27 de novembro de 2014

O TEMPO DA VINDA DE JESUS CRISTO

O TEMPO DA VINDA DE JESUS CRISTO

Tentativas houveram para determinar a data da vinda de Cristo, mas em nenhuma delas o Senhor veio na hora marcada pelos homens.
E destacou que o tempo exato da sua vinda está oculto em Deus. Mateus 24 : 36 - 44.

Daremos a seguir uma visão geral sobre o tempo da sua vinda.



 OS SINAIS QUE PRECEDERÃO A SUA VINDA 

Falsos Cristos Mateus 24 : 5 Porque muitos virão e meu nome, dizendo : Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.Guerras Mateus 24 : 6 E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis,...
I Guerra Mundial - 8 milhões morreram
- 15 milhões mutilados
II Guerra Mundial - 55 milhões morreram
Fome Mateus 24 : 7 ... haverá fomes,...
Milhares de pessoas morrem [de fome] diariamente no mundo.
Pestes Mateus 24 : 7 ... e pestes ...
Câncer, Cólera, Aids e outras.
Terremotos Mateus 24 : 7 ... e terremotos em vários lugares..

1985: 8.000 mortos no México
1988: 25.000 mortos na Armênia
1990: 35.000 mortos no Irã
1993: 30.000 mortos na Índia


Multiplicação dos pecados Mateus 24 : 12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará.
Proliferação do ocultismo I Timóteo 4 : 1 ... dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios.
Decadência moral II Timóteo 3 : 1 - 2 ... que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,...




Ciência avançada Naum 2 : 4 Os carros se enfurecerão nas praças, chocar-se-ão pelas ruas; o seu parecer é como o de tochas, correrão como relâmpagos.

II CONFIRMAÇÕES BÍBLICAS DA SUA VINDA 

Do próprio Jesus Mateus 24 : 27
Dos apóstolos I João 2 : 28
Dos profetas Isaías 60 : 1 - 2
Dos anjos Atos 1 : 10 - 11


FONTE:
http://solascriptura-tt.org/EscatologiaEDispensacoes/Escatologia-Cronologia-Almir.htm











A VOLTA DE JESUS

VISÃO MILENISTA DOS FINAIS DOS TEMPOS 
EVENTOS PREDITOS EM RELAÇÃO ÁS NAÇÕES

* Temos dentro da igreja duas 

visões clássicas sobre as coisas que acontecerão nos finais dos tempos. Apresentaremos hoje a visão milenista 

1. As nações Unidas são organizadas em 1946, como um primeiro passo em direção a um governo mundial.

2. Israel torna-se uma nação reconhecida em 1948.

3. A Europa é reconstruída depois da segunda guerra mundial, a fim de preparar o cenário para o futuro renascimento do Império Romano.


4. A Rússia surge no cenário mundial como potência militar e política.


5. Organizações de âmbito mundial, como o "MERCADO COMUM EUROPEU E O BANCO MUNDIAL" preparam o cenário para os futuros acontecimentos políticos e financeiros.

6. A China Continental torna-se uma potência militar.


7. O Oriente Médio e a nação de Israel tornam-se o foco da tensão mundial.

8. O primeiro embargo de petróleo promovido pelos árabes faz o mundo perceber o poder da riqueza no Oriente Médio.

9. A falta de um poderoso líder impede que o Oriente Médio se organize como poder político.

10. O Arrebatamento da "Igreja" remove o principal obstáculo á expansão do poder político e financeiro do mundo mediterrâneo.

11. Um novo líder, mais tarde identificado como o "ANTICRISTO" sobe ao poder no Oriente Médio, depois de dominar "três nações" e assumir o controle de mais "dez" a fim de fazê-las uma"confederação mediterrânea".

