22 de novembro de 2016

Preparando Meu Coração Para Aquele Dia - George Muller, o apóstolo da fé



Jorge Müller nasceu em 1805, de pais que não conhe­ciam a Deus. Com a idade de dez anos, foi enviado a uma universidade, a fim de preparar-se para pregar o Evange­lho, não, porém, com o alvo de servir a Deus, mas para ter uma vida cômoda. Gastou esses primeiros anos de estudo nos mais desenfreados vícios, chegando, certa vez, a ser preso por vinte e quatro dias. Jorge, uma vez solto, esfor­çava-se nos estudos, levantando-se às quatro da manhã e estudando o dia inteiro até as dez da noite. Tudo isso, po­rém, ele fazia para alcançar uma vida descansada de pre­gador.

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Aos vinte anos de idade, contudo, houve uma completa transformação na vida desse moço. Assistiu a um culto onde os crentes, de joelhos, pediam que Deus fizesse cair sua bênção sobre a reunião. Nunca se esqueceu desse cul­to, em que viu, pela primeira vez, crentes orando ajoelha­dos; ficou profundamente comovido com o ambiente espi­ritual a ponto de buscar também a presença de Deus, cos­tume esse que não abandonou durante o resto da vida.
Foi nesses dias, depois de sentir-se chamado para ser missionário, que passou dois meses hospedado no famoso orfanato de A. H. Frank. Apesar de esse fervoroso servo de Deus, o senhor Frank, ter morrido quase cem anos antes (em 1727), o seu orfanato continuava a funcionar com as mesmas regras de confiar inteiramente em Deus para todo o sustento. Mais ou menos ao mesmo tempo em que Jorge Müller hospedou-se no orfanato, um certo dentista, o se­nhor Graves, abandonou as Suas atividades que lhe davam um salário de 7.500 dólares por ano, a fim de ser missioná­rio na Pérsia, confiando só nas promessas de Deus para su­prir todo o seu sustento. Foi assim que Jorge Müller, o novo pregador, recebeu nessa visita a inspiração que o le­vou mais tarde a fundar seu orfanato sobre os mesmos princípios.
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Logo depois de abandonar sua vida de vícios, para an­dar com Deus, chegou a reconhecer o erro, mais ou menos universal, de ler muito acerca da Bíblia e quase nada da Bíblia. Esse livro tornou-se a fonte de toda a sua inspira­ção e o segredo do seu maravilhoso crescimento espiritual. Ele mesmo escreveu: “O Senhor me ajudou a abandonar os comentários e a usar a simples leitura da Palavra de Deus como meditação. O resultado foi que, quando, a primeira noite, fechei a porta do meu quarto para orar e meditar sobre as Escrituras, aprendi mais em poucas horas do que antes durante alguns meses.” E acrescentou: “A maior di­ferença, porém, foi que recebi, assim, força verdadeira para a minha alma”. Conta-se que antes de George Mueller morrer, ele havia lido a Bíblia inteira cerca de duzentas vezes; cem vezes o fez es­tando de joelhos.


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Certo pregador, pouco tempo antes da morte de Jorge Müller, perguntou-lhe se orava muito. A resposta foi esta: “Algumas horas todos os dias. E ainda, vivo no espírito de oração; oro enquanto ando, enquanto deitado e quando me levanto. Estou constantemente recebendo respostas. Uma vez persuadido de que certa coisa é justa, continuo a orar até a receber.  O grande ponto é nunca deixar  de orar até receber a resposta.

Cinco Votos Para Obter Poder Espiritual A W TOZER



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CINCO VOTOS QUE IRÃO MUDAR A SUA VIDA -   A W TOZER

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PRIMEIRO VOTO - TRATE SERIAMENTE COM O PECADO



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SEGUNDO VOTO - NÃO SEJA DONO DE COISA ALGUMA






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TERCEIRO VOTO - NUNCA SE DEFENDA






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QUARTO VOTO - NUNCA PASSE ADIANTE ALGO QUE PREJUDIQUE ALGUÉM



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QUINTO VOTO - NUNCA ACEITE QUALQUER GLÓRIA


