8 de janeiro de 2011

J. C. Ryle

J. C. Ryle (1816-1900) Bispo anglicano contemporâneo ao grande pregador Charles Haddom Spurgeon e que desponta como um dos mais eminentes representantes da fé genuína no século XIV. John Charles Ryle nasceu em Macclesfield, em 10/05/1816 e foi educado em Eton e no Christ Church, em Oxford. Ryle foi um apoiador da escola evangélica e um crítico do ritualismo. Totalmente dedicado à doutrina evangélica, Ryle não comprometia seus princípios. Foi um escritor prolífico, um pregador vigoroso e um pastor fiel. Estudando em Oxford, remou e jogou críquete; depois foi convidado a lecionar, o que declinou. Como filho de um rico banqueiro, estava destinado a uma carreira política, antes de ser chamado pelo Senhor da seara para o Seu ministério. Em 1838, Ryle foi despertado espiritualmente enquanto lia Efésios 2 na igreja. Foi ordenado bispo em Winchester em 1842. Por 38 anos pastoreou Helmingham e depois Stradbrooke, em Suffolk. Também foi líder do partido evangélico na Igreja da Inglaterra, destacando-se por seus escritos doutrinários e polêmicos. Em 1880, com 64 anos, tornou-se o primeiro bispo de Liverpool, pela recomendação do PM Benjamin Disraeli. Aposentou-se em 1900, aos 83 e morreu no mesmo ano, em 10/06. Ryle combinou seu espírito de liderança e sua vigorosa defesa evangélica com graça e amabilidade em seus relacionamentos pessoais. 




Um vasto número de homens e mulheres da classe trabalhadora frequentavam suas pregações e muitos foram levados à fé em Cristo. http://escoladeprofetasmic.wordpress.com/biografias/imagem-j-c-ryle/ Textos de J. C. Ryle (10 de Maio de 1816 - 10 de Junho de 1900) NÃO QUERO PERDOAR Em Mateus 18.21-35, o Senhor Jesus abordou um assunto de máxima importância — 

COMO DEVEMOS PERDOAR AS OFENSAS. 
Vivemos num mundo maligno, e é inútil esperar que consigamos escapar aos maus tratos, por mais cuidadosamente que nos comportemos. Saber como nos devemos comportar, quando somos maltratados, é algo importantíssimo para as nossas almas. Em primeiro lugar, o Senhor Jesus estabeleceu uma regra geral, de que devemos perdoar às outras pessoas o máximo. Foi Pedro quem apresentou a indagação: "Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes?" E, como resposta, Jesus disse-lhe: "Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete". A regra aqui estabelecida, naturalmente, precisa ser interpretada com sobriedade. O nosso Senhor não quis dar a entender que as transgressões contra as leis da Terra e contra a boa ordem social devam ser desconsideradas e passadas em claro. Ele também não quis dizer que devamos permitir que as pessoas cometam furtos e assaltos com a impunidade. Tudo quanto Ele quis dizer é que devemos manter uma atitude geral de misericórdia, dispostos a perdoar aos nossos irmãos e semelhantes. Precisamos tolerar muita coisa e suportar muitas injustiças, ao invés de logo entrarmos em conflito com os nossos ofensores. Também devemos abrandar sobre muitas coisas, submetendo-nos a muitas imposições, antes de entrarmos em choque com outras pessoas. E, da mesma maneira, devemos repelir tudo quanto tenha aparência de malícia, de contenda, de vingança ou de retaliação. Sentimentos dessa ordem servem apenas para os incrédulos, pois são totalmente indignos de qualquer discípulo de Cristo. Quão mais abençoada seria a vida neste mundo, se essa norma ditada por nosso Senhor fosse mais largamente reconhecida e melhor obedecida! Quantas das desgraças que sobrevêm à humanidade são ocasionadas por disputas, querelas, acções judiciais e um aobstinada tenacidade quanto àquilo que os homens costumam intitular de "meus direitos"! Quantos conflitos entre os homens poderiam ser evitados, se ao menos os homens se dispusessem mais ao perdão, e desejassem mais que a paz imperasse! Nunca nos deveríamos esquecer que nenhuma fogueira pode continuar queimando sem lenha. Da mesma maneira, são necessárias duas pessoas para que comece uma briga. Portanto, que cada uma das duas pessoas resolva, pela graça de Deus, que não contribuirá para que a briga tenha início e prossiga. Antes, devemos resolver pagar o mal com o bem, e a maldição com a bênção, dissipando assim toda inimizade e transformando os nossos adversários em amigos (Rm 12.20). Era uma excelente qualidade de carácter do arcebispo Cranmer que, se alguém chegasse a ofendê-lo, certamente acabaria tornando-se amigo dele. Em segundo lugar, nosso Senhor supriu-nos dois poderosos motivos para exercitarmos um espírito perdoador. Jesus contou a história de um homem que devia uma enorme quantia ao seu senhor; mas, como não tinha "com que pagar", chegado o momento da prestação de contas, o seu senhor compadeceu-se dele "e perdoou-lhe a dívida". E Jesus continuou dizendo que esse mesmo homem, após haver sido perdoado, encontrando-se com um seu companheiro que lhe devia uma importância insignificante, recusou-se a perdoar-lhe. Além disso, aquele servo exigiu que o seu conservo fosse lançado no cárcere, não querendo perdoar-lhe a mínima parcela da dívida. Finalmente, conforme o Senhor Jesus ajuntou, o castigo sobreveio àquele servo cruel, que não se dispunha a perdoar. Porquanto, após ter-lhe sido mostrada misericórdia, ele também deveria ter-se mostrado misericordioso para com o seu semelhante. E o Senhor Jesus conclui a sua parábola com estas impressionantes palavras: “Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada um a seu irmão, as suas ofensas.” (Mt 18:35 ARC1995) Nesta parábola de Jesus fica patenteada a verdade que um dos motivos para perdoarmos aos nossos semelhantes deveria ser a lembrança de que todos precisamos ser perdoados diante de Deus. Dia após dia, caímos em muitas transgressões e ficamos muito aquém do que deveríamos ser, e "deixamos de fazer, e fazemos aquilo que não deveríamos fazer". Dia após dia, solicitamos de Deus misericórdia e perdão. As ofensas que outras pessoas têm praticado contra nós são coisas desprezíveis, em confronto com as nossas gravíssimas ofensas contra o Senhor. Sem dúvida alguma, não condiz com a nossa condição de pobres criaturas pecaminosas, como somos, mostrar-nos excessivamente severos, fazendo cobrança por causa de pequenas falhas que os nossos irmãos na fé cometem contra nós, ou mostrando-nos inclinados a não perdoá-los prontamente. Uma outra razão para que nos mostremos dispostos a perdoar às outras pessoas deveria ser a lembrança acerca do Dia do Juízo Final, por causa do padrão que será utilizado naquele dia, acerca de todos os que forem julgados. Naquele dia, não será dado perdão aos indivíduos que não se dispuseram a perdoar os seus semelhantes. Esses indivíduos, na verdade, não estão aptos para viver no Céu. Pois não seriam capazes de dar o devido valor a um lugar de habitação onde a "misericórdia" é o único título de posse, onde a "misericórdia"é o tema do cântico perene. Sem dúvida, se estamos planeando sermos um daqueles que estarão em pé, à direita de Jesus, quando Ele se sentar no Seu trono de Glória, então teremos de aprender a ser perdoadores, enquanto ainda estamos neste mundo. Que essas verdades lancem raízes profundas nos nossos corações. É um triste facto que tão poucos mandamentos cristãos estejam sendo postos em prática com tanta parcimónia e má vontade como o dever de perdoarmos ao próximo. E é entristecedor verificarmos quanto amargor de espírito, quanto falta de compaixão, quanto despeito, quanta dureza e quanta falta de gentileza se manifestam entre os homens. No entanto, poucos mandamentos são tantas vezes ressaltados, nas Escrituras do Novo Testamento, como esse. Mas, poucas outras falhas de carácter são capazes de fechar tão definitivamente a um homem as portas do Reino de Deus, como essa. Queremos dar provas de que realmente fomos reconciliados com Deus, lavados no sangue de Cristo, nascidos do alto pelo poder do Espírito Santo, e feitos filhos de Deus por adopção, em resultado da graça divina? Então não nos esqueçamos desse passo bíblico. Seguindo o exemplo dado por nosso Pai celestial, disponhamo-nos a perdoar os nossos ofensores. Porventura, fomos ofendidos por alguém? Que perdoemos o tal, agora mesmo. É conforme comentou Leighton: "Deveríamos perdoar pouco a nós mesmos, e muito aos outros". Pretendemos ser elementos benéficos à humanidade? Queremos exercer uma influência positiva sobre os nossos semelhantes, para que percebam quão excelente é a Religião Cristã? Então não nos esqueçamos dessa passagem. Indivíduos que não se importam com as doutrinas cristãs, podem compreender perfeitamente bem o temperamento perdoador de um crente. Queremos desenvolver-nos pessoalmente na graça, tornando-nos mais santos, em toda a nossa formação, e em todas as nossas palavras e obras? Então não nos esqueçamos dessa passagem. Coisa alguma entristece tanto o Espírito Santo e obscurece tanto a alma como deixar-se o indivíduo levar por um espírito rixoso e pelo temperamento que não se dispõe a perdoar (Ef 4:30-32). Fonte: http://www.apriscoonline.com