12. O novo líder do mundo mediterrâneo impõe um tratado de "paz" para "Israel" com a duração de "sete anos".

13. Exércitos "russos e de várias outras nações" invadem "Israel" e são destruídos por meio dos juízos divinos.

14. O acordo de "paz" no Oriente Médio é quebrado depois de "três anos e meio".

15. O líder do Oriente Médio governa o mundo como o "Anticristo".

16. O líder do Oriente Médio alega ser "Deus" e exige adoração, sob pena de morte.

17. O líder do Oriente Médio profana o templo em "Jerusalém".

18. Começam os terríveis julgamentos da "GRANDE TRIBULAÇÃO" descritos nos "selos" "trombetas" e "taças" da ira de Deus, no "livro de Apocalipse".

19. As muitas catástrofes provocam descontentamento generalizado contra o líder do Oriente Médio e promovem a revolta e o ajuntamento dos exércitos do mundo em "Israel" para uma batalha decisiva, com o "Armagedom" considerado o centro do conflito.

20. Acontece a "segunda vinda de Cristo" que retorna acompanhado dos "exércitos celestiais".

23. Todos os salvos "judeus e gentios" são colocados na "NOVA JERUSALÉM" onde passarão a eternidade.




21. Os exércitos do mundo tentam lutar contra as "milícias celestiais", mas são totalmente destruídos.


22. O "reino mundial de Cristo" é estabelecido, como o clímax dos julgamentos sobre todos os infiéis e da remoção do poder político dos gentios.


23. Todos os salvos "judeus e gentios" são colocados na "NOVA JERUSALÉM" onde passarão a eternidade.


20 de novembro de 2014

Por que lutar contra o Natal? – J.Lee Grady

Por que lutar contra o Natal? – J.Lee Grady

É impressionante como os secularistas irados odeiam o Natal. É também trágico que alguns cristãos puritanos julguem os demais cristãos porque estes celebram o Natal.
Duas semanas depois de eu haver escrito sobre a forma como Deus trabalhou na vida das pessoas através da história do Natal, vários leitores escreveram para me lembrar que a celebração do Natal é pagã e que a questão de dar e receber presentes é a própria revelação do inferno. Uma pessoa chegou a dizer que se sente desconfortável ao celebrar o Natal devido as suas origens demoníacas.
Você certamente convive com muitos cristãos que boicotam o Natal por várias razões, e tais pessoas insistem que:
1. A festa se tornou um grande comércio que promove discórdia (Até concordo).
2. Não se sabe quando Jesus nasceu. (Verdade – e a Bíblia silencia sobre a data. Contudo, alguns cristãos puritanos anti-natalícios insistem que Jesus nasceu no dia 11 de setembro do 3 a.C., durante a festa de Rosh Hoshaná!).
3. Que o dia 25 de dezembro foi escolhido para “cristianizar” a festa pagã da Saturnália, uma festa de inverno que celebrava o solstício de inverno. (Pode ser verdade – mas o que há de errado em cristianizar alguma coisa? Fico feliz de que uma data pagã foi substituída por uma celebração cristã!).
4. Que a árvore é de tradição pagã, já que os druidas criam que a árvore verde tinha poderes mágicos de afastar os demônios. (Quinta-feira – Thursday em inglês – é um dia da semana em homenagem ao Deus nórdico Thor, mas será que quando eu passo pela quinta-feira estarei adorando a Thor?). NT. A palavra Domingo em inglês, Sunday é em homenagem ao sol e assim os demais dias da semana em inglês são homenagens a astros.
5. O dia 25 de dezembro é o aniversário de Ninrode, que mais tarde foi identificado como Baal, que depois se tornou Nicolau, e que mais tarde veio a se chamar Papai-Noel. Por esta razão, como ter certeza de que os demônios não estejam se escondendo por trás dos candelabros, dos ornamentos, das luzes, e dos panetones? (Eu sabia que tinha alguma coisa naquele panetone!).
Devo admitir que nunca levei meus filhos a acreditarem em Papai-Noel, e não era porque eu tivesse medo de Baal, Ninrode ou de algum bispo turco disfarçado, porque, estaria mentindo se afirmasse aos meus filhos que os presentes foram deixados ali por um velhinho; porque não gosto de fazer compras em shoppings, nem porque existe a possibilidade de trazer um estranho para dentro de minha casa para ver se meus filhos estão dormindo profundamente.

