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1 de setembro de 2013

JACK COE Evangelista de tendas


 

Roberts Liardon, em seu livro “Os Generais de Deus”, ao falar sobre Jack Coe, afirma ser aquele “um homem que possuía uma fé ousada”. Ao ler este capítulo de seu livro, passamos a ter a certeza de que ele estava nos dando a exata proporção do tamanho da fé daquele pregador.
Para que possamos situar o nosso leitor no tempo, Jack Coe nasceu em Oklahoma, Estados Unidos, aos 11 de março de 1918, filho de George e Blanche Coe. Ao todo, foram sete filhos, que o casal teve e nenhum deles, naquele começo de vida, freqüentava qualquer congregação religiosa, embora os pais tenham recebido uma orientação cristã. A vida da família não era fácil e se alguém perguntar se ainda poderia ser pior, tenha a certeza de que sim.


George Coe tinha dois péssimos hábitos: beber e jogar. Inveterado jogador, ele não media nenhuma conseqüência e nem pensava na família. Lá pelos idos de 1923, Jack, então com cinco anos, um caminhão de mudança estacionou diante de sua casa. Na sua inocência pensou que o pai tinha comprado algo mais para a casa. Ledo engano. Os homens do caminhão chegaram e levaram todos os moveis da casa. O pai dele os tinha perdido no jogo. E, ainda por cima, ele tinha ido embora, deixando a família na mais triste situação.

Jack viu sua mãe em prantos, ajoelhada naquela casa vazia, orando. Ele nem entendia como ela poderia estar orando diante de uma situação como aquela. E ficou pensando como seria a vida deles ali, na casa, sem móveis, sem dinheiro, sem pai. O que ele não sabia – e nem a sua mãe – é que seu pai tinha ido muito além do que parecia. No dia seguinte um homem veio para ver a casa deles e a mãe, imaginando que a pessoa a quisesse comprá-la, disse que a casa não estava à venda. O homem, então, respondeu que não queria comprar a casa, pois ela já era dele. E pediu que eles desocupassem o imóvel, também perdido pelo pai nas mesas de jogo.


Decidida, Blanche Coe pegou os filhos e se mudou para a Pensilvânia, onde tentou dar a eles uma vida decente. Moravam em um porão. A mãe dava duro, lavando roupas para fora. Um dia, George apareceu por lá e pediu para voltar. Suplicou, mesmo, dizendo que tinha se curado do vício, que nunca mais jogaria. Ela o aceitou, voltaram a viver juntos, mas George voltou a beber e jogar e a mulher o abandonou para sempre. Deixou com ele os filhos e se foi, com a filha, mais velha.

Os filhos, só com o pai irresponsável, ficaram mais perdidos, ainda. George saia para jogar e os deixava sozinhos em casa, muitas vezes sem ter nada para comer. Sabedora da história, a Sra. Coe voltou e pegou os filhos. Quando Jack contava nove anos, sua mãe, oprimida pela responsabilidade da manutenção das crianças, levou Jack e o irmão mais velho e os deixou em um orfanato. Mais um grande baque para aquela criança que só via perder as coisas que mais gostava. Foram-se os móveis, foi-se a casa, foi-se o pai e, agora, a mãe. E, se podemos pensar que a coisa parava aí, o irmão de Jack fugiu do orfanato, roubou uma bicicleta e acabou atropelado e morto por um carro. E o pequeno Jack ficou oito anos no orfanato, sofrendo, curtindo amarguras. A vida não tinha sido fácil para ele e nada tinha aprendido sobre Deus, naquela casa. 

 

Lá pelos dezessete anos, ele deixa o orfanato e começa a levar uma vida de bebedeiras e farras. O único exemplo que ele tinha era do pai, bêbado. E ele seguiu este exemplo, tornando-se um alcoólatra. Ele até tentou, nesse período, se aproximar de Deus, buscando uma igreja, mas não encontrou nenhuma resposta para as muitas perguntas que tinha. E continuou a vida de farras e bebidas, até que sua saúde mandou o recado. Adquiriu uma úlcera no estômago e arritmia cardíaca. O médico, procurado, deu o seu diagnóstico sombrio: A próxima bebedeira poderia colocar um fim na sua vida. E assim foi ele, buscando igrejas, prometendo que deixaria a bebida e sempre fracassando diante do próximo copo.