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CONCLUSÃO - NÃO FIQUE SÓ NA PROMESSA, DEIXE DE SER MENINO E PRATIQUE O QUE PROMETEU


20 de novembro de 2016

Quem se importará? A visão do General William Booth



Quem se importará? A visão do General William Booth [Exército da Salvação]
Enquanto as mulheres chorarem, como choram agora,
eu lutarei;
Enquanto criancinhas passarem fome, como passam agora,
eu lutarei;
Enquanto homens passarem pelas prisões, entrando e saindo, entrando e saindo,Como eles o fazem agora,
eu lutarei;
Enquanto há um bêbado remanescente, Enquanto há uma pobre menina perdida nas ruas, Enquanto restar uma alma que seja nas trevas, sem a luz de Deus –
eu lutarei,
Eu lutarei até ao último instante.
 
- General William Booth,
na sua última pregação, junho de 1912
"Bem, se eu puder por isso em uma frase, diria que eu resolvi que o Deus Todo-poderoso deveria ter tudo de William Booth" respondendo, poucos meses antes de sua morte, sobre o segredo de todas as bençãos que recebeu ao longo dos seus setenta anos de ministério.
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William Booth nasceu na cidade de Nottingham, na Inglaterra, no dia 10 de abril de 1827. Seu pai era um construtor que acabou perdendo tudo, e com treze anos de idade William começou a trabalhar na loja de um penhorista. Seu pai morreu logo depois, e William precisava ajudar a sustentar a sua mãe e irmãs com o pouco que ganhava.
Aos quinze anos de idade, William, que não tinha sido criado em lar cristão, começou a freqüentar a Capela da Igreja Metodista de Nottingham, onde ele teve uma forte experiência de conversão:
"Como um jovem irresponsável de quinze anos foi  levado a freqüentar a Capela Wesley de Nottingham, eu não me lembro, mas eu fui convencido,pelo Espírito Santo, a me entregar a Deus e Ele criou dentro de mim uma grande sede por uma vida nova."1
Imediatamente depois da sua conversão, Booth começou a pregar nas áreas pobres da sua cidade, junto com outros adolescentes. Mas quando ele levou um grupo de jovens pobres para a igreja, a congregação de classe média-alta ficou escandalizada.
"Então a minha conversão me tornou, num momento, um pregador do evangelho. Eu nunca pensei na idéia de diferenciar entre aquele que não teve nada a fazer a não ser pregar o evangelho e um menino aprendiz convertido que apenas quis 'proclamar ao redor do mundo', como costumávamos a cantar, a fama de nosso Salvador. Tenho vivido, graças a Deus, para ver a separação entre leigo e clérigo se obscurecer mais e mais, e para ver mais perto da realização a idéia de Jesus Cristo de transformar, num momento, pescadores ignorantes em pescadores de homens."1