 CINCO MANEIRAS NAS QUAIS PODEMOS DANIFICAR O EVANGELHO 


 1. Podemos danificar o Evangelho por substituição. Se apenas desviarmos o olhar do pecador do grande objecto da fé de que fala a Bíblia, Jesus Cristo; e o substituímos por outro objecto em Seu lugar... E o dano parece. Substitua algo por Cristo, e o Evangelho acaba-se!... 

 2. Podemos danificar o Evangelho por adição. Se apenas adicionarmos algo a Cristo, o grande objecto da fé, apenas alguns outros objectos como igualmente dignos de honra, e o dano parece. Adicione algo a Cristo, e o Evangelho deixa de ser um Evangelho puro!...

 3. Podemos danificar o Evangelho por interposição. Se apenas empurrarmos algo entre Cristo e o olho da alma, para desviarmos a atenção do pecador do Salvador, e então o dano está feito... 

 4. Podemos danificar o Evangelho por desproporção. Se apenas anexarmos uma importância exagerada às coisas secundárias do Cristianismo, e uma importância atenuada às coisas primárias, e o dano parece. Uma vez alterada a proporção das partes da Verdade, e a Verdade será logo muito vacilante. 

 5. Podemos danificar completamente o Evangelho por direcções confusas e contraditórias. Declarações obscuras e complicadas a respeito da fé, do baptismo, de privilégios da Igreja, e dos benefícios da Ceia do Senhor... são quase tão maus como não dizer nada em qualquer caso. Fontes:1. J.C Ryle, “Evangelical Religion


” ONDE O MUNDO REINA NO CORAÇÃO 
  Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” (1Jo 5:4 ARC1995) O que realmente crê em Cristo, vence o mundo. Um verdadeiro cristão não se deixa ser dirigido pelo mundo — pelas normas do bem e do mal, da verdade e do engano, que o mundo define. Ele é independente da opinião do mundo. Ele não se preocupa muito com o elogio do mundo. Ele não se comove pela censura do mundo. Ele não procura os prazeres do mundo. Ele não se afana em excesso pelas recompensas do mundo. O verdadeiro cristão põe o olho nas coisas que não se vêem. Ele vê um Salvador invisível, um julgamento vindouro e uma coroa de glória incorruptível. A contemplação destas coisas fá-lo pensar relativamente pouco neste mundo e no seu resplendor. Onde o mundo reina no coração, não há fé salvadora. O homem que se conforma habitualmente a este mundo, não tem o direito de se considerar um cristão! Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” (1Jo 5:4 ARC1995) In “Where the world reigns in the heart” (J. C. Ryle, “Faith”)  

Sermões 1-LEMBRAI-VOS DA MULHER DE LÓ
(Lc. 17: 32)

J.C. Ryle

* * *


Há poucas advertências na Escritura mais solenes que esta. O Senhor Jesus Cristo nos diz, "Lembrai-vos da mulher de Ló."

A esposa de Ló professava a verdadeira religião: seu marido era um "homem íntegro" (2 Pedro 2:8). Ela deixou Sodoma com ele no dia da sua destruição; ela olhou para trás, em direção a cidade, em desobediência a ordem expressa de Deus; ela morreu imediatamente, transformando-se em uma estátua de sal. E o Senhor Jesus Cristo a utiliza como exemplo para Sua igreja; Ele diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".

É uma advertência solene, quando consideramos a pessoa que Jesus menciona. Ele não nos convida a lembrar de Abraão, ou Isaque, ou Jacó, ou Sara, ou Ana, ou Rute. Não! Ele escolhe alguém cuja alma estava perdida para sempre. Ele clama a nós: "Lembrai-vos da mulher de Ló".

É uma advertência solene, quando nós consideramos sobre o tema de Jesus. Ele está falando da Sua segunda vinda, quando virá julgar o mundo; Ele está descrevendo o estado terrível de despreparo no qual muitos serão achados. Os últimos dias estão na Sua mente, quando Ele nos diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".

É uma advertência solene, quando nós pensamos na Pessoa que a faz. O Senhor Jesus é amoroso, misericordioso e compassivo; Ele é Aquele que "não esmagará a cana quebrada nem apagará a torcida que fumega"(Is.42:3). Ele lamentou a incredulidade de Jerusalém e orou pelos homens que O crucificaram; contudo, Ele julga proveitoso nos dar esta advertência solene e nos fazer lembrar das almas perdidas. Ele nos diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando nós pensamos nas pessoas para as quais Ele, primeiramente, dirigiu estas palavras. O Senhor Jesus estava falando aos Seus discípulos; Ele não estava falando para os escribas e fariseus que o odiaram, mas a Pedro, Tiago e João, e muitos outros que O amaram; mesmo para esses, Ele julga proveitoso uma palavra de precaução. Ele os diz: "Lembrai-vos da mulher de Ló".
É uma advertência solene, quando nós consideramos a maneira que Ele falou. Ele não diz somente: "Cuidado! Não sejam como a mulher de Ló". Ele usa uma palavra diferente; Ele diz: "Lembrai-vos". Ele fala como se nós corrêssemos o perigo de esquecer o assunto; Ele incita nossas memórias preguiçosas; Ele nos ordena a manter o caso em nossas mentes. Ele clama: "Lembrai-vos da mulher de Ló".

Agora, consideremos os privilégios religiosos que a esposa de Ló desfrutou.

Nos dias de Abraão e Ló, a verdadeira religião salvadora era escassa na terra; não havia ainda a Bíblia, pastores, igrejas, credos ou mesmo missionários. O conhecimento de Deus estava limitado a algumas famílias agraciadas; a maior parte dos habitantes do mundo estava vivendo em escuridão, ignorância, superstição e pecado. Talvez não houvesse um em cem, que contasse com tal bom exemplo, ou com tal convivência espiritual, tal clareza de conhecimento e advertências tão claras como a esposa de Ló. Comparada com os milhões de criaturas do seu tempo, a esposa de Ló era uma mulher agraciada.

Ela teve um homem religioso como marido; ela teve Abraão, o pai da fé, como tio através do matrimônio. A fé, o conhecimento e as orações destes dois homens íntegros não poderiam ter sido desconhecidos dela. É impossível que ela pudesse ter morado em tendas com eles durante tanto tempo, sem saber de Quem eles eram e a Quem eles serviam. Religião para eles não era nenhum negócio formal; era o princípio governante das suas vidas e a razão de suas ações. Tudo isso a esposa de Ló deve ter visto e conhecido. Este não era um pequeno privilégio.

Quando Abraão recebeu as promessas, a esposa de Ló provavelmente estava lá. Quando ele construiu sua tenda entre Ai e Betel, é provável que ela estivesse presente ...; quando os anjos vieram a Sodoma e advertiram seu marido para fugir, ela os viu; quando eles os levaram pela mão e os conduziram para fora da cidade, ela era um daqueles que eles ajudaram a escapar. Mais uma vez, eu digo, estes não foram privilégios pequenos.