Em uma dessas noites de muita bebida e coração batendo descompassado, Jack como que ouviu uma voz dizendo a ele: Esta é a sua última chance. Eu já chamei muitas vezes e, agora, o chamo pela última vez. Assustado, com o que entendeu ser a voz do Senhor, procurou mudar, de verdade. Buscou os cultos evangélicos, procurou ler a bíblia e foi um leitor dos mais apaixonados. A sua vida começou a mudar. Alistou-se no exército e foi servir entre homens que não tinham a sua fé. Buscou pregar a palavra a eles e o que conseguiu foi uma, aliás, várias internações em hospitais psiquiátricos. Ser um crente, como ele pretendia ser, era considerado loucura e sujeito a internações. Acabou deixando o exército, muitas internações depois, mas não perdeu a sua fé e a sua vontade de servir ao Senhor.



Casou-se com Juanita Scott, continuou buscando uma forma de pregar a palavra e acabou tendo uma oportunidade, depois de várias tentativas, frustradas, acabou sendo ordenado pastor na Assembléia de Deus e foi para a cidade de Longview, no Texas, onde continuou a orar e estudar sobre cura divina até que, um dia, resolveu que o seu culto seria sobre cura divina. E anunciou uma campanha dizendo que “Deus irá abrir os olhos aos cegos, fazer o paralítico andar e o surdo ouvir”. Dia seguinte, igreja lotada. As enfermidades apresentadas não eram lá essas coisas, dores de estômago, dores de cabeça, uma ou outra indisposição. Mas, em meio a tudo isso, uma mulher cega. E Coe se preocupou “Senhor o que vou fazer com ela...o que vão dizer se ela não for curada?” Jack orou com fé para a mulher e a ungiu com óleo. Os olhos da mulher se abriram e ela disse que estava vendo vultos, algo se movendo, mas só. Coe lembrou-se de que Jesus, certa ocasião, tinha orado duas vezes para que uma pessoa fosse curada, orou de novo. E desta vez, a mulher começou a gritar “Eu estou vendo...Eu posso ver...” A notícia da cura desta mulher se espalhou e Jack Coe foi convidado por um pastor de Oklahoma para fazer uma campanha de três dias por lá. Ele foi e foram tantas as curas, surdos ouvindo, paralíticos andando, que a congregação local teve que alugar um ginásio para que as pessoas pudessem se acomodar.

Os Coe, Jack e Juanita, haviam comprado uma linda casa, da qual ela se orgulhava muito e viviam felizes por lá. Um dia, na volta de um culto, Juanita começou a chorar, pois havia entendido que Deus queria que eles vendessem a casa e tudo o que tinham para se dedicarem integralmente à obra. Por incrível que pareça, na manhã seguinte um homem estava à porta da casa deles para comprá-la. Eles a venderam e compraram uma velha tenda, uma caminhonete e um trailer. E passaram a montar a tenda e atender em várias cidades. Alguns percalços, o vento derrubando a tenda em um dos locais, mas Deus nunca os abandonou e eles tiveram dinheiro suficiente para comprar uma tenda nova e uma caminhonete ainda maior para carregá-la. As viagens, as pregações e as curas continuavam. As perseguições, também. Um dia, em Fresno, na Califórnia, ele foi preso sob a acusação de estar perturbando o sossego público. Coe declarou-se inocente, foi a julgamento e absolvido, por falta de provas.

De Jack Coe diziam que ele era corajoso, atrevido, irritado, impertinente...mas, também, humilde e impetuoso de tal forma que dominava suas platéias com maestria. Sua fé era temerária e desafiadora. Entre suas qualidades, destaca-se o fato de ter sido o primeiro evangelista a atrair e dar boas vindas à comunidade negra, até então marginalizada nos outros cultos. Durante a sua vida, Coe não podia ter notícia de que havia uma tenda maior que a dele. Imediatamente comprava uma ainda maior. Assim, na sua vida de perseguir este alvo comprou e vendeu muitas tendas, sempre estando com a maior delas e, sempre as lotando, por onde passava. 

