Mostrando postagens com marcador BATISTAS FAMOSOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BATISTAS FAMOSOS. Mostrar todas as postagens

23 de junho de 2016

A INESQUECÍVEL Lottie Moon -


A INESQUECÍVEL Lottie Moon -

“Se tivesse mil vidas, eu dá-las-ia todas pelas 

mulheres da China”, disse Lottie Moon. Estas 

palavras foram um testemunho do quanto 

Cristo a tinha mudado. Ela não fora sempre tão 

dedicada. Pelo contrário, quando ela criança 

que foi chamada de "diabo" por causa da sua

 atitude desafiadora.







 "Quantos milhões de almas ainda terão de morreu sem ouvir o nome de Jesus"-Lottie Moon


1840 - 24 de dezembro de 1912) foi uma missionária norte-

americana baptista do sul na China, que trabalhou sob a Junta de 

Missões Estrangeiras (Foreign Mission Board), tendo passado

 quase 40 anos (1873-1912), ajudando os chineses.

 “Não pode haver certamente alegria maior do que 

salvar almas”.

“O mundo é o campo e onde quer que haja um



 lar para ser transformado ou uma alma a ser

 redimida, há trabalho para a mulher que quer 

servir a Cristo”.





" Quantos ainda pensam que se jesus já fez tudo eles não precisam fazer mais nada, se esquecendo de que a razão porque foram salvos é para que seguissem as pegadas de Jesus trazendo de volta o mundo perdido para se reconciliar com Deus"-Lottie Moon

ÓH DEUS, EM CRISTO JESUS O SENHOR TROUXE OS QUE ESTAVAM LONGE E OS QUE ESTAVAM PERTO, NÓS TE LOUVAMOS POR O SENHOR TER LEVANTADO SUA SERVA LOTTIE MOON COM ARDENTE ZELO MISSIONÁRIO E POR ELA TER TESTEMUNHADO DE SEU EVANGELHO NA CHINA ATÉ O FINAL DE SUA VIDA. CRIA EM NÓS ESSE MESMO DESEJO PARA TRABALHARMOS EMTODO O MUNDO E NOS DÊ GRAÇA PARA REALIZARMOS TUA OBRA


 O sacrifício alegre era a tônica da mensagem da inesquecível  Lottie Moon e a a sua alegria e gozo em servir os outros influenciaram centenas de novos missionários no sul dos estados unidos. Sua palavra era sempre a mesma: como posso dar tão pouco de mim se jesus  entregou toda a vida dele para salvar a minha?





1 de novembro de 2014

A ALEGRIA DO SENHOR É NOSSA FORÇA DAVID WILKERSON




O que foi perdido nas igrejas hoje é o que os pecadores mais procuram e desejam: Uma genuína e constante alegria de alma.



Ouço dizer até mesmo pela boca de bons crentes,  " Nós oramos por avivamento em nossa igreja, mas Deus ainda não nos enviou." Então costumo dizer que isso não acontece somente quando oramos. Não acontecerá um avivamento a não ser que o pastor e a igreja juntos, busquem diligentemente pela palavra de Deus.

E ambos façam  aliança de que tudo seja governado pelas escrituras. A alegria do céu não pode descer sobre nós até que a pura palavra nos convença de nossa dependência do Senhor e dos seus princípios, que se obedecidos, irão quebrar em nossas vidas, as muralhas do orgulho, dos maus hábitos e da falsa dignidade.



Quando Davi desobedeceu, ele perdeu a alegria do Senhor e essa alegria só pode ser restaurada através de sincero arrependimento e confissão. Então ele orou ”Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado.
Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim”.

Salmos 51:2-3   

Davi também orou para ele ter de volta o que havia perdido “ Restaura em mim a alegria de tua salvação “(Sl 51.2)

 Isso explica a agonia em que estão muitas igrejas hoje, Há pecado não confessado no meio do povo e foi perdida a alegria da salvação.

Como o Senhor poderá derramar de seu contentamento, quando dentro da igreja ainda prevalece a mentira, o adultério e o materialismo, iguais ao do mundo lá de fora?
Como vamos manter a alegria do Senhor em nosso coração? Do mesmo jeito que nós ganhamos ela pela primeira vez, em primeiro lugar, amando, honrando e tendo fome pela palavra de Deus.