Contudo, quais foram os resultados positivos, de todos estes privilégios, no coração da esposa de Ló? Nenhum, nada. Apesar de todas as oportunidades e meios de graça, todas as advertências especiais e mensagens do céu, ela viveu e morreu sem a graça de Deus, sem Deus, impenitente e descrente. Os olhos do seu entendimento nunca foram abertos; sua consciência nunca foi realmente despertada ou estimulada; sua vontade nunca foi verdadeiramente trazida a um estado de obediência a Deus; suas afeições nunca foram fixadas nas coisas lá do alto. A forma de religião que ela teve foi mantida por conveniência e não por um verdadeiro sentir; era uma capa usada para agradar a seu marido, e não por qualquer senso de seu valor. Ela fez como outros ao redor dela na casa de Ló: ela se conformou aos costumes do seu marido; ela não fez nenhuma oposição à religião dele; ela se permitiu ser conduzida passivamente por ele; mas em todo tempo o seu coração estava em pecado diante de Deus. O mundo estava no seu coração, e o seu coração estava no mundo. Neste estado ela viveu, e neste estado ela morreu.

Em tudo isso há muito a ser aprendido. Eu vejo uma lição aqui que é da maior importância nos nossos dias. Você vive em tempos em que há muitas pessoas vivendo igual a esposa de Ló. Ouça pois, a lição que o caso dela nos ensina.

Aprenda que a mera possessão de privilégios religiosos não salvarão a alma de ninguém. Você pode ter vantagens espirituais de todo tipo; você pode viver e gozar das mais ricas oportunidades e meios de graça; você pode desfrutar da melhor pregação e das instruções mais verdadeiras; você pode morar no meio da luz, conhecimento, santidade e boa companhia. Tudo isso é possível; contudo, você ainda pode permanecer não convertido, e estar perdido para sempre.

Eu ouso dizer que esta doutrina parece dura a alguns leitores. Eu conheço a idéia de que eles não querem nada mais do que privilégios religiosos para decidirem ser cristãos. Eles não são o que eles devem ser no momento, eles concordam; mas a posição deles é tão difícil, eles argumentam, e suas dificuldades são tantas. Dê-lhes um cônjuge crente, ou amizades cristãs, ou um patrão crente; dê a eles a pregação do Evangelho, os privilégios, e então eles caminharão com Deus.

Tudo engano! Uma completa ilusão! Para salvar almas, é requerido muito mais do que privilégios. Joabe era o capitão de Davi; Geazi era o criado de Eliseu; Demas era companheiro de Paulo; Judas Iscariotes era discípulo de Cristo; e Ló teve uma esposa mundana e incrédula. Todos eles morreram em seus pecados. Eles baixaram à cova apesar do conhecimento, advertências e oportunidades; e todos eles nos ensinam que os homens necessitam não só de privilégios. Eles precisam da graça do Espírito Santo.

Vamos valorizar nossos privilégios religiosos, mas não vamos descansar completamente neles. Vamos desejar ter o benefício deles em nossas atividades, mas não vamos colocá-los no lugar de Cristo. Vamos usá-los com gratidão, se Deus no-los der, mas nos preocupemos em que eles produzam algum fruto em nosso coração e vida. Se eles não produzem o bem, eles seguramente causarão dano; eles cauterizarão a consciência, eles aumentarão a responsabilidade, eles agravarão a condenação. O mesmo fogo que derrete a cera endurece o barro; o mesmo sol que faz a árvore vivente crescer, seca a árvore morta e a prepara para queimar. Nada endurece mais o coração do homem, do que uma familiaridade estéril com as coisas sagradas. Mais uma vez eu digo, não são somente os privilégios que fazem as pessoas cristãs, mas a graça do Espírito Santo. Sem isso, nenhum homem jamais será salvo.

Eu peço aos que lêem esta mensagem hoje, que considerem bem o que eu estou dizendo. Você vai para a Igreja do sr. A ou B; você o considera um pregador excelente; você se deleita com seus sermões; você não pode ouvir nenhum outro com o mesmo conforto; você aprendeu muitas coisas desde que você começou a participar do seu ministério; você considera um privilégio ser um dos seus ouvintes. Tudo isso é muito bom. É um privilégio. Eu seria grato se ministros como o seu fossem multiplicados. Mas, afinal de contas, o que você recebeu no seu coração? Você já recebeu o Espírito Santo? Se não, você não é melhor que a esposa de Ló.

Eu peço para os filhos de pais crentes que gravem bem o que eu estou dizendo. Ser filhos de pais crentes é o mais elevado dos privilégios, pois torna-se o alvo de tantas orações. Realmente é uma bênção aprender o Evangelho na nossa infância, e ouvir falar de pecado, de Jesus, e do Espírito Santo, e santidade, e céu, desde o primeiro momento que podemos lembrar. Mas, cuidado para que vocês não permaneçam estéreis e infrutíferos no meio de todos estes privilégios; precavenham-se para que seus corações não permaneçam duros, impenitentes e mundanos, sem se quebrantar às muitas vantagens que vocês desfrutam. Vocês não poderão entrar no reino de Deus pelo crédito de seus pais. Vocês próprios têm que comer o Pão da Vida e ter o testemunho do Espírito nos seus próprios corações. Vocês têm que ter arrependimento próprio, fé própria e sua própria santificação. Se não, vocês não serão melhor que a esposa de Ló.

Eu peço a Deus que todos os cristãos professos destes dias possam aplicar estas coisas aos seus corações. Que nós nunca esqueçamos que os privilégios sozinhos, não podem nos salvar. Luz e conhecimento, pregações fiéis, meios abundantes de graça e a companhia de pessoas santas são todos grandes bênçãos e vantagens. Feliz aqueles que os tem! Mas no final de tudo, há uma coisa sem a qual privilégios são inúteis: a graça do Espírito Santo. A esposa de Ló teve muitos privilégios; mas não teve a graça de Deus em seu coração.