Ciúmes, divergência na forma de pregação e, em 1953 Jack Coe foi expulso da Assembléia de Deus. O concílio geral de igreja dizia-se envergonhado com alguns de seus métodos e irritado com sua extrema independência. Expulso, resolveu continuar sua vida do mesmo jeito que sempre fizera e passou a desenvolver a idéia de formar centros de avivamento. Seria esta a sua igreja. Assim, ainda em 1953 surgiu o primeiro dos centros. O Centro de Avivamento de Dallas. Ali, um dia, Coe resolveu questionar Deus. Por que muitas pessoas eram curadas e outras voltavam para a casa do mesmo jeito que foram, sem conseguirem a cura? Após um período de oração, recebeu a revelação de Deus de que muitos não compreendiam como receber a cura e que precisavam de ensinamento nas escrituras, com respeito à Sua palavra e o Seu poder. Assim, Coe fundou uma casa de fé, um lugar onde o enfermo poderia ficar até receber a benção da cura e onde havia aulas diárias sobre oração e cura divina.
Se a infância e juventude de Jack Coe foram de muita dor e tristeza, não se pode negar que o seu ministério também tivesse passado por alguns momentos ruins, embora totalmente vencedor. Continuou evangelizando por todo o país e tentando levantar dinheiro para um programa de televisão. Em 1956 ele foi preso em Miami, na Flórida, sob a acusação de praticar a medicina sem licença. Miami era conhecida por sua perseguição aos evangélicos, de modo que não houve nenhuma surpresa. Quando a perseguição começava a se intensificar, os pastores saiam da cidade. Jack Coe, porém, não se intimidou, decidiu ficar e lutar. Foi parar na prisão. Da prisão começou a exortar os evangelistas de cura divina que viessem a Miami e lutassem por aquilo que criam. No dia de seu julgamento, evangelistas proeminentes compareceram para testemunhar a seu favor e o juiz deu o caso por encerrado.

A vitória em Miami foi muito grande e provou, mais uma vez, o valor de Jack Coe. Era sabido, porém, que de modo inverso ao que pregava a palavra e realizava curas, Coe pouco se importava com a sua saúde. O excesso de trabalho (três reuniões por dia durante quatro a seis semanas), falta de descanso e os problemas que já carregava de sua adolescência acabaram pesando. Quando pregava em Hot Springs, no Arkansas, o evangelista de cura divina adoeceu gravemente. A família de Jack Coe diz que o Senhor o avisou sobre a sua morte um ano antes da data e que ele aceitara o fato de que iria morrer em breve. E por causa disso ele trabalhou mais incessantemente, ainda, para pregar o evangelho.

O problema de saúde ocorrido em Hot Springs era sério, mas Coe julgou que apenas estava com um esgotamento físico em função de muito trabalho. Infelizmente, não era. Os médicos diagnosticaram que seu caso era poliomielite. Sua esposa optou por sua internação para tratamento e ele, para que ela ficasse mais tranqüila, consentiu. Em sua internação e tratamento, ele permaneceu por muito tempo inconsciente. Algumas vezes recobrava a consciência e conseguia dizer o que sentia e o que estava precisando. Segundo Juanita, sua esposa e companheira de todas as horas e de todas as lutas, O Senhor havia falado com Coe de que a hora de sua partida, chegara. Assim, no início de 1957, Jack Coe, o homem que possuía uma fé ousada, recebeu o chamado do Senhor e se foi, deixando um maravilhoso trabalho de evangelização e de curas divinas.

fonte- Ministério Caminhar

AA Allen Evangelista da cura













Asa Alonzo Allen nasceu em Sulphur Rock, Arkansas em 27 de março de 1911. Ele teve uma infância profundamente infeliz. Seus pais eram alcoólicos, sua mãe (india  Cherokee ) foi infiel e ele cresceu na pobreza extrema. Sua mãe o colocava na cama, ainda um bebê, com tranquilizantes para mantê-lo quieto. Mesmo um jovem garoto AA iria fazer algum dinheiro extra cantando nas esquinas. Na idade de 14, sentindo-se desesperado para sair da miséria da sua casa. Então ele fugiu. Ele perambulou pelas ruas, viajava em trens de carga, e fazia biscates. Com a idade de 21, ele era alcoólatra como seus pais.