Confesso que gosto do Natal. Gosto das árvores decoradas, dos ornamentos, das luzes, do cheiro, das comidas, da música, dos presentes e dos familiares e amigos que celebram comigo o nascimento de Jesus. Todos os ornamentos que uso apontam para Jesus – desde os sinos na frente da casa ao anjo fixado no topo do árvore, e o presépio da manjedoura mostram que o Natal é uma época maravilhosa do ano quando tenho a possibilidade de refletir sobre o milagre da encarnação de Cristo, seu nascimento milagroso, o que me dá oportunidade de testemunhar do poder de Deus aos que se mostram também generosos.
Faz tempo que as pessoas lutam contra o sentido do Natal, contra a tradição de se presentear afirmando que a celebração foi proibida pela igreja católica romana na idade média devido as suas origens pagãs. Foi então que puritanos anti-católicos declararam guerra ao Natal na Inglaterra e baniram a data de 1647 a 1660, chamando-a de festival do Papa sem quaisquer justificativas. Nos Estados Unidos os puritanos de Massachusetts baniram a celebração do Natal entre 1659 e 1681, durante a guerra civil e se tornou uma festa impopular com o argumento de que estava associada aos ingleses.
O Natal se tornou feriado nacional em 1680. Hoje, apesar de que muitos cristãos pensem que o Natal se tornou apenas um comércio, os puristas querem eliminar quaisquer vestígios da encarnação de Cristo, anulando a celebração do nascimento do Salvador. E levando o mundo a não ouvir nunca sobre o nascimento de Jesus.
É de se esperar que os ateus odeiem os cristãos. Estão aí lutando para eliminar qualquer cena natalícia dos parques e querem que se proíba cantar músicas natalinas nas escolas.  O trágico é quando os cristãos que deveriam usar da data como uma oportunidade de falar dos milagres da encarnação de Jesus para toda a sociedade – estejam banindo a data e até mesmo demonizando o Natal e, consequentemente o nascimento de Jesus.
Celebre o Natal do seu jeito, por todos os meios. Se você acha que estará ofendendo alguém ao enviar um cartão de felicitações ou fazer qualquer decoração, saiba que a maioria das pessoas não pensam como você. Não vou julgar você por seu posicionamento. Mas, por favor, não julgue os demais só porque eles celebram o que é puro e decente e cheio de significado nesta época do ano.
P.S. Feliz Natal!
J.Lee Grady é editor de Charisma.
Tradução de João A. de Souza Filho

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* AOS NOSSOS IRMÃOS QUE NÃO CELEBRAM O NATAL COMO FESTA CRISTÃ, EXPRESSAMOS NOSSO RESPEITO PELO PONTO DE VISTA E NOSSA PALAVRA É A DE QUE ELES SIGAM O QUE DEUS TEM DADO DE DIREÇÃO AOS SEUS PASTORES, PORQUE O CAMINHO DA UNÇÃO ESTÁ DELINEADO NO SALMO 133 QUE DIZ QUE A UNÇÃO CHEGA PRIMEIRO NA CABEÇA DE ARAÃO ( O PASTOR ) E DEPOIS DESCE PARA A SUA BARBA ( A LIDERANÇA )  E SOMENTE ENTÃO VAI AO CORPO ( NÓS, A IGREJA )  E LÁ NO FINAL O QUE VAI IMPORTAR NÃO É SE VOCÊ CELEBRA OU DEIXA DE CELEBRAR O NATAL, MAS SIM O SER NOVA CRIATURA. - 
-  EM CRISTO JESUS, Gelson Lara -

