7 de outubro de 2012

HELEN ROSEVEARE

HELEN ROSEVEARE “ Se Cristo morreu por mim, nenhum sacrifício que eu faça por Ele pode ser grande demais” vídeo no you-tube www.youtube.com/watch?v=agnjz4RRn6M Helen Roseveare nasceu em Cornwaal, na Inglaterra em 1925 em um lar aristocrata. Seu pai foi um renomado matemático, nomeado cavaleiro em razão de seus serviços patrióticos durante a guerra. Aos doze anos entrou numa escola para meninas. Em Cambridge formou-se em medicina. Foi lá que no primeiro ano passou por uma experiência de conversão. Em 1953, navegou para o Congo, mesmo solteira, com o objetivo de servir ali com a Cruzada de Evangelização Mundial. Foi o início de sua atividade missionária. Percebendo ao chegar no Congo, a profunda carência na área de saúde, planejou um centro preparatório onde a Bíblia e a medicina básica fossem ensinados para as enfermeiras, que após treinadas, retornariam às suas cidades de origem como evangelistas leigas e prontas para oferecer os cuidados médicos preventivos à população carente. Helen cooperou ainda na construção de um hospital no Congo e em Nebobongo. Tudo isso foi realizado em meio a difilculdades e oposições das mais diversas. Em 1957, já em Nebobongo, foi arbitrariamente afastada de suas funções, sendo substituída pelo Dr. John Harris. Os fatos lhe geraram dor e tristeza. foi claramente perseguida e injustiçada por colegas missionários. Em 1958, de férias, retornou para a inglaterra profundamente desiludida com a tarefa missionária. Achando que seus problemas eram devidos ao fato de ser solteira, pediu a Deus em oração um marido-médico, o que não lhe foi atendido. Entendeu que Deus poderia suprir-lhe todas as necessidades, sem que fosse preciso casar-se. Em agosto de 1964 inimigos da cruz de Cristo tentaram envenenar nossa heroína mas seu amado cãozinho, pela providência de Deus, comeu sua comida vindo a morrer logo em seguida.Mais tarde ela mesmo confessou: “ No auge da guerra, eu e mais dezoito mulheres e crianças fomos tiradas de nossas casas e lançadas na selva rodeadas por dezenas de soldados inimigos que tinham os piores planos possíveis contra nós, mas em meu coração havia paz, pois me sentia previlegiada em sofrer por causa de Jesus” Apesar de ser estuprada e humiliada pelos soldados africanos Helen descobriu que Deus deu a ela amor ainda maior pelo povo do Congo, tanto que em 1965 ela voltou ao Congo sempre dizendo que sua dolorosa experiência fêz ela entender que se “com Ele sofremos, com Ele também reinaremos…” Helem e outras pessoas ficaram presos por cinco meses, sofrendo as maiores atrocidades, sendo libertada em 31 de dezembro de 1964 Depois deste incidente Helen foi severamente provada e testada em sua fé, quando muitas noites de terror e agonia vieram sobre ela, após ela ver sua casa ser totalmente saqueada pelos militares, nesse tempo ela conta que satanás por muitas vezes tentou convencê-la que ela era uma missionária falida e derrotada. Após agonizar em oração pedindo ódio pelo pecado, ela recebeu a dádiva do Espírito Santo e o Senhor concedeu a ela um amor ainda mais profundo pelos africanos Após dois anos, com uma melhor estabilidade política no Congo, sentiu-se impussionada a voltar à África, o que fez em março de 1966, reassumindo seu cargo de missionária-médica. Anos difíceis se seguiram. O novo espírito nacionalista, produziu nos nativos um sentimento de rejeição. A geração mais jovem não tinha o respeito devido por aquela que se sacrificara tanto pelo Congo. Em 1973 a Dra. Helen deixou a África, após vinte anos de serviços, sem o devido reconhecimento e profundamente amargurada. A amargura foi aos poucos desaparecendo, para surgir um revigoramento espiritual em sua vida. Entendia que todo o que passara fazia parte de um trabalhar de Deus em sua vida, lhe preparando para uma nova etapa. Era o oleiro modelando o vaso, para continuar usando-o para a sua glória. Desde então, a Dra. Helen Roseveare tornou-se uma das mais solicitadas e aclamada conferencista internacional, realizando palestras sobre as missões cristãs, edificando, encorajando e testemunhando que todo sofrimento aqui nesta vida, não se compara com o que Jesus passou por nós.