no baixo, se os cumes são nossos? Cheguemo-nos pois mais perto de Deus e de Cristo!
Eu seguirei guiando-as pouco a pouco, no passo do gado que me vai à frente... e no passo dos meninos. (Gn 33.14.)  Nós ainda não passamos por este caminho, mas o Senhor Jesus
já passou. É um caminho ainda não palmilhado por nós, mas Ele o conhece todo por experiência pessoal. Os trechos íngremes que nos tiram o fôlego, os trechos pedregosos que nos magoam os pés, e outros escaldantes que nos deixam tão cansados, os rios turbulentos que temos de atravessar — por tudo isso Jesus já passou antes de nós.   Ele esteve "cansado da viagem". Não só algumas, mas todas as muitas águas passaram sobre ele; e não puderam apagar Seu amor. Ele é um guia perfeito, pelas coisas que padeceu. "Ele conhece a nossa estrutura, e lembra-se de que somos pó." Pense nisto, quando você for tentado a duvidar de que Ele o guia com bondade. Ele sabe de tudo, o tempo todo; e não vai fazer que você dê sequer um passo além do que os seus pés agüentam. Não se importe se acha que não será capaz de dar o próximo passo, pois, ou Ele lhe dará a força necessária para dá-lo, ou ordenará uma parada, e você não o terá que dar. — Frances Ridley Havergal
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O começo da ansiedade é o fim da fé, e o começo da fé é o fim da ansiedade. — Jorge Müller
Senhor, Tu podes mudar o meu espinho em flor; e eu quero que o meu espinho seja uma flor. Jó recebeu o brilho do sol, depois da chuva — mas teria sido em vão aquela chuva? Jó queria saber, e eu também quero, se o brilho do sol não teve nada a ver com a chuva. E Tu podes

dizer-me — a Tua cruz pode dizer-me. Tu coroaste o Teu sofrimento. Seja essa a minha coroa, Senhor. Eu só poderei triunfar em Ti quando entender que toda flor tem seus espinhos e toda calmaria vem depois de um temporal— George Matheson

3 de outubro de 2017

A IMPRESSIONANTE HISTÓRIA DOS MORÁVIOS

Os Moravianos foram os primeiros protestantes a colocar em prática a idéia de que a evangelizacão dos perdidos é dever de toda a igreja, e não somente de uma sociedade ou de alguns indivíduos.

Paul Pierson, missiólogo, escreveu: “Os Moravianos se envolveram com o mundo das missões como uma igreja, isto é, toda a igreja se tornou uma sociedade missionária”. Devido ao seu profundo envolvimento, esse pequeno grupo ofereceu mais da metade dos missionários Protestantes que deixaram a Europa em todo o século XVIII.

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Devido os Moravianos terem sido pessoas sofredoras, podiam facilmente se identificar com aqueles que sofriam. Eles iam àqueles que eram rejeitados por outros. Dificilmente qualquer missionário seria mandado para a costa leste de Honduras ou Nicarágua. Essas partes da América Central eram inóspitas. Lá, contudo, estavam os Moravianos. Isso era característico da vocação missionária deles; eles se dirigiam a pessoas receptivas. Devido ao fato de os Moravianos crerem ser o Espírito Santo o “Missionário” primário, aconselhavam seus missionários a “procurarem as primícias, procurarem aquelas pessoas que o Espírito Santo já havia preparado, e trazer-lhes as boas novas”. Eles colocavam o crescimento do reino de Cristo acima de uma expansão denominacional. A obra missionária Moraviana era regada de oração. No ano de 1727, em Herrnhut na Alemanha , ocorreu um grande avivamento espiritual, os Moravianos começaram uma vigília de virada de relógio, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, trezentos e sessenta e cinco dias por ano. 

Resultado de imagem para OS MORÁVIOSNesse período o livro devocional conhecido como Lemas Diários, que ainda tem sido publicado pela Igreja Moraviana, era o devocional mais amplamente usado entre os cristãos europeus. O ministério Moraviano era fortemente regado por oração.