Depois, andando como fracos, como pequenos, como necessitados, sempre procurando ver se há em nós algum caminho mal e correndo sempre para a cruz, quando algum mal for revelado em nós.
E por último, nos separando de todas as influências deste mundo.

Dessa maneira, o Espírito Santo manterá acesa em nossa coração o fogo de sua alegria, e nós contagiaremos as pessoas ao nosso redor que verão a glória do Senhor brilhar em nosso rosto.





A glória do Senhor deixou  Shiloh porque  Eli se recusou a tartar o pecado na casa de Deus. Eli se acostumou com o amu testemunho de seus filhos e nada fez para corrigi-los.
O ICABODE, que significa “ foi-se a glória do Senhor” acontece hoje nas igrejas que não tratam o erro e as faltas de seus membros e a primeira coisa que se vai é a alegria e o gozo no serviço cristão. Então as pessoas começam a servir a Deus com a cara amarrada e o semblante oprimido e os cultos mais se parecem com velório do que celebração e a celebração, quando acontece, mais parece festa do mundo do que a abundância de alegria prometida nas escrituras, porque a coisa é feita na carne e não no Espírito.
 

“Onde a palavra do Senhor é reverenciada, o resultado inevitável é o derramamento na verdadeira alegria de Jesus."


Algumas vezes, Israel usava a falsa alegria para cobrir os seus pecados, como acontece em muitas igrejas hoje. Nós ouvimos belas canções, danças, bons sermões, testemunhos e até mesmo brados de vitória,
Mas somente aqueles que conhecem a palavra de Deus é que  poderão discernir se  o que acontece é verdadeira ou falsa alegria.

Você pode se lembrar dos gritos de Israel ao redor do bezerro de ouro. Quando Josué ouviu o povo ele disse “ Há gritos de Guerra no acampamento de Israel”(Ex32.17), mas Moisés replicou “ Isso não é alarido de vitoriosos...”(Ex 32.18 ). Moisés estava dizendo, isto é barulho de quem ainda está preso no Egito, ainda está derrotado pelos velhos costumes. Antigos.
Uma vez eu preguei em uma grande igreja cheia de todo tipo de empolgação e frenesi. A congregação cantou e dançou por mais de uma hora. Mas havia algo estranho naquele barulho, não parecia o alarido de quem já tinha dominado o pecado, não parecia a alegria de quem estava verdadeiramente livre em Cristo.
Um ano depois, soube que o pastor e o tecladista foram expostos em um caso homosexual.
Os líderes daquela igreja não tiveram o discernimento de que algo estava errado porque eles não estavam firmados na palavra, mas eles seguiam os seus próprios e enganosos corações, e o que parecia alegria se tornou sombra e vergonha.
Quando começamos  a Times Square Church in 1987, nós percebemos que pastoreávamos uma moderna igreja de Corintios e tivemos que pregar fortes mensagens contra o pecado.
Muitos membros vinham da indústria do entretenimento, dos teatros, TV e cinema. Elas cantavam e pulavam na igreja, mas eram escravas dos mais terríveis vícios.

Muitos deles ouviram a palavra e abandonaram a vida da noite e Deus abençoou eles tremendamente. Um deles, deixou de ser ator e hoje é pastor em Jerusalém, pregando Cristo onde Cristo pregava.
Gays praticantes queriam cantar no coral, músicos de bar queriam tocar na orquestra. Nós nunca deixamos eles sairem da igreja, mas eles eram instruidos na palavra a abandonar as práticas que o Senhor abomina e só depois se consagrarem no altar. Sempre procuramos expor o pecado com muita misericórdia e compaixão, pois um dia nós também estivemos do outro lado e fomos tratados com amor.
Certa vêz, um membro me disse que uma irmã da igreja havia profetizado que ele deveria deixar sua esposa incrédula e casar-se com uma crente da igreja. Imediatamente, mostramos para ele na palavra, que tal profecia jamais poderia vir do Senhor e a irmã que profetizou foi disciplinada.
Nós continuamos a pregar sobre santidade semana após semana e nossos sermões assustaram muitas pessoas, que nos deixaram, mas aqueles que ficaram aprenderam que sem a santificação ninguém verá o Senhor.
Lembro-me de um rico casal que certa vez me pediu para arrumar um carpinteiro para desmontar um luxuoso bar de madeira que eles tinham em sua casa.
E assim que as pessoas se colocavam debaixo do governo e do poder da palavra de Deus uma grande alegria era estabelecida em suas vidas.