Em 1934, Allen foi para a Igreja Metodista em Onward Miller, Missouri e ouviu o som de cânticos alegres.Curioso, ele foi para a reunião. Uma evangelista mulher estava pregando. Ele foi para o encontro novamente na noite seguinte e entregou sua vida a Cristo. Ele começou a mudar de vida. Não havia trabalho, onde foi que ele se mudou para o Colorado para trabalhar em um rancho. Ele conheceu uma jovem mulher chamada Lexie Scriven, e eles se casaram em 1936. Ele também entrou em contato com o pentecostalismo através de uma reunião em casa e ficou cheio do Espírito. Allen tinha o desejo de pregar o evangelho que tinha mudado ele. Foi quando decidiu se tornar um ministro e filiou-se com a Assembleia de Deus. Allen ia cortar madeira para fazer dinheiro e, em seguida, viajar para cidades pequenas para pregar o evangelho. 

Em 1936, ele assumiu o pastorado na Holly, Colorado uma pequena cidade perto da fronteira do Kansas. Seu primeiro filho havia nascido. Allen foi oficialmente ordenado como ministro da Assembléia de Deus durante seu tempo lá. Durante este pastorado, Allen jejuou e orou e Deus o encontrou. Foi-lhe dada uma lista de coisas treze anos que iria levá-lo a ver o poder de Deus em seu ministério. Muitos desses itens focados em consagração total a Deus e estabelece pecado. Deus disse a ele se ele fez todas essas coisas que ele iria ver curas e milagres.

Ele deixou o pastorado e começou a realizar reuniões como um evangelista de cura  . Em Missouri um mineiro de carvão que tinha sido cego por vários anos foi curado. Allen realizou reuniões e estava constantemente na estrada. A sua renda não era estável e a responsabilidade estava crescendo a cada dia . Em 1947, Allen aceitou um chamado para pastorear uma igreja em Corpus Christi, Texas. Ele queria se assentar e ter uma vida familiar. A igreja floresceu. Allen teve uma visão para alcançar mais pessoas. Ele queria iniciar um ministério de rádio. A igreja recusou-o e ele ficou arrasado. Ele percebeu, ao longo do tempo, o inimigo tinha se aproveitado de sua mágoa e atacou-o.

Em 1949, o reavivamento de cura,  estava fazendo notícia. Ele estava incrédulo no início, mas sentiu agitado para olhar para o que estava acontecendo. Ele foi para um encontro de avivamento em uma tenda. Ele percebeu, enquanto observava o que estava acontecendo que este era o ministério que Deus o havia chamado para fazer. Ele tinha sido dispostos a pagar o preço para vê-lo, no entanto. Ele renunciou ao seu pastorado, em 1950, e mais uma vez começou a realizar reuniões evangelísticas. Pessoas seriam curadas em seus assentos enquanto ele pregava. Ele também teve seu primeiro artigo na "Voz da Cura" influente revista da época. Ele se tornou um colaborador regular da revista para os próximos anos.



Em 1951 ele comprou sua primeira barraca. Em 1953 ele estava em estações de rádio em todo os EUA, México, Cuba e América Latina. Os rumores começaram a aparecer sobre ele em 1955. Sua luta com o álcool era um tema constante. Ele foi parado por dirigir embriagado em Knoxville, Tennessee e pagou a multa para que ele pudesse continuar o seu ministério. A Assembléia de Deus  pediu-lhe para sair do ministério por um tempo para esclarecer a questão. Ele saiu da Assembléia e  continuou o ministério. Ele também demitiu-se da "Voz da Cura" .

Allen continuou como um ministro independente. Ele começou a sua própria revista chamada "Revista Miracle", que até o final de 1956 tinha mais de 200.000 assinantes. Ele começou a Irmandade Revival Miracle objetivo ordenar ministros e apoiar missões. Ele ficou sob intensa pressão e ataque, com pessoas indagando sobre a sua saída da Assembléia de Deus. Ele, que sempre foi agressivo, tornou-se cada vez mais extravagantes. Em uma tentativa de provar que seus críticos estavam errado, dava muita ênfase a suas histórias de milagres e cura.Como o movimento de cura se tornou cada vez mais segmentada, ele começou a atacar "denominacionalismo".