16 de novembro de 2014

JESUS, A RAZÃO DO NATAL




Onde Jesus está o aflito encontra consolo, o perdido acha o caminho, o escorraçado levanta-se com dignidade e a Galiléia que jazia em trevas encontra a mais fulgurante luz!
O Natal está chegando. As ruas começam a ser decoradas. As famílias programam grandes encontros. As igrejas preparam programas especiais. É a celebração do nascimento do Filho de Deus! Mas quem é o Jesus do Natal? Quais são as glórias do seu caráter? Quais são as características de suas poderosas obras?
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."Is 9.6

Isaías 9:6

QUEM JESUS É? (v.6)
1 – ELE É O MARAVILHOSO CONSELHEIRO
Jesus é o maravilhoso conselheiro porque ele conhece todas as coisas. Ele pode todas as coisas. Seu amor é inescedível, sua bondade é infinita e sua misericórdia dura para sempre. Ele não apenas aponta a verdade, ele é a verdade. Ele não somente orienta, ele é o caminho. Ele não somente traz consolo, ele é a paz. Ele não somente anima os desanimados, ele é a esperança. Ele não somente guia os cansados pelos caminhos da vida, ele é a vida.
2 – ELE É O DEUS FORTE

Jesus não é uma divindade tribal. Ele não é um deus morto que precisa ser carregado nos ombros de seus adoradores. Ele é o Deus criador, sustentador, interventor, salvador e juiz. Ele venceu o mundo, o pecado, o diabo e a morte. Ele voltará em glória para buscar o seu povo e julgar as nações.
3 – ELE É O PAI DA ETERNIDADE
Jesus é o alfa e o ômega. Ele não foi criado, ele é o criador. Seu trono é revestido de glória e majestade. Ele está entronizado acima dos querubins. Ele é co-igual, co-eterno e consubstancial com o Pai. Ele sempre existiu com o Pai, antes que houvesse mundo. Ele e o Pai são um.

4 – ELE É O PRÍNCIPE DA PAZ
Nossa paz não é ausência de problemas. Nossa paz é uma pessoa. Nossa é paz é Jesus. Onde ele governa a paz é estabelecida.
O QUE JESUS FAZ?
1 – TRIUNFO DA GLÓRIA SOBRE A AFLIÇÃO v. 1
A Galiléia era a terra de gente escrava,
atrasada, pobre, espoliada, inculta, marginalizada, esquecida. Mas Jesus viveu na Galiléia, ensinou as multidões, curou os enfermos, libertou os cativos e restaurou a dignidade das pessoas. Onde Jesus chega, Ele restaura o desvalido, Ele ergue o caído, Ele exalta o abatido. Maria cantou o MAGNIFICAT “O Senhor dispersou os que no coração alimentam pensamentos soberbos. Derrubou dos seus tronos os poderosos e exaltou os humildes.” Onde Jesus está o aflito encontra consolo, o perdido acha o caminho da vida, o escorraçado levanta-se com dignidade e a Galiléia que jazia em trevas encontra a luz mais fulgurante.
2 – TRIUNFO DA LUZ SOBRE AS TREVAS v. 2
Trevas falam de ignorância, cegueira, engano, mentira, perdição e miséria. Onde Jesus está ausente, aí prevalece o pecado, o vício, a escravidão e a cegueira espiritual. Porém, quando Jesus chega em uma vida raia a luz. No nascimento de Jesus houve luz em plena noite. Ele é o Sol da Justiça. Jesus é a verdadeira luz que veio ao mundo. Quem o segue não andará em trevas. Luz é conhecimento. Jesus veio para revelar o Pai. Ele é Deus feito carne. Ele é a imagem exata do Pai. Luz é pureza. Jesus é puro e  purificador dos impuros. Quando Jesus entra no coração de uma pessoa ele quebra o jugo da escravidão e estabelece a verdadeira liberdade.
3 – TRIUNFO DA ALEGRIA SOBRE A TRISTEZA v. 3
Onde Jesus chega nasce a verdadeira
alegria. O Natal foi anunciado como boa nova de grande alegria para todo o povo. Hoje, as pessoas vivem entrincheiradas pela tristeza. Elas têm diversão, mas não alegria. Elas promovem festas e banquetes, mas não experimentam alegria. Elas têm dinheiro, sucesso e fama, mas nada disso preenche o vazio do coração. Só Jesus oferece a alegria que satisfaz. Só na presença de Deus há alegria verdadeira. A alegria que Jesus dá é ultracircunstancial. Ela brota no meio das lágrimas, cresce no deserto da vida, frutifica na dor e se mantém firme mesmo diante da morte.
4 – TRIUNFO DA LIBERTAÇÃO SOBRE A OPRESSÃO v. 4