E alguns gritos de louvor começaram a aparecer e as pessoas começaram a ter grandes manifestações de alegria no Espírito Santo. E elas sabiam porque estavam tão livres e tão leves. Elas entenderam que viver a palavra de Deus valia a pena, embora fosse um desafio maior do que orar e jejuar.

11 de setembro de 2014

A GLÓRIA DO FILHO Alexandre Mclaren



A GLÓRIA DO FILHO
 Alexander Maclaren (1910)


“[Cristo], o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos Céus e na Terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo da Igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.” (Cl 1:15-18)



Os gregos de Colossos acreditavam que havia uma multidão de seres sombrios para ligar o Céu com a Terra e também acreditavam que a parte material da criação foram criadas por esses seres, pos imaginavam que Deus criara somente a realidade espiritual.

Nesse texto vemos que Jesus Cristo é o criador tanto da matéria como de todo o mundo espiritual. Ele é a cabeça e a fonte da criação; Ele é a cabeça e a fonte da vida para a Sua Igreja. Portanto, Ele é primeiro em todas as coisas, para ser ouvido, amado e adorado. Nós superamos o erro que afligia a Igreja em Colossos, mas as verdades que estão aqui colocadas contra eles são eternas e são necessárias hoje no nosso conflito de opiniões muito mais do que então, a proclamação triunfante de Sua supremacia sobre tudo, em todos os aspectos.


Temos a relação de Cristo e Deus colocada em importantes palavras: “Imagem do Deus invisível.”. Uma imagem é uma semelhança ou representação, como a da efígie do rei sobre uma moeda, mas aqui é aquela que torna o Invisível visível. O Deus que habita na espessa escuridão, afastado da compreensão e acima do pensamento, veio e fez-Se conhecido, e de uma forma muito real veio para o alcance da nossa compreensão na forma humana de Jesus Cristo.
O primeiro pensamento envolvido nessa declaração é que o Ser Divino em Si mesmo é incompreensível e inacessível. “Ninguém jamais viu a Deus, nem pode vê-Lo.” Ele não somente está além da compreensão, mas acima da percepção do entendimento. Ele é “o Rei invisível”, o “Pai das luzes” que habita na gloriosa privacidade da luz, na qual não há trevas de modo algum.

Então, a próxima verdade é que Cristo é a manifestação perfeita de Deus. NEle temos o invisível tornado visível. Por meio Dele conhecemos tudo o que sabemos de Deus, como algo distinto daquilo que supomos ou imaginamos ou suspeitamos dEle.


Os mesmos pensamentos estão envolvidos nas palavras de nosso Senhor: “Aquele que Me vê a Mim vê o Pai.” NEle a natureza divina aproximou-Se numa forma que pudesse ser compreendida em parte pelos sentidos, pois era “a Palavra da Vida” que eles viram com os olhos e as mãos tocaram, e que é hoje e para sempre uma forma que pode ser compreendida pela mente, pelo coração e pela vontade.


No entanto, desejaria que dependêssemos de Cristo para todo o verdadeiro conhecimento de Deus. Suposições não são conhecimento. Especulações não são conhecimento. O que nós, pobres homens, precisamos é a certeza de um Deus que nos ama e tem cuidado por nós, tem um braço que nos pode ajudar e um coração que o deseja.


O inacessível. “Ninguém jamais viu a Deus, nem pode vê-Lo.” Ele não somente está além da compreensão, mas acima da percepção do entendimento. O conhecimento direto e imediato dEle é impossível. As nossas limitações e os nossos pecados nos impedem. Ele é “o Rei invisível”, o “Pai das luzes” que habita na gloriosa privacidade da luz, na qual não há trevas de modo algum. Então, a próxima verdade é que Cristo é a manifestação perfeita de Deus. Nele temos o invisível tornado visível. Por meio dEle conhecemos tudo o que sabemos de Deus, como algo distinto daquilo que supomos ou imaginamos ou suspeitamos dEle.
A única certeza firme o suficiente para encontrarmos poder sustentador contra as tentações da vida está em Cristo. Não há calor suficiente de amor para nós a fim de descongelar nossos congelados lábios à parte de Cristo. Nele e somente Nele, o distante e tremendo Deus se torna um Deus muito próximo, de quem podemos estar seguros de que nos ama e está pronto para ajudar, purificar e salvar. A grande palavra com que Paulo se opôs à teia da especulação dos gnósticos é a palavra para nosso próprio tempo com todas as suas perplexidades: “Cristo é a imagem do Deus invisível”.