Booth foi usado poderosamente nas igrejas Metodistas, e em 1852 foi ordenado como pregador. Ele se casou com Catherine Mumford em 16 de Junho de 1855. Em 1858 Booth foi consagrado como Ministro mas também obrigado a assumir o pastoreado de uma igreja local. Ele sentiu que seu chamado era mais evangelístico que pastoral e em 1861 saiu da Igreja Metodista para seguir o ministério evangelístico.
Com filhos pequenos e sem sustento financeiro, os anos que se seguiram foram difíceis para a família Booth. Mas William foi usado poderosamente em avivamento, como Harold Begbie relata no livro "Life of William Booth":
Os aldeães andaram pelos morros, e os pescadores remaram oito ou dez milhas de mar escuro, para as cidades onde William Booth estava pregando. Jornais locais registraram que, em alguns lugares, o comércio foi paralisado. Ao longo daquele canto do ducado, de Camborne para Penzance, a chama se queimou com força crescente. Centenas de conversões foram feitas. Cenas "além da descrição" aconteceram; os gritos e gemidos "foram bastante para derreter um coração de pedra"; na cidade de St. Just "mil pessoas se associaram às igrejas diferentes."2
Em 1865 a família Booth mudou-se para a cidade de Londres. Andando um dia pelo lado oeste da cidade, William foi chocado em ver a pobreza e miséria dos seus moradores.
"Quando eu vi as multidões de pessoas pobres, tantas delas evidentemente sem Deus nem esperança neste mundo, e descobri que elas me ouviram tão prontamente e avidamente, me seguindo da reunião ao ar livre até à tenda, e aceitando, em tantas instâncias, o meu convite para se ajoelharem aos pés do Salvador, naquele mesmo momento, todo meu coração se estendeu a elas. Eu voltei para casa e falei à minha esposa: 'Ó Kate, eu achei o meu destino! Estes são o povo por quem eu tenho ansiado todos esses anos.'"
"Naquela noite", disse o General, "o Exército de Salvação nasceu."1
Booth fundou um ministério, a Missão Cristã, para ministrar a essas pessoas. Desde o início, seus métodos – e os resultados – foram nada convencionais. Sedeada inicialmente em uma tenda, que foi destruída por uma gangue de baderneiros, mais tarde a missão se mudou para um salão de dança. Reuniões ao ar livre também sempre foi uma estratégia importante para a missão. Mais tarde, bandas marchando nas ruas foram utilizadas para atrair as multidões para ouvir a pregação do Evangelho.
Um forte mover do Espírito Santo impulsionou o crescimento do avivamento.
As descrições a seguir das Reuniões de Santidade, tiradas da Revista da Missão Cristã, não conseguiam mostrar realmente as cenas extraordinárias que foram testemunhadas, nem contam adequadamente os efeitos produzidos nas almas daqueles que participaram destes cultos. Bramwell Booth me conta que, depois de muitos anos de reflexão, e agora disposto a pensar que, em certa medida, a atmosfera dessas reuniões foi calculada para afetar histericamente certos temperamentos desequilibrados ou excitáveis, mesmo assim ele está convencido, completamente convencido,de que algo da mesma força que se manifestou no dia de Pentecostes se manifestou naquelas reuniões em Londres.
Ele descreve como homens e mulheres caíram de repente no chão, e permaneceram em estado de desmaio ou transe durante muitas horas, se levantando em fim tão transformados com alegria que eles poderiam fazer nada além de gritar e cantar em uma êxtase de felicidade. Ele me fala que, sem dúvida, ele viu exemplos de levitação - pessoas sendo levantadas e jogadas para frente no ar. Ele viu homens e mulheres ruins de repente feridos com um desespero irresistível, levantando seus braços, proferindo os gritos mais terríveis, e caindo para trás, como se fossem mortos, convencidos sobrenaturalmente da sua condição pecaminosa. O chão às vezes ficava cheio com homens e mulheres derrubados por uma revelação da realidade espiritual, e os obreiros da Missão levantavam seus corpos caídos e os levavam para outras salas, para que as Reuniões pudessem continuar sem distrações.2
Nós temos um relato de um culto de adoração de agosto de 1878:
A visão dos rostos no palco nunca será esquecida - foi mais que alegria que iluminou todos - foi o êxtase de bêbados espirituais. Quando nós vimos um irmão, avançado em anos e endurecido pelo longo hábito de ordenações religiosas solenes, dançando, sim, realmente dançando à música, enquanto outros, menos constrangidos, estavam levantando os braços descobertos e girando para cá e para lá enquanto cantavam, nós percebemos como nunca antes, que a graça de Deus pode fazer as pessoas livres e libertas. Aqui está, mais uma vez, a religião velha, despreocupada com a opinião pública e cheia de glória e de Deus, motivo pelo qual os apóstolos foram obrigados a recomendar sobriedade.2
Por causa das suas táticas de invadir as ruas e áreas pobres com a pregação do Evangelho, o Exército de Salvação foi, nos primeiros anos, muito perseguido:
Num só ano – 1882 – 669 soldados do Exército de Salvação foram atacados ou brutalmente assaltados. Sessenta prédios foram quase demolidos pelas multidões. Até 1.500 policiais de plantão todo domingo, pareciam ser incapazes de proteger as tropas do Booth.3.
William Booth faleceu no dia 20 de agosto de 1912.
Em sessenta anos como evangelista, Booth viajou cinco milhões de milhas, pregando quase 60.000 sermões – e seu espírito hipnótico atraiu 16.000 oficiais para seguir a bandeira em cinqüenta e oito países, para pregar o evangelho em trinta e quatro línguas.
Para Charles Haddon Spurgeon, famoso pregador Batista que comandava multidões de 20.000 numa só vez, o Exército era insubstituível – "mais de cinco mil policiais não tomarão o seu lugar na repressão de crime e desordem"3