O Jesus do Natal foi “ungido com o Espírito Santo para curar todos os oprimidos do diabo”. Ele veio pregando boas novas aos quebrantados, curando os quebrantados de coração e libertando os cativos. Onde há luto e cinzas, ele traz o fulgor da sua glória. Onde há pranto e dor, ele derrama o óleo da sua alegria. Onde há espírito angustiado, ele inspira canções de louvor. Só Jesus pode libertar o homem da tirania do pecado. Só Jesus pode arrancar o homem do império das trevas e da potestade de Satanás. Só Jesus tem poder para despedaçar todo jugo que nos oprime e declarar nossa alforria.

5 – TRIUNFO DA PAZ SOBRE A GUERRA v. 5
Onde o Jesus do Natal reina acabam as facções, as guerras, os conflitos, os preconceitos. Vivemos num mundo fragmentado e esmagado pelo ódio. Nações se levantam contra nações. Há conflitos raciais desumanos. Há contendas dentro da família. Há guerra dentro do coração do homem e da mulher. O ser humano é uma guerra civil ambulante. A maior necessidade das pessoas não é de mais dinheiro, mais conforto ou mais diversão. A nossa maior necessidade é de Jesus. Onde ele reina não há espaço para o ódio, para a mágoa nem para a vingança. Onde Jesus chega reina o amor, o perdão e a reconciliação, pois ele é o Príncipe da Paz!
6 – TRIUNFO DO REINO DE DEUS SOBRE OS REINOS DO MUNDO v. 7
Onde Jesus está, aí está presente o Reino de Deus. Onde ele chega, aí chega o domínio de Deus. Onde está o Rei, aí está o Reino. Esse Reino não é geográfico, político ou ideológico. Ele não é conquistado pela força nem pelas armas. O Reino de Deus é o Reino de Justiça, paz e alegria do Espírito Santo. Este Reino é o governo de Jesus nos corações. É o senhorio de Jesus sobre a vida daqueles que confessam o seu nome. Este Reino está entre nós e dentro de nós. Porém, ele será plenificado na Segunda vinda de Jesus. Este Reino avança vitorioso. 


Ele é indestrutível, inabalável, eterno. Reis caem, nações deixam de existir, mas o Reino de Cristo permanece para sempre. Este Reino governará de mar a mar e a terra se encherá do conhecimento do Senhor como as águas cobrem o mar. Todo joelho vai se dobrar diante de Jesus e toda a língua vai confessar que Jesus é o Senhor para a glória de Deus Pai.
Esta é a sublime mensagem do Natal!

http://www.sermao.com.br/sermoes/a-sublime-mensagem-do-natal/

"Os primeiros cinco minutos após a morte!" por Henry P. Liddon (1829-1890)


Os primeiros cinco minutos após a morte
por Henry P. Liddon (1829-1890)
/ ..
"Por agora, vemos como em espelho, obscuramente; mas então veremos face a face: agora conheço em parte; mas então conhecerei como
também sou conhecido. "
-I Cor. 13:12