Temos o relacionamento de Cristo com a criação publicada neste grande título: “O primogênito da criação.” À primeira vista, isso parece incluí-Lo na grande família de criaturas como a mais antiga e tratá-Lo como uma delas. Esse significado foi atribuído às palavras, mas não é o que podemos depreender da linguagem do próximo verso, que foi adicionado para provar e explicar o título. O título encerra a prioridade em existência e em supremacia. Ele substancialmente significa o mesmo que a outra proclamação do “Filho primogênito”, com a diferença de que a posterior destaca a relação do Filho com o Pai, enquanto a primeira enfatiza Seu relacionamento com a criação. Mais adiante deve ser notado que essa menção se aplica à Palavra eterna e não à encarnação da Palavra, ou, para colocar de outra forma, a divindade e não a humanidade do Senhor Jesus é que o apóstolo tem em vista.

Uma série de cláusulas se seguem colocando mais plenamente a relação do Filho primogênito com a criação, assim confirmando e explicando o título. Todo o Universo está colocado numa classe e somente Cristo à sua frente. Nenhuma linguagem poderia ser mais abrangente. Quatro vezes numa frase temos “todas as coisas”: todo o Universo, mencionado várias vezes e direcionado para Ele como Criador e Senhor; onde quer que essas criaturas estejam e o que quer que sejam, Ele fê-las. Paulo agrupa todo o universo dos seres criados, reais ou imaginários, e, então, acima e separado dEle, o seu Senhor e Criador, o seu princípio e fim. Paulo aponta para a pessoa majestosa do único Filho primogênito de Deus, o Seu primogênito, mais alto do que todos os governantes da Terra, quer sejam humanos ou sobre-humanos.


A linguagem empregada dá um forte destaque aos muitos relacionamentos que o Filho sustenta com o Universo. A primeira dessas palavras, “nEle”, considera-O como o centro criativo, e pode ser comparada àquela no prefácio do Evangelho de João: “NEle estava a vida.” O erro dos gnósticos foi colocar o ato da criação e a coisa criada tanto quanto possível distantes de Deus, e elas são ajuntadas por essa notável expressão que conduz a criação e a criatura a um senso íntimo muito real do restringir da natureza divina, como manifestado na Palavra.

Os perigos possíveis dessa profunda verdade são prevenidos pela próxima proposição usada: “Todas as coisas foram criadas por Ele.” Ele é a imagem do Deus invisível e por meio dEle todas as coisas foram criadas. A mesma conexão de ideias é encontrada na passagem paralela na Epístola aos Hebreus, onde a expressão “pela qual Ele fez o universo” se coloca em conexão imediata com “o Filho é o resplendor da glória de Deus.”

Mas ali resta ainda outra relação entre Ele e o ato da criação. “Por Ele” todas as coisas foram feitas. Todas as coisas vêm dEle e tendem para Ele. Ele é o Alfa e o Ómega, o princípio e o fim. Todas as coisas emergem de Sua vontade, extraem a sua existência daquela fonte e retornam para Ele. Essas relações que são aqui declaradas em relação ao Filho são, em mais de um lugar, ditas em relação ao Pai. A Sua existência antes de toda a criação é repetida com uma força nas palavras “Ele é” que mal pode ser apresentada na nossa língua. A primeira é enfática, “Ele mesmo”, e a segunda enfatiza não somente a preexistência, mas a absoluta existência. “Ele era antes de todas as coisas” não diria tanto quanto: “Ele é antes de todas as coisas.” Somos informados pelas Suas próprias palavras: “Antes que Abraão existisse, Eu sou.”

“Nele subsistem todas as coisas” ou “são mantidas juntas.” Ele é o elemento no qual tem lugar e pelo qual é causada essa criação contínua que é a preservação do Universo, por ser Ele o elemento no qual o ato criativo original teve lugar no passado. Todas as coisas vieram a ser e formam uma unidade ordenada nEle. Ele é “o vínculo da perfeição”, a pedra fundamental da abóbada, o centro de rotação.