ASSISTA AGORA A ORIGEM DAS MISSÕES MUNDIAIS  /  O FILME SOBRE OS MORÁVIOS

Os Dois Jovens Moravianos

Durante esse período dois jovens Moravianos, de 20 anos ouviram sobre uma ilha no Leste da Índia cujo dono era um britânico agricultor e ateu, este tinha tomado das florestas da África mais de 2000 pessoas e feito delas seus escravos, essas pessoas iriam viver e morrer sem nunca ouvirem falar de Cristo.
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Esses jovens fizeram contato com o dono da ilha e perguntaram se poderiam ir para lá como missionários, a resposta do dono foi imediata: “Nenhum pregador e nenhum clérigo chegaria a esta ilha para falar sobre esta coisa sem sentido". Então eles voltaram a orar e fizeram uma nova proposta: "E se fossemos a sua ilha como seus escravos para sempre?", o homem disse que aceitaria, mas não pagaria nem mesmo o transporte deles. Então os jovens usaram o valor de sua própria venda pelo custo de sua viagem.
No dia que estavam no porto se despedindo do grupo de oração e de suas famílias o choro de todos era intenso, pois sabiam que nunca mais veriam aqueles irmãos tão queridos, quando o navio tomou certa distância eles dois se abraçaram e gritaram, e suas últimas palavras ouvidas foram: "QUE O CORDEIRO QUE FOI IMOLADO RECEBA A RECOMPENSA DO SEU SOFRIMENTO". 

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THEODORO BEZA - UM DOS CINCO GRANDES REFORMADORES

COMO OBTER A JUSTIFICAÇÃO
Resultado de imagem para THEODORO BEZATHEODORO BEZA ( Um dos cinco grandes reformadores junto com Lutero )
Para saber como obtemos nossa justificação, é conveniente considerar, em primeiro lugar, quão rebeldes e pecadores somos todos nós que descendemos de Adão; e por outro lado, que misericórdia há em Deus, que perdoa todas as ofensas de todos os pecadores sinceramente arrependidos por causa de Cristo. Destas duas coisas, nenhum homem é tão ignorante que nunca tenha ouvido falar sobre a queda de Adão, a qual contaminou toda a sua posteridade; e, também, sobre a misericórdia inexplicável de nosso Pai celestial, que enviou o seu Filho unigênito para sofrer a sua severa paixão por nós e derramou o seu preciosíssimo sangue, como o preço da nossa redenção.
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Espero que cada homem se humilhe diante de Deus e reconheça a si mesmo como um miserável pecador que não é digno de ser chamado de seu filho; e ainda seguramente confiar que estando arrependido, o Deus misericordioso está disposto a lhe perdoar.

Como veremos, é isso o que a Palavra de Deus nos ensina.
Os mandamentos de Deus colocam as nossas falhas diante dos nossos olhos, o que nos faz temer e tremer e nos faz ver a ira de Deus contra os nossos pecados.    “ Porque pela lei vem o conhecimento do pecado… Porque a lei opera a ira” Rm 3.20 e 4.15, e faz com que lamentemos e nos arrependamos por termos caído no desagrado de Deus e no cativeiro do Diabo.
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As graciosas promessas de Deus pela mediação de Cristo nos mostram (e isso para nosso grande alívio e conforto) que quando nos arrependemos… temos o perdão dos nossos pecados, somos reconciliados com Deus e aceitos e considerados justos e retos diante de Deus, somente pela sua graça e misericórdia, as quais ele nos concede e nos dá por causa do seu amado Filho,
Foi  Jesus Cristo, quem pagou um resgate suficiente por nossos pecados;
Seu sangue lavou toda a mancha que o pecado nos fez.
Sua paixão amarga e dolorosa é a única oferta apaziguadora, que afasta de nós a ira de Deus seu Pai;
Seu corpo santificado oferecido na cruz é o único sacrifício de cheiro suave e agradável, como diz São Paulo, ou seja, de tal doçura e agrado ao Pai, que por tal sacrifício ele aceita e reputa de semelhante doçura todos aqueles por quem essa oferta foi feita.
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Com relação as obras
Somente são agradáveis a Deus aquelas obras provenientes da nossa justificação, pois procedem de um coração agraciado com fé pura e com amor a Deus. Porém, as obras que fazemos antes da nossa justificação não são admitidas e aceitáveis diante de Deus, mesmo que elas pareçam muito boas e gloriosas aos olhos do homem. Pois, apenas após a nossa justificação é que nós começamos a agir de acordo com as exigências da lei de Deus. Logo, após sermos justificados, faremos todas as boas obras de boa vontade, embora não exatamente como a lei exige, isso por causa da fraqueza de nossa carne. Ainda assim, pelo mérito e benefício de Cristo — e lamentando que não possamos fazer todas as coisas do modo mais excelente e devido — todas as nossas obras serão aceitas e consideradas por Deus como as mais excelentes, puras e perfeitas.