Um oficial indiano, que em seu tempo tinha visto uma grande quantidade de serviços, e tinha participado em mais de uma dessas lutas decisivas pelo qual a autoridade britânica foi finalmente estabelecida nas Índias Orientais, voltou para terminar seus dias neste país e estava conversando com seus amigos sobre as experiências mais marcantes da sua carreira profissional. Eles o levaram,  para viajar através da memória, ao seu passado, descrevendo todas as suas batalhas, cercos, encontros pessoais, fugas e  vitórias. Por fim, ele fez uma pausa com a observação: "Espero ver algo muito mais notável do que qualquer coisa que eu já tenha visto."  Ele tinha cerca de setenta anos de idade, e seus ouvintes não conseguiram pegar o significado dessa palavras. Houve uma pausa; e, em seguida, ele disse em voz baixa: "Eu quero dizer, nos primeiros cinco minutos após a morte."

"Os primeiros cinco minutos após a morte!" Certamente a expressão vale lembrar, mesmo que apenas como a de um homem a quem a vida futura era, evidentemente, uma grande e solene realidade. "Os primeiros cinco minutos."Podemos supor que, no momento da nossa entrada nesse mundo novo e maravilhoso que já deve pensar e sentir como se tivéssemos sempre esteve lá, ou tinha estado lá, pelo menos, para os avançados na idade.

Há, sem dúvida, uma impressão, por vezes, a ser atendidas com que a morte é seguida por um estado de inconsciência.
A imaginação recua da tarefa de antecipar um momento tão cheio de respeito e admiração, como deve ser o da introdução de um espírito consciente para o mundo invisível.  Certamente a vida das almas sob o altar celeste, não é uma vida inconsciente. Certamente, o paraíso que o Senhor prometeu ao ladrão que morreu ao seu lado não pode ser razoavelmente imaginado ter sido um sono moral e mental, mais do que pode aqueles ministros angelicais que são enviados para ministrar aos que são herdeiros da salvação, ser suposto chegar a uma condição não superior ao que é produzido por clorofórmio, que conserva os mortos.

Não! essa suposição de um estado inconsciente após a morte é uma descoberta, não do Apocalipse, não da razão, não da bíblia, mas do desejo; de um forte desejo por um lado para manter um controle sobre a imortalidade, e por outro para escapar dos riscos que podem envolver a imortalidade. 

Não pode também ser posta em dúvida que a consciência, se não for mantida até o último no ato de morrer, se suspenso pelo sono, ou por doença física, ou por desarranjo deve ser recuperadas assim que o ato de morte é completado, com a remoção da causa que o suspendeu. Se este for o caso, a alma vai entrar na outra vida com os hábitos de pensamento que pertencem ao tempo ainda agarrados a ela; eles vão ser desaprendidos gradualmente, quando da entrada as outra vida.
E, seguramente, a primeira sensação de estar em outro mundo deve ser esmagadora. A imaginação pode, de fato, formar nenhuma estimativa digno dela; mas nós podemos pensar sobre isso o melhor que pudermos nesta tarde, uma vez que é, pelo menos, uma das abordagens para o grande e terrível assunto que trata o nosso texto, ou seja, a segunda vinda de Jesus Cristo para o julgamento. E aqui o apóstolo vem em nossa ajuda com sua expectativa de vida futura, como uma vida de conhecimento enormemente reforçada: ". Em seguida, conhecerei, como também sou conhecido" Ele está pensando, sem dúvida, de que a vida como um todo, e não da primeira entrada sobre ele, imediatamente após a morte. Sem dúvida, também, que ele está pensando nos altos privilégios dos bem-aventurados, cujo conhecimento, podemos presumir que dizer, com alguns grandes mestres da Igreja, será, assim, vasto e abrangente, porque eles vão ver todas as coisas em Deus, como em um oceano da verdade.  A mudança em si deve trazer com ela a experiência que é inseparável de um novo modo de existência: deve desvendar segredos; ele deve descobrir vastas extensões de verdade e revelar o coração dos filhos dos homens. Vamos tentar mantê-lo diante de nossas mentes, com reverência e sinceramente, por alguns minutos; e vamos nos perguntar, portanto, quais serão as adições mais surpreendentes ao nosso conhecimento existente em nossa primeira entrada no mundo por vir.