2- UM PECADOR NO CÉURyle serviu por quase 40 anos como ministro do Evangelho. Foi um escritor prolífico, um pregador vigoroso e um pastor fiel. Muitas de suas obras têm sido reeditadas e servido como fonte de instrução e consolo para o povo de Deus. A Editora Fiel publicou algumas de suas obras em português: o clássico “Santidade”; “Uma palavra aos moços”; “Fé genuína” e os quatro volumes de meditações nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Por um momento, suponha que você, destituído de santidade, tivesse a permissão de entrar no céu. O que você faria ali? Que possíveis alegrias sentiria no céu? A qual de todos os santos você se achegaria e ao lado de quem se assentaria? O prazer deles não é o seu prazer; os gostos deles não são os seus; o caráter deles não é o seu caráter. Como você poderia sentir-se feliz ali, se não havia sido santo na terra?
Talvez agora você aprecie muito a companhia dos levianos e descuidados, dos homens de mentalidade mundana, dos avarentos, dos devassos, dos que buscam prazeres, dos ímpios e dos profanos. Nenhum deles estará no céu.
Provavelmente, você ache que os santos de Deus são muito restritos, sérios e individualistas; e prefere evitá-los. Você não encontra nenhum prazer na companhia deles. Mas não haverá no céu qualquer outra companhia.
Talvez você ache que orar, ler a Bíblia e cantar hinos são realizações monótonas e estúpidas, coisas que devem ser toleradas aqui e agora, mas não desfrutadas. Você reputa o dia de descanso como um fardo, uma fadiga; provavelmente, você não gasta mais do que um pequeníssima parte deste dia na adoração a Deus. Lembre-se, porém, de que o céu é um dia de descanso interminável. Os habitantes do céu não descansam, noite e dia, clamando: “Santo, santo, santo é o Senhor, Deus todo- poderoso” e cantam todo o tempo louvores ao Cordeiro. Como poderia um ímpio encontrar prazer em uma ocupação como esta?
Você acha que um ímpio sentiria deleite em encontrar-se com Davi, Paulo e João, depois de ter gasto a sua vida na prática daquelas coisas que eles condenaram? O ímpio pediria bons conselhos a estes homens e acharia que tem muitas coisas em comum com eles? Acima de tudo, você acha que um ímpio se regozijaria em ver Jesus, o Crucificado, face a face, depois de viver preso nos pecados pelos quais Ele morreu, depois de amar os inimigos de Jesus e desprezar os seus amigos? Um ímpio permaneceria confiantemente diante de Jesus e se uniria ao clamor: “Este é o nosso Deus, em quem esperávamos… na sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is 25.9)? Ao invés disso, você não acha que a língua de um ímpio se prenderia ao céu de sua boca, sentindo vergonha, e que seu único desejo seria o ser expulso dali? Ele haveria de sentir-se estranho em um lugar que ele não conhecia, seria uma ovelha negra entre o rebanho santo de Jesus. A voz dos querubins e dos serafins, o canto dos anjos e dos arcanjos e a voz de todos os habitantes do céu seria uma linguagem que o ímpio não entenderia. O próprio ar do céu seria um ar que o ímpio não poderia respirar.
Eu não sei o que os outros pensam, mas parece claro, para mim, que o céu seria um lugar miserável para um homem destituído de santidade. Não pode ser de outra maneira. As pessoas podem dizer, de maneira incerta, que “esperam ir para o céu”, mas elas não meditam no que realmente estão dizendo. Temos de ser pessoas que possuem uma mentalidade celestial e têm gostos celestiais, na vida presente; pois, do contrário, jamais nos encontraremos no céu, na vida por vir.
Agora, antes de prosseguir, permita-me falar-lhe algumas palavras de aplicação. Pergunto a cada pessoa que está lendo este artigo: você já é uma pessoa santa? Eu lhe suplico que preste atenção a esta pergunta. Você sabe alguma coisa a respeito da santidade sobre a qual lhe estou falando? Não estou perguntando se você costuma ir regularmente a uma igreja, ou se você já foi batizado, ou se você recebe a Ceia do Senhor, ou se tem o nome de cristão. Estou perguntando algo muito mais significativo do que tudo isso: “Você é santo ou não?”
Não estou perguntando se você aprova a santidade nos outros, se você gosta de ler sobre a vida depessoas santas, de conversar sobre coisas santas, de ter livros santos em sua mesa, se você sabe o que significa ser santo ou se espera ser santo algum dia. Estou perguntando algo mais elevado: “Você mesmo é um santo ou não?”
E por que eu lhe pergunto com tanta seriedade, insistindo com tanto vigor? Faço isto porque a Bíblia diz: “Segui… a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Está escrito, não é minha imaginação; está escrito, não é minha opinião pessoal; é a Palavra de Deus, e não a do homem: “Segui… a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).
Que palavras perscrutadoras e separadoras são estas! Que pensamentos surgem em meu coração, enquanto as escrevo! Olho para o mundo e vejo a maior parte das pessoas vivendo na impiedade. Olho para os cristãos professos e percebo que a maioria deles não têm nada do cristianismo, exceto o nome. Volto-me para a Bíblia e ouço o Espírito Santo: “Segui… a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).
Com certeza, este é um versículo que tem de fazer-nos considerar nossos próprios caminhos e sondar nossos corações; tem de suscitar em nosso íntimo pensamentos solenes e levar-nos à oração.
Você pode menosprezar estas minhas palavras, dizendo que tem muitos sentimentos e pensamentos sobre estas coisas, mais do que muitos podem imaginar. Entretanto, eu lhe respondo: “Isto não é mais importante. As pobres almas no inferno fazem muito mais do que isto. O mais importante não é o que você sente e pensa, e sim o que você faz”.
Você pode argumentar: “Deus nunca tencionou que todos os cristãos fossem santos e que a santidade, conforme a descrevemos, é apenas para os grandes santos e para pessoas de dons incomuns”. Eu respondo: “Não posso encontrar este argumento nas Escrituras; e leio que ‘a si mesmo se purifica todo o que nele [em Cristo] tem esta esperança’” (1 Jo 3.3). “Segui… a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14).
Você pode argumentar que é impossível ser santo e, ao mesmo tempo, cumprir todos os nossos deveres nesta vida: “Isto não pode ser feito”. Eu respondo: “Você está enganado”. Isto pode ser feito. Tendo Cristo ao nosso lado, nada é impossível.Outros já fizeram isto. Davi, Obadias, Daniel e os servos da casa de Nero, todos estes são exemplos que comprovam isto.
Você pode argumentar: “Se nos tornássemos santos, seríamos diferentes das outras pessoas”. Eu res- pondo: “Sei muito bem disso. Mas é exatamente isso que você deve ser. Os verdadeiros servos de Cristo sempre foram diferentes do mundo que os cercava — uma nação santa, um povo peculiar. E você tem de ser assim, se deseja ser salvo!”
Você pode argumentar que a este custo poucos serão salvos. Eu respondo: “Eu sei disso. É exatamente sobre isso que nos fala o Sermão do Monte. O Senhor Jesus disse, há muitos séculos atrás: “Estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela” (Mt 7.14). Poucos serão salvos, porque poucos se dedicarão ao trabalho de buscar a salvação. Os homens não renunciarão aos prazeres do pecado, nem aos seus próprios caminhos, por um momento sequer.
Você pode argumentar que estas são palavras severas demais; o caminho é muito estreito. Eu respondo: “Eu sei disso; o Sermão do Monte o disse”. O Senhor Jesus o afirmou há muitos séculos atrás. Ele sempre disse que os homens tinham de tomar a sua cruz diariamente e mostrarem-se dispostos a cortarem suas mãos e seus pés, se quisessem ser discípulos dEle. No cristianismo acontece o mesmo que ocorre em outros aspectos da vida: sem perdas, não há ganhos. Aquilo que não nos custa nada também não vale nada.

18 de novembro de 2010

OH Senhor Jesus, faz-me te amar novamente



Olha pra mim Senhor, meus ossos já envelheceram e ainda não o conheço de andar contigo...

Você se lembra desta palavra: MISSÕES



Missões, volta de Jesus, amar o próximo, isso soa tão careta aos nossos ouvidos que parece que dói os ouvidos ao escutar.
Senhor, não retira de mim o seu Espírito, tem misericórdia, porque sou pecador!

29 de setembro de 2010

Pecadores nas mãos de um Deus irado

Deus irado!! Será que ouvi bem, eu pensei que Deus era somente amor!

"Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado" Rm 11.22

Veja o video inicial e final do maior sermão pregado na América do Norte



este vídeo abaixo é o último, seria uma bênção se você assistisse toda a série com os cinco vídeos no you tube: somente digite "pecadores nas mãos de um Deus irado"

Quem é o Único que pode vencer essa guerra?



Irmãos em Cristo, vamos boicotar todo material que sabemos, pertencem ao inimigo

O que posso fazer para ser salvo?