Agora, aqueles que pensam que podem obter a justificação por cumprirem a lei, por suas próprias ações e méritos ou por qualquer outro meio além do que foi demonstrado acima, rejeitam a Cristo e renunciam a sua graça.” Evacuati estis a Christo,”disse São Paulo, em Gálatas 5, quicunque, in lege, judificamini, a gratia excidistis [De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes v. 4]. Estas pessoas não participam da justiça que Cristo adquiriu, nem dos benefícios misericordiosos que lhe são dados. Pois, São Paulo afirma uma regra geral para todos os que buscam esses caminhos para obter a justificação: “Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus” (Romanos 10.1-4); a qual é a justiça de Cristo, por quem somente todos os santos que estão no céu e todos os outros salvos, são declarados justos e justificados. Portanto, a Cristo, nosso único Salvador e Redentor, de quem depende tanto a nossa justificação quanto a salvação de todas as outras pessoas salvas, seja a glória.

29 de setembro de 2017

31 outubro de 2017 / 500 anos de reforma

Em razão de comemorarmos 500 anos da reforma protestante neste mês de outubro, postaremos uma série de mensagens dos reformadores e pré-reformadores.


A REFORMA EM 1 MINUTO   
A partir do ano 1300, o mundo ocidental experimentou um sentimento crescente de nacionalismo. Os povos não queriam mais sujeitar-se a Roma. Nesse cenário nasceram os Precursores da Reforma. Eram homens cultos, de vida exemplar, que tinham prazer na leitura e na exposição da Bíblia Sagrada. Foram precursores porque apesar de não se conformarem com o legalismo religioso – não descobriram a graça salvadora.
 Pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios2.8,9).

principais precursores da Reforma
 João Wyclif (1328-1384), professor na Universidade de Oxford, na Inglaterra:Resultado de imagem para os pre reformadores
 João Huss (1373?-1415), professor na Universidade de Praga, que foi queimado por causa de sua fé; 
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Girolano Savonarola (1452-1498), monge dominicano, que foi enforcado e queimado por ordem do Papa Alexandre VI, em Florença, na Itália.
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A Europa estava efervescente. Gutemberg inventou a imprensa; Colombo descobrira a América... E o descontentamento com a igreja persistia. Tudo isso preparava o terreno para a reforma. E Lutero foi o homem que Deus levantou para desencadear o movimento que resultou na Reforma Religiosa do Século XVI.




0S QUATRO CAVALEIROS DA REFORMA
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FAREL, CALVINO, THEODORE BEZA, JOHN KNOX




Os reformadores
MARTINHO LUTERO O PRECURSOR DA REFORMA (1483-1546)
Martinho Lutero nasceu no dia 10 de novembro de 1483. Sua família era pobre e ele lutou com muita dificuldade para estudar. Preparava-se para ingressar no curso de Direito, quando resolveu tor¬nar-se monge. Entrou para o mosteiro agostiniano de Erfurt, em 1505, antes de completar 22 anos de idade. Dois anos depois foi ordenado sacerdote. No ano seguinte foi para Wittenberg preparar-se para ser professor na recém-criada universidade daquela cidade. Foi lá que Lutero dedicou-se ao estudo das Escrituras. E ao estudar a Epístola aos Romanos, descobriu que “O justo viverá por fé” (Romanos 1.17). 