Em 1958, ele sentiu-se chamado a construir uma escola bíblica em Phoenix, Arizona. Alguém doou 1.250 acres de terra, que ele apelidou de Miracle Valley. Ele também começou a mudar a partir de cura para uma mensagem de prosperidade. Em 1960 ele construiu uma igreja com 4000 assentos . Na década de 60 ele se divorciou e tornou-se enfermo de artrite. Ele foi processado por US $ 300.000 em impostos atrasados. Ainda assim ele continuou com o seu ministério levando jovens evangelistas com ele para treiná-los. Em 1970, ele escreveu sua autobiografia intitulada Born to Lose, Bound to Win, com co-autor Walter Wagner. 
Allen morreu em um hotel depois de voar para a Califórnia para ver um médico sobre a dor no joelho. Ele estava usando analgésicos para a artrite e não havia álcool em seu sangue. O legista declarou que ele era alcoólatra. Don Stewart, em seu livro "Somente Crer", fala sobre sua estreita associação com Allen e dá uma visão equilibrada do seu ministério.
FONTE avozdacura.blogpot.com

12 de julho de 2013

Smith Wigglesworth - O apóstolo da fé


Desde o final do século dezenove, até sua morte, em mil novecentos e quarenta e sete, aos oitenta e sete anos, Wigglesworth, um humilde encanador sem instrução formal, servidor de Deus, pregou e orou em redor do mundo.







O Pastor e historiador Roberts Liardon, em seu livro “Os Generais de Deus”, já começa a falar de Smith Wigglesworth chamando-o de O Apóstolo da Fé. E abre o capítulo referente a esta importante figura religiosa britânica reportando um acontecimento digno de ser relatado:
 
 
 

Quando meu amigo disse: ela está morta, ele estava apavorado. Eu nunca tinha visto um homem tão assustado em toda a minha vida...o que devo fazer, perguntou ele. Você pode até achar que o que eu fiz em seguida tenha sido algo absurdo, mas corri até a cama e a arranquei de lá. Carregando-a nos ombros, levei-a até a parede e a ergui, firmando o seu corpo contra aquela parede, já que ela estava realmente morta.



Olhei firmemente para o seu rosto e disse: Em nome de Jesus eu repreendo este espírito de morte...Repentinamente, todo o seu corpo começou a tremer, desde o alto da cabeça até a sola do pé...e continuei: Em  nome de Jesus, eu te ordeno que andes, disse a ela...tornei a repetir: Em nome de Jesus...Em nome de Jesus, ande!
E ela andou.
 


A ressurreição de mortos era apenas uma das facetas extraordinárias do ministério de Wigglesworth.

  Smith Wigglesworth nasceu em Menston, Yorkshire, na Inglaterra aos 8 de junho de 1859 e faleceu em Wakefield o dia 12 de março de 1947. Ele se constituiu em uma importante figura religiosa britânica do fim século 19, além

de ser por demais importante na história do início do pentecostalismo.
 


Este inglês, ungido e escolhido por Deus, nasceu em uma família pobre. Aos seis anos já trabalhava duro, ajudando o pai, colhendo nabos em uma plantação. Aos sete acompanhou o pai no trabalho em uma fábrica de tecidos de lã que havia em sua cidade. Nas horas de folga, capturava pássaros cantadores e os vendia no mercado da cidade, para ajudar ainda mais no sustento da família.
 




Os pais de Wigglessworth nunca se preocuparam em ensinar o menino a orar. Mas sua avó era cristã e fazia questão de levá-lo à igreja. Ele ia e ficava observando os adultos baterem palmas e cantarem hinos ao Senhor. Assim, aos oito anos, ele já tinha uma boa noção do louvor e começou a participar mais ativamente nos cânticos e passou a entender

o que Jesus havia feito por ele, por intermédio de sua morte
e ressurreição.
 



Aos treze anos a família do menino se mudou para Bradford, onde ele começou a participar ativamente da Igreja Metodista Wesleyana. Sua vida espiritual ganhou um novo significado ele, que nunca tinha ido à escola, tendo aprendido a arranhar a leitura em uma velha bíblia, nunca saia de casa sem levar consigo, no bolso o seu Novo Testamento.




Alguns jovens foram convidados pela igreja para participarem de uma reunião especial de pregação, entre eles, Smith Wiglessworth. No seu momento, depois de muito orar e pedir ajuda a Deus, ele subiu ao púlpito e pregou durante quinze minutos. Terminada a pregação ele não tinha a menor idéia do que falara, porém surpreendeu-se com os aplausos e gritos de entusiasmo
das pessoas.
 