Tal então é o ensinamento do apóstolo sobre a Palavra eterna e o Universo. Que pensamento maravilhoso é que todo o curso dos acontecimentos humanos e os processos naturais  era e é dirigido por Aquele que morreu na cruz! O leme do Universo é segurado pelas mãos que foram perfuradas por nós. O Senhor da natureza e motor de todas as coisas é aquele Salvador sobre cujo amor podemos repousar a nossa cabeça dorida. Em todos os lugares podemos ver o nosso Salvador, e do lado de fora de toda a tempestade podemos ouvir a Sua voz através da escuridão dizendo: “Sou Eu, não temas!”.

A última relação nessa importante porção é aquela entre Cristo e a Sua Igreja. “Ele é a cabeça do corpo, da Igreja; é o princípio, o primogênito dentre os mortos.”

Claramente é pretendido que um paralelo seja traçado entre a Sua relação com a criação material e com a Igreja, a criação espiritual. O que a Palavra de Deus antes da encarnação é para o Universo, assim é o Cristo encarnado para a Igreja. Como Ele é o primeiro no tempo e superior em dignidade na primeira ordem, assim Ele é na segunda ordem. Como no Universo Ele é a fonte e a origem de todo o ser, assim na Igreja Ele é o princípio, tanto como o primeiro quanto como à origem de toda vida espiritual. Como as palavras incandescentes que descreveram a Sua relação com a criação começam com o importante título “o Primogênito”, assim aquelas que descrevem a Sua relação com a Igreja encerram-se com o mesmo título numa diferente aplicação.

Temos aqui Cristo, a cabeça, e a Igreja, o Seu corpo. No reino mais baixo, a Palavra eterna era o poder que mantinha todas as coisas juntas, e similar, porém mais elevada em forma, é a relação entre Ele e toda a multidão de almas crentes. O Senhor é a fonte da vida espiritual misteriosa que flui dEle para todos os membros, Ele é a visão no olho, o fortalecimento no braço, a ligeireza nos pés, o rubor na face, sendo abundantemente variado em Suas manifestações, mas um em natureza e tudo dEle. A mesma misteriosa derivação da vida dEle é ensinada na Sua própria metáfora da vide, na qual cada ramo, mesmo que distante da raiz, vive pela vida comum circulante por todos, a qual se apega às gavinhas e se avermelha nos cachos, e não é delas embora esteja nelas.

O conceito de fonte da vida guia necessariamente para o outro: que Ele é o centro da unidade, por quem os “muitos membros” se tornam “um corpo”, e o emaranhado de ramos, uma vide. A cabeça naturalmente vem a ser o símbolo para autoridade, e essas três ideias de base da vida, de centro da unidade e de emblema do poder absoluto parecem ser essencialmente aquelas indicados aqui.

Cristo é o princípio para a Igreja. No mundo natural Ele era antes de tudo e fonte de tudo. A mesma ideia dupla está contida neste título: “o Princípio.” Isso não significa apenas o primeiro membro de uma série que a inicia, como a primeira ligação numa cadeia, mas significa o poder que causa o início da série.

Ele é a cabeça e o princípio para a Sua Igreja por meio da Sua ressurreição. Ele é o primogênito da morte, e a Sua comunicação de vida espiritual para a Sua Igreja requer o fato histórico da Sua ressurreição como base, pois um Cristo morto não poderia ser a fonte da vida, e que a ressurreição complete a manifestação da Palavra encarnada, pela nossa fé nela, para a Sua vida espiritual fluir para o nosso espírito. A menos que Ele ressuscitasse da morte, todas essas reivindicações seriam nada mais que um sábio ensinamento e um caráter integro desintegrado, e pensar nEle como uma fonte de vida seria impossível.

Ele é o princípio por meio da Sua ressurreição também com respeito a Ele levantar-nos da morte. Ele é as primícias daqueles que dormiram e levaram a promessa de uma poderosa colheita. Ele ressurgiu da morte e, dessa maneira, não temos apenas uma demonstração para o mundo de que há vida depois da morte, mas a certeza para a Igreja de que, porque Ele vive, nós também vivemos. Não pode haver um corpo morto e uma cabeça viva. Ele ressurgiu para que pudesse ser o primogênito entre muitos irmãos.