I. Primeiro, então, a nossa entrada em um outro estado de ser, vamos saber o que é que existe sob condições inteiramente novas.  

Aqui nós estamos ligados,   com as pessoas e objetos ao nosso redor.Eles nos influenciar sutilmente e poderosamente de mil maneiras; em alguns casos, completamente moldam o curso da vida.  Um menino nunca sabe o que em sua casa valeu a pena até que ele vá pela primeira vez para a escola; e, em seguida, ele sente falta, e como ele sente falta ele ansiosamente recorda e percebe, tudo o que ele deixou para trás. Quem de nós que tenha experimentado nunca pode esquecer essas primeiras horas na escola depois de sair de casa; aquele momento em que as despedidas foram mais, e o carro afastou-se da porta,  em seguida, nos viramos para nos encontrar em um novo mundo, entre os rostos estranhos e em cenas estranhas, e com um novo e talvez mais duro  governo?

Então, pela primeira vez, descobrimos o que nossa casa tinha sido para nós. E somos levados a sentir falta de nosso lar e do amor de nossos pais e as vezes pensamos em desistir na escola, mas geralmente nosso caminho não tem mais volta e de onde estamos não podemos retornar mais. Muitas vezes, tivemos que nos retirar para um lugar onde pudéssemos ficar sozinhos, e nos recuperar da melhor maneira possível dos desafios impostos por essa nossa nova vida. 

Sem dúvida, com o tempo, o hábito fez o seu trabalho; hábito virou escola, eu não vou dizer em uma segunda casa, mas em um novo e menos agradável tipo de casa. E, como o passar dos anos, vimos repetida uma e outra vez, no caso de outros aquilo que tínhamos vivido no início, e com uma vivacidade que não admitiu de repetição em nós mesmos.

Isso pode permitir-nos, em certo sentido, para compreender o que está reservado para todos nós em nossa entrada, ao morrer, para o mundo invisível. Isso é claro, não significa que esta vida é a nossa casa, e que o futuro de todo corresponde necessariamente à escola como sendo um banimento infinito.  Mas o paralelo não é distante da realidade que nos espera no momento da morte. Certamente devemos experimentar uma sensação de estranheza para que nada nesta vida nem sequer se aproximou. Porque  essaa cena de novo para nós ainda é inimaginável; não apenas vontade dos seres que nos rodeiam as formas, formulários, condições de existência, ser estranho que eles são ainda inconcebível; mas nós mesmos deve ter passado por uma mudança; uma mudança tão completa que não podemos aqui e agora antecipar o seu sentido pleno. 
Vamos existir, pensando e sentindo, e exercitando a memória e a vontade e a compreensão; mas sem corpos. Pense o que isso significa.

No momento estamos em casa no corpo; mesmo que não saibamos o que o corpo é para nós, as diversas atividades da alma são selecionadas e apropriado pelos diversos sentidos do corpo, de modo que a ação da alma de momento a momento é facilitada, bem podemos conceber, sendo assim distribuído. Na outra vida porém teremos que aprender a ver, mas sem esses olhos; ouvir, mas sem essas orelhas; experimentar algo puramente supersensível que deve responder aos sentidos mais grosseiros de paladar e olfato; e ver, ouvir, cheirar, e gosto por um único movimento do espírito, combinando todos estes modos distintos de assimilar as coisas, mas sem este nosso corpo, pois teremos o corpo de volta somente na ressurreição dos mortos, depois do juízo final. 


O que vai ser de nos encontrar com o velho homem, alienada deste corpo que tem vestido que desde o seu primeiro momento da sua existência; Assim serão os nossos primeiros cinco minutos após a morte.