"E todos aqueles que o receberam deu-lhes o poder de serem chamados Filhos de Deus "
João 1.12

Tirem minha bíblia mas não tirem minha TV



John Mcarthur fala sobre o engano do entretenimento

citações de um mestre




Esse vídeo acima é de um antigo pregador do verdadeiro evangelho, agora compare com outro pregador moderno e veja se encontra alguma diferença...
( infelizmente você não precisará se esforçar muito )



Dura coisa é suportar isso
Parece que só mesmo uma perseguição para acordar a igreja brasileira

Leonard Ravenhill - Um crente que valia a pena





Oração de um verdadeiro avivalista ( prá você que pensa que já viu algum avivamento )



* Leonard Ravenhill
UM PREGADOR PERIGOSO
“Um jovem que levanta 4.30 da manhã para entregar jornais é considerado um moço esforçado mas se incentivarmos um de nossos rapazes a levantar 5.30 da manhã para orar nos chamarão de fanáticos. Nós cristãos precisamos uma vez mais vestir a roupa da disciplina, não há outro caminho “ Leonard Ravenhill




Biografia -
. Nascido em Leeds, em Yorkshire, Inglaterra, foi educado no Cliff College, na Inglaterra. Ele era um estudante de história da Igreja e um perito em matéria de avivamento. Suas reuniões durante os anos de guerra atraíram grandes multidões, e como resultado muitas convertidos se dedicaram ao ministério cristão e ao chamado missionário.
. Em 1939, ele casado uma enfermeira irlandesa, Martha. Os Ravenhills tiveram três filhos: Paulo, David, e de Philip. Paul e David são ministros do evangelho, e Philip é um professor.
. Em 1959, Ravenhill e sua família mudaram da Bretanha para os Estados Unidos. Na década de 1960 eles viajaram no interior dos Estados Unidos, promovendo tendas avivalistas e reuniões evangelísticas.
. Na década de 1980, Ravenhill mudou-se para uma casa perto de Lindale, Texas, a uma curta distância do Rancho Last Days Ministries. Ele ensinou na LDM regularmente, e foi um mentor para a Keith Green. Ele também passou algum tempo ensinando no Betânia Colégio de Missões em Minnesota, e algum tempo em Seguin, Texas.
. Foram influenciados, entre outros por Ravenhill Ravi Zacarias, Tommy Tenney, Steve Hill, Charles Stanley, Bill Gothard, Paul Washer, Dan Brodeur, Sean Cabral Myers, Brett Mullett, e David Wilkerson [2].
. Ele era um amigo próximo do pastor e escritor AW Tozer e um escrito.
. Através de seu ensino e livros, Ravenhill abordada as disparidades entre a igreja do Novo Testamento a Igreja do seu tempo e apelou para a adesão aos princípios bíblicos de reavivamento.
. Tozer disse de Ravenhill:
. Para homens como este, a Igreja tem uma dívida para pagar demasiado pesado. O curioso é que ela raramente tenta pagar-lhe enquanto ele vive. Em vez disso, a próxima geração constrói seu monumento e escreve a sua biografia – como se instintivamente e sobriamente precisasse cumprir uma obrigação com geração anterior, em grande medida ignorada.
Citações:
“Se somos fraco na oração, nós somos fracos em toda a parte.”
“Homens dão conselhos; Deus dá orientações.”
“As coisas pelas quais você está vivendo por são dignas de Cristo morrer por?”
“Um homem pecador pára de orar, um homem de oração pára de pecar”
“A única razão pela qual não temos avivamento é porque estamos dispostos a viver sem ele!”
“A oportunidade de uma vida deve ser apreendido dentro da vigência do oportunidade.”
“Como você pode derrubar as fortalezas de Satanás, se você não tem nem a força para desligar a TV?”
“Muitos pastores me criticam por ter tomado o Evangelho tão a sério. Mas será que realmente pensam que no Dia do Julgamento, Cristo vai castigar-me, dizendo,” Leonard, você me levou muito a sério’? “
“Quando há algo na Bíblia que as igrejas não gostam, eles o chamam de ‘legalismo’.”
“Se Jesus tivesse pregado a mesma mensagem que os ministros de hoje pregam, ele nunca teria sido crucificado.”
“A minha maior ambição na vida é estar na lista dos mais procurados do Diabo.”
“Existe uma diferença entre mudar sua opinião, e mudar seu estilo de vida.”
“Um evangelista popular atinge suas emoções. Um verdadeiro profeta alcança sua consciência.”
“Um verdadeiro pastor conduz o caminho. Ele não somente indica o caminho.”
“Nenhum homem é maior do que sua vida de oração. O pastor que não está orando está brincando, as pessoas que não estão orando estão desviando. O púlpito pode ser uma vitrine para mostrar os talentos de uma pessoa; já o quarto de oração não permite nenhum exibicionismo.”
“Se eu perguntar se você esta noite está salvo? Você diz: ‘Sim, estou salvo’. Quando? ‘Oh, fulano de tal pregou, e eu fui batizado e… ‘
Você está salvo? Do que você está salvo? Do Inferno?
Você está salvo da amargura?
Você está salvo da luxúria?
Você está salvo da trapaça?
Você está salvo da mentira?
Você está salvo dos maus costumes?
Você está salvo da rebelião contra seus pais?
Vamos lá, do que você está salvo?”
“Algumas mulheres vão passar trinta minutos à uma hora se preparando externamente para a igreja (colocando maquiagem e roupas especiais, etc.). O que aconteceria se todos nós gastássemos a mesma quantidade de tempo nos preparando internamente para a igreja – com oração e meditação?”
“Todo mundo reconhece que Estevão era cheio do Espírito quando estava realizando maravilhas. Porém, ele era igualmente cheio do Espírito quando estava sendo apedrejado até a morte.”
“Sua doutrina pode ser tão reta como uma arma – e tal qual vazia!”
“E não há espaço para ele na estalagem.
Ele ficou um pouco mais velho e não havia espaço na sua família. Sua família não creu nEle. Ele foi ao templo. Não havia nenhuma sala no templo. O templo ficou contra ele. E quando Ele morreu não havia espaço para enterrá-lo. Ele morreu fora da cidade.
Pois bem por que, em Nome de Deus, você espera de ser aceito em toda parte?
Como é que o mundo não pôde suportar o Homem mais santo que já viveu e pode suportar a você e em mim?
Será que estamos comprometidos? Será que estamos comprometidos?
Será que não temos estatura espiritual?
Será que nossa retidão não reflete sobre a corrupção deles?“
“Existem apenas dois tipos de pessoas: os mortos em pecado e os mortos para o pecado.”
“Que bem faz falar em línguas no domingo, se você esteve usando sua língua durante a semana para amaldiçoar e fofocar?”
“Será que enviamos as nossas filhas ao largo para ter relações sexuais se isto iria beneficiar o nosso país? Contudo, enviamos os nossos filhos para matar quando pensamos que isto iria beneficiar o nosso país!”
“Se um cristão não está tendo tribulação do mundo, há algo errado!”
“Será que o mundo está crucificado para você esta noite? Ou será que ele o fascina?”
“Esse mundo lá fora não está esperando uma nova definição de Cristianismo, está esperando uma nova demonstração de Cristianismo.”
“A Igreja costumava ser um barco resgatando os que perecem. Agora, ela é um cruzeiro recrutando o promissor.”
“Você pode ter todas as suas doutrinas de forma correta, muito embora ainda não tenha a presença de Deus.”
“A questão não é se você foi desafiado. A questão é: ‘você foi transformado’?”





FONTE ATOS 29
No man is greater than his prayer life. The pastor who is not praying is playing; the people who are not praying are straying. The pulpit can be a shop window to display one's talents; the prayer closet allows no showing off.