Assim o apóstolo conclui que em todas as coisas Ele é o primeiro, e todas as coisas são para que Ele seja o primeiro. Quer seja em natureza ou em graça, a Sua preeminência é absoluta e suprema. O fim de toda majestade da criação e de todas as maravilhas da graça é que Sua figura única esteja em pé claramente como centro e Senhor do Universo, e o Seu nome seja exaltado acima de todo o nome.


Assim a questão das questões para todos nós é: “O que pensas de Cristo?” Os nossos pensamentos têm de se voltar para o objeto que pode parecer abstrato e remoto, mas essas verdades que estivemos tentando tornar claras e apresentar nas suas conexões não são meros termos ou proposições de uma teologia meio mística distante de nossa vida diária, mas ostentam grave e diretamente a maioria dos nossos mais profundos interesses. “O que é Cristo para nós?” O nosso coração salta com um alegre ámen quando lemos as importantes palavras desse texto? Estamos prontos para coroá-Lo Senhor de tudo? É Ele a nossa cabeça, para nos encher com vitalidade, para nos inspirar e nos comandar? É Ele o alvo e o fim da nossa vida individual? Podemos cada um de nós dizer: “Vivo por Ele, nEle e para Ele”? Somos bem-aventurados se damos a Cristo a preeminência.

http://elescreram.blogspot.com.br/2011/08/alexander-mclarem-o-principe-dos.html

24 de maio de 2014

Roger Williams fundador da igreja batista nos EUA




Roger Williams (21 -12-1603 a 18-04-1683) Foi um pastor batista ,nascido na Inglaterra,e um dos Founding Fathers ( pais fundadores da América do Norte ) que preferiu deixar a segurança da igreja inglesa para se aventurar no novo mundo, na América do Norte, porque ali havia esperança de liberdade de exercer uma fé simples, ao contrário da fé que existia em seu País, que era uma fé denominacional, onde ninguém poderia crer de maneira diferente, ainda que fosse bíblica.
    
Foi um esplêndido propagador da tolerância religiosa e da independência entre igreja e estado, além de defender o interesse dos nativos americanos. Em 1644, ele foi nomeado para administrar a criação da colônia de Rhode Island  que viria a ser  um refúgio para as minorias religiosas.

                    busto de RW em Providence RI
Williams ficou famoso por discordar de tomar a terra dos nativos  à força, como queriam os colonizadores. Ele era a favor de comprar as terras e indenizar justamente os nativos. Ele foi a corte por causa disso, mas acabou prevalecendo, pois o Senhor era com ele e então acabou comprando dos índios Narragansett um pedaço de terra onde fundou Providence, capital de Rhode Island.
Provavelmente, foi Roger Williams quem fundou a Primeira Igreja Batista na América, e como ele mesmo disse: "Deus é grande demais para deixar todos morando debaixo do mesmo teto".

Williams tornou-se um puritano logo na sua juventude, contra o desejo de seus pais, que era um modesto comerciante em Smithfield, Inglaterra.
Sob o patrocínio de Sir Edward Coke,Williams foi educado em Cambridge, onde aprendeu a falara várias línguas, tais como grego, hebraico, holandês, francês e latim.

                 mapa de Rhode Island
Ele se casou com Maria Barnard  e o casal teve seis filhos, todos nascidos em Rhode Island, USA. Seus filhos foram:  Maria, Freeborn, Providence, Mercy, Daniel e Joseph.


Ele recusou emprego nas Universidades inglesas e até mesmo na igreja da Inglaterra porque discordava da maneira mecânica que a igreja conduzia a obra do Senhor e por isso imigrou para a Nova Inglaterra em busca de  liberdade de fé e de consciência,o  que lhe foi negada em seu próprio País.

3 de novembro de 2013

George W. Truett - Grande Pastor Batista

George W. Truett
1867-1944


Pastor batista. George W. Truett nasceu em 6 de maio de 1867, em Hayesville, Carolina do Norte. Ele foi convertido a Cristo na Igreja Batista Hayesville com a idade de 19. Quando ele entregou seu coração a Cristo para a salvação, ele também se rendeu a vontade de Deus para o serviço pastoral. O desejo de sua vida parecia ser: "Tua vontade será feita, Senhor." 