Quando tinha dezessete anos, um homem que trabalhava junto com ele resolveu ensinar-lhe a profissão de encanador Esta parte foi fundamental na vida de nosso missionário, porém o que marcou mesmo foi o amigo ensinar e explicar a ele o significado e a importância do batismo nas águas.

O casamento de Wigglesworth teve papel mais do que fundamental em sua vida. Ele conheceu e se apaixonou por Mary Jane Featherstone, conhecida por Polly. Ela vinha de família metodista, de posses e tinha deixado o luxo da sociedade para pregar junto com o pessoal do Exercito de Salvação, onde ficou por pouco tempo em razão de seu envolvimento com Smith. Em 1882 eles se casaram. Sua esposa, Polly, o ensinou a ler, e ele nunca leu outro livro senão a Bíblia. Assim como no caso de outras pessoas que experimentaram milagres de cura, uma cura pessoal, de um caso de peritonite, voltou a sua atenção à cura divina. Até que recebeu o batismo com o Espírito Santo, em 1907, ele tinha um negócio secular, com hidráulica, e ajudava sua esposa em uma missão. Ela era uma pregadora, e estava constantemente dando testemunho a outras pessoas, ganhando almas para o reino.

Durante seus cultos, Polly Wigglesworth pedia seu esposo para pregar, mas ele se desconcertava e desconcertava também aos que assistiam por seu medo de falar. Uma vez, os homens da congregação sentiram de impor as mãos sobre ele e orar. Apesar de seus melhores esforços e dos esforços que outros faziam, continuou sendo um fracassado orador. Finalmente, declarou que nunca falaria em público outra vez.

  Entretanto, quando recebeu o batismo no Espírito Santo, sua vida foi transformada. Naquela época, sua esposa não acreditava na história de falar em línguas, e ela o desafiou a pregar no domingo seguinte, conhecendo a sua falta de habilidade linguística. A unção caiu e ele falou com grande clareza e coragem. Polly estava tão surpreendida, que repetia gritando: Esse não é o meu Smith… O que aconteceu com esse homem? Rapidamente um simples trabalhador sem instrução foi transformado em um impressionante pregador de fé.

Wigglesworth entendia que a enfermidade e as doenças eram do diabo, de modo que foi conhecido pela maneira com que tratava as pessoas enfermas, em demonstrações físicas surpreendentes e emocionantes. Por volta de 1890, Smith viajou pra Leds, para comprar material para a sua loja de hidráulica. Estando na cidade resolveu ir a uma igreja onde estavam sendo realizados cultos de cura divina e ficou bastante impressionado com o que viu. A sua primeira experiência com cura divina aconteceu em 1900. Ele, que desde a infância, sofria com problemas de hemorróidas. Um ministro do evangelho que o visitava soube de seu sofrimento, orou por ele e declarou em fé que ele seria curado dessa enfermidade. Smith, que tinha que fazer banhos de assento diários, com sais medicinais, ficou convencido de que era a vontade de Deus curá-lo e parou com os banhos. Descobriu, então, que estava completamente curado e nunca mais sofre com o problema.


  O evangelista Lester Sumrall lembra a primeira vez que foi testemunha de Wigglesworth em ação. Certa vez ele conduzia um culto de cura na Califórnia, quando lhe trouxeram um homem com câncer, em estado terminal. Ele estava tão perto da morte que o médico que o ajudava foi com ele para monitorar seus sinais vitais. Smith, com sua natureza rude, disse ao médico: O que está acontecendo? O doutor lhe respondeu: ele está morrendo de câncer. Sem dar tempo de nada, Smith bateu no estômago do homem com tal força que ele desmaiou. O médico rapidamente o atendeu e gritou: “Ele está morto! Você o matou! A família exigirá explicações! Wigglesworth não se moveu. Ele simplesmente respondeu: Ele está curado. E sem preocupar-se, seguiu orando por outras pessoas no culto. Dez minutos mais tarde, o homem, com sua roupa de hospital, chegou pelo corredor, procurando por Wigglesworth, totalmente curado. Isto não impressionou nem um pouco ao apóstolo, pois era, exatamente, o que ele esperava. E continuou orando pelos outros que necessitavam.