Leonard Ravenhill

Ravenhill - O míssil de Deus contra a igreja mundana

Procure no scribd.com livros deste fabuloso pregador



O a m o r ao dinheiro é a raíz de todos os males

Leonard Ravenhill - série - sermões proibidos

Leonard





sermão de um pregador odiado pelos fariseus do século 21

11 de setembro de 2010

DAVID WILKERSON




Autor de “ A cruz e o punhal”
David Wilkerson é o fundador e presidente do “Desafio Jovem”, que é uma organização sem fins lucrativos; fundada em 22 de Setembro de 1971. Reverendo Wilkerson é autor de trinta livros de sua inspiração, visando o ministério para viciado em drogas, jovens e membros de gangues em Manhattan, no Bronx, e no Brooklyn. Sua história é contada na Cruz e o Punhal, um livro que bateu o recorde de venda. (A história tem sido lida aproximadamente por 50 milhões de pessoas em trinta línguas e 150 países desde 1963. Em 1969, o filme do mesmo título foi lançado e ainda é visto por milhares de pessoas).
Em quatro décadas de ministério evangelístico do Reverendo Wilkerson, que inclui: pregação, ensino e a autoria de vários livros, tem sido possível alcançar um número significativo de pessoas em todo o mundo. Durante todo esse tempo, tem-se também preservado uma das características fundamentais deste trabalho, que assistir aos mais carentes e necessitados entre a população, isto através de grande uma mobilização evangelística-social, cujo um dos objetivos é reintegrar os marginalizados à sociedade, proporcionado-lhe uma nova vida em Jesus Cristo. Até mesmo agora, aos 72 anos de idade, ele sai às ruas de Nova Iorque acompanhado de um assistente. Nessas ocasiões, ele também visita o Broadway e Oitava Avenida, evangelizando os transeuntes. Sua missão está sempre procurando o perdido, o desorientado e o derrotado, para pregar a eles sobre o Cristo vivo.
David Wilkerson, nascido em Indiana, no ano de 1931, casou-se em 1953 com Gwen Carosso. Tem dois filhos que são ministros e suas duas filhas são casadas. Eles têm 11 netos. Os Wilkersons vinham servindo ao Senhor na Pensilvânia, até que o Reverendo Wilkerson viu uma fotografia em uma revista sobre violência urbana, que mostrava vários adolescentes da Cidade de Nova Iorque assassinados. Movido pela compaixão, ele foi à cidade em fevereiro 1959. Foi assim que ele começou seu ministério de rua. Depois atuou como escritor, visando alcançar os chamados: "desesperados, confundidos e violentos nas ruas e do submundo".
Naquele ano, o Reverendo Wilkerson encontrava um desafio no seu ministério: eram os adolescentes do Brooklyn, Nova Iorque, mas ele, enfim alcançou a juventude e adultos com problemas globais através de seus 490 centros de reabilitação social. Estes são ministérios de recuperação baseados em um programa para viciados em drogas, os quais têm sido reconhecidos como os maiores centros de recuperação do mundo. Um estudo do Instituto Nacional do Governo dos Estados Unidos de Uso de Droga comprovou a recuperação através do Desafio, de Adolescentes e jovens na marca de 86%.
www.Davidwilkersonbrasil.hpg.com.br

David Livingstone






David Livingstone




Explorador britânico nascido nascido em Blantyre, Lanarkshire, Escócia, universalmente conhecido por suas expedições pioneiras ao interior do continente africano. De família calvinista humilde, aos dez anos começou a trabalhar numa fiação e decidiu tornar-se médico missionário (1834 ) e passou a estudar grego, teologia e medicina em Glasgow. Embarcou para a Cidade do Cabo, a serviço da Sociedade das Missões (1840), e seguiu para o norte até Kuruman, pregando o cristianismo e ensinando os nativos a continuar seu esforço evangelizador. Sua habilidade no tratamento com o negros, permitiu-lhe chegar até a região do Kalahari (1842), onde aprendeu as línguas locais. Recuperado de um grave ataque de um leão (1844), tornou-se conhecido no Reino Unido (1849) pela descoberta do lago Ngami e do deserto de Kalahari, que lhe valeram uma medalha da Real Sociedade Geográfica Britânica. Indignado com o comércio de escravos, empenhou-se no desbravamento das rotas comerciais, na esperança de alterar a situação.
Ganhou a proteção da tribo makololo (1851) e com o auxílio desses, atravessou a África meridional (1853) e desbravou a costa ocidental até Luanda. Descobriu o lago Dilolo (1854) e acompanhou o rio Zambeze em direção ao mar, o que o levou a descobrir as grandes cataratas a que deu o nome de Vitória (1855). Publicou um livro que o tornou célebre, Missionary Travels and Researches in South Africa (1857). Obcecado pela busca da nascente do Nilo, iniciou outra expedição desbravadora (1872), mas na época das chuvas perdeu-se na região do lago Bangueolo, mas ainda atingiu Ilala, no sul. Atacado repetidamente pelas doenças tropicais, morreu em Chitambo, atual Zâmbia, e seu corpo foi embalsamado e sepultado com grandes honras na abadia de Westminster, em Londres (1874).
 
 
 
frases
Depois de ouvir um missionário que voltou da China, Livingstone disse:
"É o meu desejo mostrar minha devoção a causa daquele que morreu por mim"

David brainerd - Missionário aos índios norte americanos



David brainerd









O primeiro missionário aos indios americanos
“Designei um dia para jejuar e orar, e passei esse dia clamando quase incessantemente a Deus. Pedi-lhe misericórdia e que abrisse meus olhos para a enormidade do pecado e o caminho para a vida em Jesus Cristo... Contudo, continuei a confiar nas boas obras... Então, uma noite, andando na roça, me foi dada uma visão da grandeza do meu pecado, parecendo-me que a terra se abrira por debaixo de meus pés para me sepultar e que a minha alma iria chegar ao inferno antes de eu chegar em casa...Certo dia, enquanto longe no colégio, no campo, sozinho em oração, senti tanto gozo e doçura em Deus, que, se eu devesse ficar neste mundo vil, queria permanecer contemplando a glória de Deus. Senti na alma um profundo amor ardente para com todos os homens e anelava que eles desfrutassem desse mesmo amor.. Anelava tanto a presença de Deus e ficar livre do pecado, que, ao melhorar, preferia morrer a voltar ao colégio, e me afastar de Deus... Oh! Uma hora com Deus excede infinitamente todos os prazeres do mundo".
De fato, depois de voltar ao colégio, Brainerd esfriou em espírito, mas o "Grande Avivamento" dessa época alcançou a cidade de New Haven, o colégio de Yale e o coração de Davi Brainerd. Ele tinha o costume de escrever diariamente uma relação dos acontecimentos mais importantes da sua vida, e é por esses diários que sabemos da sua vida intima de profunda comunhão com Deus. Os poucos trechos seguintes servem como amostras do que ele deixou registrado e revelam algo de sua luta com Deus, enquanto estudava para o ministério:
"Fui tomado repentinamente pelo horror de minha miséria. Então clamei a Deus, pedindo que me purificasse da minha estrema imundícia. Depois a oração se tornou mui preciosa para mim. Ofereci-me alegremente para passar os maiores sofrimentos pela causa de Cristo, mesmo que fosse para ser desterrado entra os pagãos, desde que pudesse ganhar suas almas. Então Deus me deu o espírito de lutar em oração pelo reino de Cristo no mundo ".
Retirei-me cedo, de manhã, para a floresta, e foi-me concedido fervor em rogar pelo avanço do reino de Cristo no mundo. Ao meio-dia, ainda combatia em oração a Deus e sentia o poder do divino amor na intercessão. Passei o dia em jejum e oração, implorando para que Deus me preparasse para o ministério, me concedesse auxilio divino e direção, e me enviasse para a seara no dia designado por Ele. Pela manhã, senti poder na intercessão pelas almas imortais e pelo progresso do reino do querido Senhor e Salvador no Mundo... À tarde, Deus estava comigo de verdade. Quão bendita a sua companhia! Ele me concedeu agonizar em oração até ficar com a roupa encharcada de suor, apesar de eu me achar na sombra, e de soprar um vento fresco. Sentia a minha alma grandemente extenuada pela condição do mundo: esforçava-me para arrebatar multidões de almas. Sentia-me mais dilatado pelos pecadores do que pelos filhos de Deus, contudo anelava gastar minha vida clamando por ambos.