Ele já havia feito tudo que a igreja indicava para alcançar a paz com Deus. Mas sua situação interior só piorava. Ao descobrir a graça redentora, entregou-se a Jesus Cristo, pela fé, e encontrou a paz e a segurança de salvação.
No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero afixou, na porta da capela de Wittenberg, as suas 95 teses. Era o início da Reforma.

27 de setembro de 2017

OS PURITANOS

OS PURITANOS
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Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério. (2Tm 4:1-5)
O que você pode aprender dos Puritanos para seu ministério e sua vida pessoal? Quero delinear rapidamente sete lições fundamentais para nossas próprias vidas e mais seis para os ministros da Palavra.
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Mas antes, quem foram os Puritanos? Na história da Igreja, quando temos um avivamento em uma geração, há sempre o perigo de a próxima geração ignorar as verdades pregadas, não dando o devido valor. Os Puritanos foram uma reação a esta geração que veio depois da geração dos reformadores, sendo um movimento que se deu no fim do século XVI até o começo do século XVIII.
Os Puritanos construíram em cima da teologia dos reformadores, buscando aplicá-la a todos os aspectos da vida e, assim, purificar a família e a igreja. Eles enfatizaram (1) a necessidade da restauração da pregação, (2) a necessidade de piedade pessoal e (3) a necessidade de restauração da pureza do culto público.

Por causa da profundidade e da riqueza de conteúdo e vasto entendimento bíblico, nos últimos anos têm surgido um novo interesse pelos livros e pela a teologia dos Puritanos.
Sete Lições Fundamentais dos Puritanos nossa Vida Pessoal
Leitura Bíblica
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Eles chamavam a Bíblia de o Livro Vivo. Eles acreditavam que Deus os transformava através da Bíblia. Eles ensinavam seus filhos a ler a fim de lerem a Bíblia e o alfabeto através de exemplos bíblicos. Eles guiavam tudo em suas vidas pelas Escrituras.
Você tem vivido a sua vida moldada pela Bíblia ou você decide o que você irá crer e obedecer das Escrituras? Você deixa de lado aquilo que você discorda na Palavra ou a coloca como regra para a vida?
Oração
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Os Puritanos oravam em suas devocionais diárias, mas também buscavam orar sem cessar, tornando as ações corriqueiras da vida em oração. Eles entendiam que a oração era algo para ser feito todos os dias. Expressaram isso através de uma corrente: a verdadeira oração nasce na eternidade no coração do Pai, recebe seu mérito através da morte de Cristo, é orada pelo cristão através do Espírito, que a leva até Cristo, o qual a retorna para o Pai.
Os puritanos não se contentavam com orações rasas. Que isso nos incentive a orar.
Meditação
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Um sermão meditado é melhor que mil sermões engolidos sem meditação.
Provações
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Os puritanos falaram muito sobre provações. A atitude que eles tinham era bem diferente das que temos atualmente. Eles não desejavam um feliz ano novo, no sentido de alguém não ter problemas, mas um ano novo abençoado, desejando que eles pudessem passar por toda e qualquer prova que Deus trouxesse de forma submissa.
Jonh Bunyan disse: “O povo de Deus é como sinos; quanto mais forte lhes baterem, melhor será o som”.
Repreender o Orgulho
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Os puritanos tinham um ódio especial pelo orgulho, pois sabiam que Deus odiava de forma especial o orgulho. O orgulho é um ataque contra Deus que eleva nosso coração acima de Deus e busca se entronizar. Jonathan Edwards dizia que o orgulho é como uma cebola – quando pensamos que tiramos uma camada, encontramos outra.
John Bunyan disse a uma mulher que elogiou seu sermão: “você é a segunda pessoa que disse isso; o primeiro foi o diabo”.
Depender do Espírito Santo
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Os Puritanos nos ensinam a como depender do Espírito Santo. Thomas Watson afirmou que o pregador pode bater na porta, mas é o Espírito que a abre, mostrando que o ministro sempre deve se lembrar que é o Espírito que converte pecadores através da pregação da Palavra. Eles diziam que em toda pregação havia dois ministros: o pregador é o ministro externo e o Espírito Santo o ministro interno.
Viver entre dois mundos
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Os puritanos diziam que Deus nos deu dois olhos: um deve estar para a eternidade e o outro para o nosso tempo.