Em outra ocasião, no Colégio Sião, uma mulher paralítica, frágil, chegou para que orassem por ela. Smith Wigglesworth orou, quase com impaciência. Como era habitual, imediatamente, ordenou que caminhasse. Ela, duvidando, começou a olhar ao redor. Sem nenhum tipo de aviso, Wigglesworth foi por detrás dela e a empurrou. Quando ela, tropeçando, começou a correr, ele a seguia pelo corredor gritando: Corra, senhora, corra... ela correu o bastante para sair do alcance dele. Eventualmente, conseguiu alcançar a saída e correu pelas ruas, aparentemente tão assustada quanto curada.

Para Albert Hibbert, o amigo mais próximo de Smith Wigglesworth, o evangelista dizia: Eu não maltrato as pessoas, eu maltrato o diabo. E se as pessoas se põem no caminho, não posso fazer nada…não se pode tratar gentilmente com o diabo, nem dar a ele conforto; porque ele gosta muito da comodidade. Smith Wigglesworth também passou por tempos de sofrimento: perdeu sua amada esposa seis anos depois de sua transformação em um grande homem de fé, com uma unção especial. Em 1913, sua esposa Polly morreu sem nenhuma razão aparente, quando estava a caminho de uma reunião em que ela iria pregar.

Quando voltou a sua casa, Wigglesworth foi ao quarto onde se encontrava, na cama, o corpo de sua esposa morta. Ele repreendeu o espírito de morte e ordenou à vida, que regressasse. Polly abriu os seus olhos e disse: Por que você fez isso, Smith? Eu não desejava voltar à terra. E depois de uma conversa carinhosa, ele a deixou ir para o céu.

Catorze pessoas foram documentadas como ressuscitadas, voltando à vida de entre os mortos, através do ministério de Wigglesworth. Ainda que, de forma não oficial, esse registro poderia chegar a vinte e três pessoas. Não existia nada tão grande para a sua fé. Desde ressuscitar mortos, dores de cabeça a cânceres, era tudo o mesmo para ele. Há algo demasiadamente difícil para Deus?

  Smith Wigglesworth, anos depois, se tornou um homem de tal magnitude, que o evangelista de cura Oral Roberts, disse uma vez diante de outros companheiros evangelistas: devemos a este homem uma dívida impossível de calcular.


No dia 12 de março de 1947, Smith estava indo ao funeral de um ministro amigo seu. Durante o caminho ele tinha comentado com amigos que estava se sentindo maravilhosamente bem. Com alegria, visitou alguns lugares que ele tinha visitado com sua querida Polly e falou sobre milagres que tinham ocorrido quando pregavam na cidade. Ao chegar à igreja, encontrou o pai de uma menina pela qual ele havia orado quatro dias antes. A família já tinha aceitado que a menina iria morrer, mas Smith tinha grande fé na sua cura. Tão logo viu o homem perguntou se a filha estava bem. Esperava uma resposta positiva, mas a resposta veio meio relutante, dizendo que ela estava um pouco melhor. Bastante desapontado, Smith Wigglesworth suspirou profundamente, inclinou a cabeça e morreu.


  Sua vida foi um exemplo de fé, de determinação, de vontade de servir a Deus e amar o próximo. Nunca, em sua casa, entrou um só remédio. E só leu, durante toda a sua vida, um único livro. A Bíblia sagrada.



Fonte: Ministério Caminhar

7 de julho de 2013

BARRAT , O EVANGELISTA NORUEGUÊS


As congregações pentecostais na Noruega são  a maior igreja livre desse país, com um total de 39.590 pessoas, em 2009.

Thomas Ball Baratt trouxe o pentecostalismo para a Noruega em 1907. Barratt não quis estabelecer um novo movimento cristão, mas queria que as comunidades cristãs também se renovassem. Como isso não aconteceu, ele tornou-se o fundador do movimento pentecostal na Noruega. Barratt foi eficaz tanto na Suécia como na Dinamarca e Inglaterra. Quando ele visitou Dinamarca em 1907, houve o início do movimento pentecostal dinamarquês. Barratt contribuiu significativamente para a criação do movimento pentecostal em vários países europeus, em especial Suécia e Inglaterra.

Existem mais de 280 igrejas pentecostais na Noruega. A maioria são igrejas tradicionais, mas nos últimos anos, tem havido também o estabelecimento de congregações com conceitos diferentes, como Igreja de Jesus, que é uma igreja onde o grupo-alvo é a juventude.