Passei duas horas agonizando pelas almas imortais. Apesar de ser ainda muito cedo, meu corpo estava molhado de suor... Se eu tivesse mil vidas, a minha alma as teria dado pelo gozo de estar com Cristo...Dediquei o dia para jejuar e orar, implorando a Deus que me dirigisse e me abençoasse na grande obra que tenho perante mim, a de pregar o Evangelho. Ao anoitecer, o Senhor me visitou maravilhosamente na oração; senti a minha alma angustiada como nunca... Senti tanta agonia que me achava ensopado de suor. Oh! Jesus suou sangue pelas pobres almas! Eu anelava mostrar mais e mais compaixão para com eles. Cheguei a saber que as autoridades esperavam a oportunidade de me prender e encarcerar por ter pregado em New Haven. Fiquei mais sóbrio e abandonei toda a esperança de travar amizade com o mundo. Retirei-me para um lugar oculto na floresta e coloquei o caso perante Deus". Completados os seus estudos para o ministério, ele escreveu: "Preguei o sermão de despedida ontem à noite. Hoje, pela manhã, orei em quase todos os lugares por onde andei, e, depois de me despedir dos amigos, iniciei a viagem para o habitat dos índios".
Essas notas revelam, em parte, a sua luta com Deus enquanto estudava para o ministério. Um dos melhores pregadores atuais, referindo-se a esse diário, declarou: "Foi Brainerd quem me ensinou a jejuar e orar. Cheguei saber que se fazem maiores coisas por meio de contato cotidiano com Deus do que por pregações".No inicio da historia da vida de Brainerd, já relatamos como Deus lhe concedeu entrada entre os silvícolas, em resposta a uma noite de oração nas profundezas da floresta. Mas, apesar de os índios lhe darem toda a hospitalidade, concedendo-lhe um lugar pra dormir sobre um pouco de palha e ouvirem o sermão, comovidos, Brainerd não estava satisfeito, e continuava a lutar em oração, como revela seu diário:"Continuo a sentir-me angustiado. À tarde preguei ao povo, ma fiquei mais desanimado acerca do trabalho do que antes; receio que seja impossível alcançar as almas. Retirei-me e derramei a minha alma pedindo misericórdia, mas sem sentir alívio.

"Completo 25 anos de idade hoje. Dói-me a alma ao pensar que vivi tão pouco para a glória de Deus. Passei o dia na floresta sozinho, derramando a minha queixa perante o Senhor. Cerca das 9 horas, saí para orar na mata. Depois do meio-dia, percebi que os índios estavam se preparando para uma festa e uma dança... Em oração, senti o poder de Deus e a minha alma extenuada como nunca antes na minha vida. Senti tanta agonia e insisti com tanta veemência que, ao levantar-me, só consegui andar com dificuldade. O suor corria-me pelo rosto e pelo corpo. Reconheci que os pobres índios se reuniam para adorar demônios e não a Deus; esse foi o motivo de eu clamar ao Senhor que se apressasse em frustrar a reunião idolatra. Assim, passei a tarde orando incessantemente, pedindo o auxílio divino para que eu não confiasse em mim mesmo. O que experimentei, enquanto orava, foi maravilhoso. Parecia-me não haver nada de importante em mim, a não ser a santidade de coração e vida, e o anelo pela conversão dos pagãos a Deus. Desapareceram todos os cuidados, receios e anelos; todos juntos pareciam-me de menor importância que o sopro do vento. Anelava que Deus adquirisse pra si um nome entre os pagãos, e lhe fiz o meu apelo com a maior ousadia, insistindo em que Ele reconhecesse que "eu o preferia a minha maior alegria". De fato, não me importava onde ou como morava, nem a fatiga que tinha de suportar, se pudesse ganhar almas para Cristo. Continuei assim toda a tarde e toda a noite".
Assim revestido, Brainerd, pela manhã, voltou da mata para enfrentar os índios, certo de que Deus estava com ele, como estivera com Elias no monte Carmelo. Ao insistir com os índios para que abandonassem a dança, eles, em vez de matá-lo, desistiram da orgia e ouviram a sua pregação, de manhã e à tarde.
Depois de sofrer como poucos sofrem, depois de se esforçar de noite e de dia, depois de passar horas inúmeras em jejum e oração, depois de pregar a Palavra "a tempo e fora de tempo", por fim, abriram-se os céus e caiu o fogo. Os seguintes excertos do seu diário descrevem algumas dessas experiências gloriosas:"Passei a maior parte do dia em oração, pedindo que o Espírito fosse derramado sobre o meu povo... Orei e louvei com grande ousadia, sentido grande peso pela salvação das preciosas almas.Discursei à multidão extemporaneamente sobre Isaías 53.10: "Todavia, ao Senhor agradou moê-lo". Muitos dos ouvintes entre a multidão de 3 a 4 mil, ficaram comovidos a ponto de haver um "grande pranto, como o pranto de Hadadrimom". [Ver Zacarias 12:11].


Fiquei em pé, admirado da influencia que se apoderou do auditório quase totalmente. Parecia, mais que qualquer outra coisa, a força irresistível de uma grande correnteza, ou dilúvio crescente, que derrubava e varria tudo o que encontrava na frente.Quase todos oravam e clamavam, pedindo misericórdia, e muitos não podiam ficar em pé. A convicção que cada um sentiu foi tão grande, que pareciam ignorar por completo os outros em redor, mas cada um continuava a orar por si mesmo. Lembrei-me de Zacarias 12:10-12, porque havia grande pranto como o pranto de Hadadrimom, parecendo que cada um pranteava à parte.Parecia-me um dia muito semelhante ao dia em que Deus mostrou seu poder a Josué (Js 10:14), porque era um dia diferente de qualquer dia que tinha presenciado antes, um dia em que Deus fez muito pára destruir o reino das trevas entre esse povo".

Ele andava, às vezes, perdido de noite no ermo, apanhando chuva e atravessando montanhas e pântanos. Franzino de corpo, cansava-se nas viagens. Tinha de suportar o calor do verão e o intenso frio do inverno. Dias a fio passava-os com fome. Já começava a sentir a saúde abalada e estava a ponto de casar-se – sua noiva era Jerusa Edwards, filha de Jônatas Edwards – e estabelecer um lar entre índios convertidos, ou voltar e aceitar o pastorado de uma igreja que o convidava. Porém, reconhecia que não podia viver, por causa da sua doença, mais que um ou dois anos, e resolveu então "arder até o fim".Assim, depois de ganhar a vitoria em oração, clamou:
"Eis-me aqui, Senhor, envia-me a mim até os confins da terra; envia-me aos selvagens do ermo; envia-me para longe de tudo que se chama conforto da terra; envia-me mesmo para a morte, se for no teu serviço e para promover o teu reino...Adeus, amigos e confortos terrestres, mesmo os mais anelados de todos. Se o Senhor quiser, gastarei a minha vida, até os últimos momentos, em cavernas e covas da terra, se isso servir para o progresso do reino de Cristo". Foi nessa ocasião que escreveu:
"Continuarei lutando com Deus em oração pelo rebanho aqui e, especialmente, pelos índios em outros lugares, até a hora de deitar-me. Oh! Como senti ser obrigado a gastar o tempo dormindo! Anelava ser uma chama de fogo, constantemente ardendo no serviço divino e edificando o reino de Deus, até o ultimo momento, o momento de morrer".
Por fim, depois de cinco anos de viagens árduas no ermo, de aflições inumeráveis e de sofrer dores incessantes no corpo, Davi Brainerd, tuberculoso e com as forças físicas quase inteiramente esgotadas, conseguiu chegar à casa de Jônatas Edwards.O peregrino já completara a sua careira terrestre e esperava o carro de Deus para levá-lo a glória. Quando no seu leito de sofrimento, viu alguém entrar no quarto com a bíblia, exclamou: "Oh! O querido livro! Breve hei de vê-lo aberto. Os seus mistérios me serão então desvendados!"Suas forças físicas minguavam e ele falava com mais e mais dificuldade, mas sua percepção espiritual parecia aumentar: "Fui feito para a eternidade. Como anelo estar com Deus e prostrar-me perante Ele! Oh! Que o Redentor pudesse ver o fruto do penoso trabalho da sua alma e ficar satisfeito! Oh! Vem, Senhor Jesus! Vem Depressa! Amém!" E foi assim que dormiu no Senhor.
Brainerd findou a sua carreira terrestre aos 29 anos. Contudo, apesar da sua grande fraqueza física, fez mais que a maioria dos homens faz em setenta anos.