18 de novembro de 2016

Oswald Smith - O campo missionário é o mundo

Oswald Smith - O campo missionário é o mundo



Resultado de imagem para Oswald Smith - O campo missionário é o mundoO canadense Oswald Jeffray Smith (1890-1986) aceitou a Cristo com dezesseis nos ao ouvir o famoso evangelista R. A. Torrey. Preparou-se para o ministério e foi ordenado pastor presbiteriano. O seu desejo era dedicar-se à obra missionária mas foi advertido de que era muito fraco fisicamente para enfrentar a dura vida missionária.

Embora desejasse muito, ele não chegou a se tornar um missionário transcultural. Todas as suas tentativas de se estabelecer no campo missionário foram fracassadas em razão de complicações com a saúde; sem contar o fato de ter sido rejeitado como candidato por uma organização missionária. Nem por isso, desistiu de sua visão de alcançar o mundo com o evangelho. Pelo contrário, já que não tinha condições de ir pessoalmente, resolveu enviar outros em seu lugar. Um de seus lemas era: “Nenhuma visão que não seja o mundo é a visão de Deus”. Suas iniciativas para influenciar o mundo foram tão grandes que milhares de pessoas o chamavam de “Sr. Missões”.
  
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Deus usou-o poderosamente num trabalho que não deixou de ser missionário, pois além de pregar em 80 países do mundo, ainda fundou uma igreja que tem sustentado centenas de missionários..
Oswald J. Smith fundou a Igreja do Povo, em Toronto, em 1928, e continuou como seu pastor até 1958. Embora  seja uma das maiores igrejas do Canadá, a sua fama reside no sustento de missionários através do mundo. Do seu pastor foi dito: "O Dr. Oswald Smith deu mais ímpeto às missões do que qualquer outra pessoa viva."

Billy Graham, falando dos 35 livros (traduzidos para 128 línguas) deste servo do Senhor, escreveu:
"Os seus livros têm sido usados pelo Espírito Santo para penetrar na profundeza da minha alma e veram uma influência tremenda sobre a minha vida pessoal e o meu ministério".


O seu livro Paixão Pelas Almas, amplamente divulgado pela Junta de Missões Mundiais, teve enorme repercussão; "A tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo". - Oswald Smith pregava isso e praticava-o. Foi um evangelista mundial, pregando e ganhando almas em todos os continentes. Pela rádio alcançou milhões de pessoas, através de 42 emissoras. Como editor, publicou uma revista durante mais de 40 anos. Foram-lhe conferidos três doutoramentos (honoris causa).
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Como hinista, o Dr. Smith escreveu mais de 1.200 poesias e letras de hinos e cânticos evangélicos. Publicou várias colectâneas.

Billy Graham pregou na ocasião do seu culto fúnebre, e entre outras coisas disse que Oswald Smith foi "a maior combinação de pastor, hinólogo, líder missionário e evangelista do nosso tempo".

Algumas frases de Oswald Smith:
 "A tarefa suprema da Igreja é a evangelização do mundo"

"Por que alguém deveria ouvir do evangelho duas vezes, quando há pessoas que não ouviram nenhuma
vez?"


"Se Deus quer a evangelização do mundo, mas te recusas a sustentar missões, então te opões à vontade de Deus"

"Você deve ir ou enviar um substituto"

"Você não pode levá-lo (o dinheiro) com você mas pode mandá-lo adiante (ao céu) mediante missões"

"Por que tão poucos ouvem o Evangelho tantas vezes e tantos nunca o ouviram nem uma vez?" O maior obstáculo para missões são os pastores"

Alguns de seus livros:

Paixão pelas almas
O clamor do mundo
O homem que Deus usa
O fogo consumidor
Evangelizemos o mundo
Contos do Campo Missionário
O país que eu mais amo
As riquezas da misericórdia
O máximo da vida
Vivendo a vida
Evangelismo em ação
Salvação de Deus