Em 1897 ele se formou na Universidade de Baylor e em setembro do mesmo ano foi chamado para pastorear a Primeira Igreja Batista de Dallas, Texas, e lá permaneceu por 47 anos. Sob sua liderança, a Primeira Igreja Batista cresceu e se tornou o maior igreja do mundo na época. 


Dr. Truett atuou como presidente da Convenção Batista do Sul, 1927-1929, e como presidente da Aliança Batista Mundial 1934-1939. Ele foi para estar com o Senhor no dia 7 de julho de 1944, em Dallas, Texas.






George Washington Truett
GEORGE W. TRUETT pastoreou a mesma congregação por 47 anos, mas sua influência estendeu-se muito além de Dallas, Texas, ele foi para  o mundo, provavelmente, o maior líder dos Batista do Sul que já viveu. Sua humilde, espiritualidade e estilo de pregação simples o levou a ter reputação de ser o maior pregador de seus dias, com muitas pessoas  referindo-se a ele como “o novo Spurgeon.”

 Ele era o sétimo filho de Charles L. e Maria R. (Kimsey). Esta  mãe viu seu marido e filho finalmente convertidos depois de muita perseverança na oração. George nasceu em uma fazenda de montanha de 250 acres na Carolina do Norte. Primeiro, ele sentiu uma profunda necessidade do perdão de Deus, quando ele tinha apenas seis anos, depois de ouvir a um velho pregador.

Mais uma vez, um dia ao olhar para as vacas de seu pai, Deus poupou-o enquanto ele quase foi  mordido por uma cascavel mortal. Isso trouxe uma oração de agradecimento e mais convicção ainda. Aos onze anos de idade, o Senhor novamente pesou sobre ele uma glória celestial, durante um encontro de avivamento local na casa igreja moun-tain. 


 Truett, quando jovem era familiarizado com arado, rifle e livros, era o garoto mais popular da argila County, na Carolina do Norte. Ele continuou um freqüentador de igreja regular (Clay County Igreja Batista), mas não era um cristão. Um domingo de manhã, no outono de 1886, um pregador com o nome de IG Pulliam, pregava na igreja e já estava para encerrar a campanha evangelística,  para grande alívio do jovem George, mas naquela noite,  Espírito de Deus queria novamente lidar com ele e o  evangelista anunciou que iria continuar por mais uma semana! Ele usou como seu texto, Hebreus 10:38. Quando o sermão terminou e o hino convite começou, George, de  19 anos, rendeu  publicamente sua alma ao Salvador.

Ele disse a sua mãe na manhã seguinte, no café da manhã " Mãe, eu aceitei a Cristo como meu salvador e agora meu coração está cheio de grande paz .“  Na noite seguinte, quarta-feira o pastor encorajou-o a dar uma palavra de testemunho. Ele logo se viu no corredor implorando por seus amigos e vizinhos para buscar a misericórdia de Deus. Muitos responderam. A partir dessa hora em diante as pessoas começaram a encoraja-lo a entrar no ministério. 

. Dr. JB Hawthorne, pastor da Primeira Igreja Batista de Atlanta, disse que ao ouvir Truett,

“Ouvi Henry W. Grady, Henry Ward Beecher, Phillip Brooks e outros famosos pregadores do mundo, mas nunca em toda a minha vida tem sido a minha alma mais profundamente agitado por qualquer sermão do que  naquele dia em Marietta por aquele menino das  montanhas. Meu coração ardia dentro de mim e eu não conseguia manter as lágrimas.”


George Truett tinha vinte anos quando e já tinha 300 alunos em sua pequena escola bíblica, chamada Academia Hiawassee inaugurado em 1887. Seu primeiro convertido era um pobre, aleijado menino montanha. O rapaz testemunhou para Truett: "Professor, eu encontrei o Salvador, e o que você me dizia sobre ele, agora eu entendo e o amor que você me falava que ele tinha por mim, agora eu sinto em meu coração ." 

Um dia ele visitou um amigo dele na escola, convidando-o para aceitar Jesus como Senhor e Salvador e ele sempre dizia "Não esta noite. Talvez amanhã à noite, mas não esta noite." Quando ele deixou de ir à escola por alguns dias, Truett o visitou em casa e constatou  que seu amigo tinha contraído pneumonia, e sua condição foi piorando. Enquanto estava sentado ao lado da cama do menino, as mesmas palavras tristes vinham de sua boca, "Hoje não, talvez amanhã à noite ..."
- e morreu pouco tempo depois. Truett nunca mais esqueceu o incidente e sempre se referiu e a ele em suas palestras.