Sua biografia, escrita por Jônatas Edwards e revisada por João Wesley, teve mais influencia sobre a vida de A. J. Gordon do que qualquer outro livro, exceto a Bíblia. Guilherme Carey leu a historia que narra sua obra e consagrou sua própria vida ai serviço de Cristo, e nas trevas da índia! Roberto McCheyne leu o diário de David e gastou sua vida entre os judeus. Henrique Martyn leu a sua biografia e decidiu consumir-se dentro de um período de seis anos e meio na Pérsia, a serviço do Mestre. O que Davi escreveu a seu irmão, a Israel Brainerd, é para nós um desafio à obra missionária: "Digo, agora, morrendo, que não teria gastado a minha vida de outra forma, nem por tudo o que há no mundo"."... sinto-me mais alegre hoje acerca dos peles-vermelhas. Oxalá que Deus atraia grande número deles a Jesus Cristo..."
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C S LEWIS




C S LEWIS
O GRANDE DEFENSOR DA FÉ DO SECULO XX
O criador de Nárnia
"Nós consideramos Deus como um piloto considera o pára-quedas dele; está lá para emergências mas ele espera nunca ter que usá-lo."
C. S. Lewis

"O carinho é responsável por nove-décimos de qualquer felicidade sólida e durável existente em nossas vidas."
C. S. Lewis


Aos nove anos de idade Jack , como era conhecido pelos seus, sentiu-se ignorado por Deus, quando o câncer levou sua mãe. Jack na verdade perdeu seu pai e sua mãe, pois o pai nunca se recuperou da perca fatal. Nunca mais a família de Jack experimentou a alegria que desfrutavam antes.
Esse evento marcou a vida desse garoto, que cresceu e se tornou C S Lewis, um dos maiores autores e pensadores cristãos do século XX

29 de agosto de 2010

CORRIE TEN BOOM



Essas são cenas do filme o refúgio secreto. Assista o filme no You-tube ou alugue em uma locadora, vale a pena. Esse filme conta a história de Corrie e sua família, que perderam tudo mas ganharam o céu.




Depois de sobreviver a um campo de concentração na Alemanha nazista ela disse "Não há abismo tão profundo que o amor de Jesus não possa ser mais profundo ainda ".
Sobrevivente do holocausto nazista
Corrie Ten Boom
Seus ensinamentes eram focalizados no evangelho, com ênfase no perdão. Em seu livro Tramp for the Lord (1974), ela narra a história de como, após estar ensinando na Alemanha, em 1947, ela se aproximou de um dos mais cruéis guardas de Ravensbruck, Ela estava relutante em perdoá-lo, mas orou para que conseguisse fazê-lo. Conforme ela escreveu:

Por um longo momento, nós tocamos nossas mãos, o ex-guarda e a ex-prisioneira. Eu jamais havia conhecido o amor de Deus tão intensamente quanto naquela hora “ trechos to testemunho de Corrie

“A medida de uma vida, afinal, não é sua duração, mas sua doação.”

Ela era conhecida por sua rejeição à doutrina do arrebatamento antes da tribulação Em seus escritos ela afirma que não há fundamentação bíblica para isso e argumenta que a tal doutrina deixou a Igreja Cristã mal preparada em tempos de grande perseguição, como na China comunista de Mao Tsé Tung. Corrie apareceu em muitos programas de tv cristãos narrando sua experiência com o holocausto, perdão e amor de Deus.


Na mesma passagem, ela escreve também que, em sua experiência do pós-guerra com outras vítimas da brutalidade nazista, aqueles mais capazes de perdoar foram os que mais facilmente puderam reconstruir suas vidas.

“A fé é como o radar, que enxerga através do nevoeiro; vê a realidade das coisas a uma distância que os olhos humanos não conseguem alcançar.” Corrie Ten Boom

Corrie acordou nesta manhde 28 de fevereiro de 1944 com uma forte gripe. Ela tinha vontade de gritar por conta dos pequenos ruídos que ela ouvia da rua lá de fora que aumentavam ainda mais a sua dor de cabeça, mas ela não podia, pois era em seu quarto que estava a porta secreta que escondia os judeus da polícia nazista e a entrada era exatamente debaixo de sua cama. Logo que amanheceu, sua irmã Betsie veio acordá-la com uma xícara de chá, dizendo : “Tem um homem lá for . Ele diz ser amigo dos judeus e procura por abrigo“, mas Betsie porém dizia não se lembrar dele. Corie entretanto não poderia esperar, pois estava em sua alma ajudar todos os judeus. Ela desceu vagarosamente as escadas e foi ao encontro do intrigante cavalheiro. O homem foi direto ao assunto
_ Preciso de ajuda! Minha esposa foi presa por ajudar os judeus e preciso de dinheiro para libertá-la. Corie ficou um tanto que desconfiada, mas seu coração não pode negar a ajuda e foi buscar o dinheiro em seu quarto. Repentinamente a luz de alarme acendeu, avisando que havia polícia perto da casa e todos correram para se esconder no refúgio secreto. Deu somente tempo para fechar a porta e a Gestapo ( polícia nazista ) apareceu derrubando tudo e perguntando onde estavam escondidos os judeus. Vasculharam toda a casa sem nada encontrarem, mas levaram presos Corie, Betsie e o seu Pai, que mais tarde foram levados a um campo de concentração nazista. Somente Corie sobreviveu, por um milagre do Senhor, quando que por engano liberaram ela no lugar de outra pessoa. Os judeus que estavam em seu refúgio secreto escaparam todos com vida, mas Betsie, sua irmã e seu idoso pai morreram por ocultarem aqueles judeus. Mas os caminhos do Senhor porém são mais altos e ali naquele campo de concentração, Corrie e sua irmã Betsie puderam testemunhar do amor de Cristo e muitos se converteram.
“Deixem as crianças vir ter Comigo!” C. T. Boom Um dia aconteceu algo muito importante enquanto eu brincava ao “faz-de-conta”. No meu mundo de fantasia, eu visitava uma vizinha que não me queria atender. Eu batia, e batia à porta dela... e nada. A Mamã, que me observava, entendendo o meu “faz-de-conta”, chamou-me: - Corrie, a tua vizinha não te atende? Eu conheço Alguém que está neste exacto momento batendo à tua porta, esperando que tu Lha abras. Estaria a Mamã brincando ao "faz-de-conta" comigo? Hoje eu sei que o meu coração infantil estava sendo preparado naquele momento; o Espírito Santo prepara-nos para receber Jesus Cristo fazendo a fim de que a nossa vida se volte inteiramente para Ele. - Jesus disse que Ele está à porta; e se tu o convidares, Ele entrará no seu coração, continuou a Mamã. E tu gostarias de convidar Jesus para entrar no teu coração? Naquele momento a Mamã pareceu-me a mais bela pessoa do mundo inteiro. - Sim, Mamã, eu quero Jesus no meu coração. Ela tomou as minhas pequeninas mãos nas suas e orámos juntas. Era tão simples; todavia Jesus diz que todos devemos ir a Ele como crianças, não importa a idade, posição social ou intelectual. Quando mais tarde a Mamã me falou sobre esta experiência de criança, eu lembrei-me dela claramente. Pode uma criança de cinco anos saber o que está fazendo? Há os que dizem que crianças não têm discernimento espiritual para tomar uma decisão, por isso devem esperar até que possam pensar por si mesmas. Creio que a criança deve ser conduzida e não abandonada ao léu da sorte. Jesus tornou-Se mais real para mim depois daquela experiência.»
Dezenas de anos mais tarde, fazendo uma palestra a um grupo, dirigi-me especialmente aos pais, incentivando-os a trazerem os seus filhinhos a Jesus. O próprio Jesus disse: «Deixem as crianças vir ter Comigo! Não as estorvem, porque o reino dos céus é dos que são como elas.» (Mt 19:14. ABíbliaparatodos). Então narrei como eu me decidi por Jesus quando tinha cinco anos de idade. Depois da palestra, encaminhei-me para uma saleta onde encontrei um pai, com dois meninos sobre os joelhos. Ele, com os braços ao redor dos dois garotinhos, falava ternamente com eles. Voltei-me sobre meus pés silenciosamente, enquanto o pai dizia com todo o amor aos filhinhos que eles não eram tão pequenos que Jesus não pudesse entrar e morar nos seus corações. Que herança maravilhosa o pai daqueles garotos lhes transmitia! Sentir que o pai os amava tanto ao ponto de guiá-los ao conhecimento do Pai do Céu! In “Na Casa De Meu Pai”, C. T. Boom Publicada por Carlos António da Rocha à(s) 20:33:00 Etiquetas: C. T. Boom