Com apenas 23 anos, foi nomeado secretário financeiro da Universidade de Baylor em Waco, Texas, que teve . uma dívida de US $ 92.000,00.
 Pastor RF Jenkins tinha escrito ao  Dr. BH Carroll, reitor da Baylor University  sobre o jovem  Truett: "Há uma coisa que eu sei sobre George W. Truett – “onde quer que ele fala, as pessoas fazem o que ele pede para elas fazerem ". 

 Em 23 meses (1891-1893) George eliminou a dívida. Ele ia  pessoalmente fazendo apelo como um alto-falante e também de casa em casa por algumas semanas.

Alguns anos mais tarde, lhe foi oferecido a presidência do Baylor College, mas recusou, favorecendo os ministérios pastorais. Ele disse: "Eu tenho buscado e  procurado ter    um coração de pastor." 

Aos trinta anos, ele aceitou o desafio de ser pastor da igreja de Dallas,  permanecendo lá até sua morte, em julho de 1944, 47 anos mais tarde. A igreja, eventualmente, iria ocupar um quarteirão inteiro e se tornaria uma das maiores igrejas do mundo. Durante seu pastorado, a membresia aumentou de 715 para 7.804, com um total de 19.531 novos membros recebidos. Foram 5.337 batismos e contribuições totalizaram US $ 6,027,000,00 e isso, em 1919.

A Escola Dominical cresceu para 4.000 atendentes e milhares de pessoas foram salvas! Ela cresceu para ser a maior igreja da Convenção Batista do Sul, e uma das mais influentes em todo o mundo. Sua compaixão para com os perdidos foram  evidenciadas  pelo fato dele separar duas manhãs inteiras a cada semana para correspondência com os não convertidos. 

 Em 1904, Robert H. Coleman tornou-se assistente leigo do Truett e superintendente da Escola Dominical , e continuou como seu companheiro leal e útil por muitos anos.

Truett era também um pregador nos "rodeios de cowboy" por todo  Texas. Ele também foi um dos vinte homens apontados pelo presidente Wilson para pregar para o exército para as  Forças Aliadas na Europa, o que fez por seis meses em 1918, durante a Primeira Guerra Mundial I.

Ele percorreu a América do Sul durante o verão de 1930, pregando para grandes multidões. A viagem da América do Sul durou dois meses e meio, e incluiu visitas para o Brasil, Argentina e Chile. Truett foi o único orador Americano  no programa do Centenário Spurgeon em Londres, Inglaterra, em abril de 1934. 

Truett nunca foi envolvido em esportes atléticos, ele não era pescador, jardineiro, mecânico de casa, nem nadador - mas o trabalho duro e uma boa dieta manteve em boas condições de saúde para a maioria de seus anos. 

Truett escreveu uma bela carta para sua esposa em seu   aniversário de 70 anos. Ele escreveu:


6 de maio de 1937
Minha querida Josephine,
Eu vivi fora do tempo normal da vida! Viajei muito, estive muito tempo fora e as emoções são profundas demais para expressar com  palavras e isso mexe com meu coração. Mais do que as pobres palavras podem dizer, eu louvo a Deus, por todas as misericórdias que Ele tem derramado sobre mim, por todos esses rápidos anos que ele tem me abençoado! É tudo pela sua  graça, a graça, maravilhosa, a  graça de Deus!: Eu fervorosamente espero e oro para que os meus dias à frente possam ser muito melhores  e mais úteis do que os dias que se foram. Que Deus conceda misericórdia e  que, por causa do seu grande nome nós possamos viver muitos dias felizes!  Embora eu não mereça qualquer um destes favores de Deus, eu agradeço por cada um deles e desejo me  esforçar ainda mais fielmente a fazer a minha vida humilde e imperfeita, uma bênção para as pessoas. E você, minha esposa amada, vai estar ao meu lado, para orar por mim e me ajudar em cada um desses meus passos – Você, meu maior conforto terrestre e inspiração.  Setenta anos de idade, mas sempre forte no Senhor! Seu e sempre seu, George 



“Vou sempre atrás dos que estão perdidos, eles são escravos que poderiam ser reis” George W. Truett