22 de maio de 2013

MORDECAI HAM – O EVANGELISTA QUE GANHOU BILLY GRAHAM PARA JESUS


 

 



Mordecai Ham veio de oito gerações de pastores batistas.

Mordecai foi convertido no Ministério de Pregação Billy Sunday. Em 1901, Ham entrou no ministério Batista. Desde o início, não havia meio termo em sua pregação. Ele pregou contra o vício e a corrupção, repreendeu "pregadores modernista". Ele expôs o pecado, alertou para o juízo vindouro, e para a convicção do pecado e chamou um povo rebelde de volta à Bíblia. Ele sempre estava a procura dos pecadores e sempre orava por eles e testemunhava a eles, até que confiassem em Cristo como seu Salvador pessoal.

Os donos de salões e bares dos Estados Unidos odiavam Mordecai Ham e Billy Sunday , devido as suas pregações  duríssimas contra o consumo de bebidas.

 Ele era um evangelista de tempo integral de 1902 até 1927, depois passou dois anos fora do evangelismo para pastorear a  Primeira Igreja Batista de Oklahoma City, Oklahoma. Mas, porque seu coração ainda estava no evangelismo em tempo integral, ele entrou em campo mais uma vez, em 1929, e permaneceu nela até pouco antes de sua morte.

Mais de um milhão de pessoas foram convertidas em seu ministério e mais de 300.000 juntou igrejas batistas do sul. Billy Graham é o mais famoso convertido.

Seu sobrinho, Edward Ham, resumiu o ministério de Mordecai Ham: "Deus levantou Ham Evangelista para fazer mais do que realizar reuniões nas grandes cidades do Sul. Ele ordenou um profeta para fazer mais do que levar grandes campanhas contra a bebida alcoólica. Deus o levantou para lembrar à América cristã da principal questão espiritual, que já existe desde o princípio do homem na Terra, Cristo contra o anti-Cristo ".

 

O Dr. Joseph M. Stowell III, presidente da Cornerstone University e autor cristão renomado, relata uma história marcante de discipulado: Edward Kimball era um professor de escola dominical em Boston, quando decidiu visitar um rapaz que era de sua classe, e teve a oportunidade de começar a discipular Dwight L. Moody, que viria a se tornar um dos maiores evangelistas do século 19. Moody influenciou profundamente Wilbur Chapman, que por sua vez foi um evangelista proeminente, que certo dia convocou Billy Sunday para suas campanhas nacionais de evangelização. Sunday então convidou o evangelista Mordecai Ham, que pregou em diversas reuniões, em uma das quais o jovem Billy Graham foi convertido e mais tarde tornou-se o evangelista mais destacado de nossos tempos, um líder espiritual reverenciado e influente, conselheiro de presidentes norte-americanos e de chefes de estado pelo mundo todo, mas, acima de tudo, um pescador de homens. Ele é um exemplo do que Deus é capaz de realizar através de quem dedica a vida ao cumprimento de Sua soberana vontade.

E assim – sem que muitas vezes consigamos nos dar conta – os perfeitos planos de Deus vão se cumprindo inexoravelmente, no Seu tempo, da Sua forma, para o Seu propósito e glória: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” (Isaias 55.8,9)

Jesus, nosso exemplo maior, tomou a iniciativa de fazer discípulos (Lucas 6.12-16), atraiu-os para si (Marcos 3.14), desenvolveu vínculos de amizade (João 15.15), pelo exemplo transferiu vida aos discípulos (João 13.15), comprometeu-se com eles (João 13.1), capacitou e delegou autoridade (Marcos 6.7), e motivou-os com a visão do Reino (Mateus 4.19; João 4.35). Este é o caminho para a vida que devemos seguir.

Paradoxalmente, na contramão do modelo de Jesus, vemos às vezes alguns crentes leviana e egoisticamente afirmar: “Agora que me converti estou salvo. Posso então ficar tranquilo, pois alcancei o que queria, e não preciso fazer mais nada para o Reino de Deus.”

Contrariando esta postura equivocada, observa-se diferenças importantes entre o crente não discipulado, apenas convertido, e o crente discipulado: enquanto o primeiro só se interessa em receber os benefícios da conversão, em ser alimentado da Palavra, é individualista – pois só busca o próprio crescimento – o crente discipulado é um pescador, sabe dar, é um ganhador de almas, pensa primeiramente nos outros, por isso se empenha em fazer novos discípulos, está sempre pronto a servir e a sacrificar-se. O crente não discipulado vive sua vida cristã com restrições ao priorizar sua vida secular, estabelece uma rotina apenas dominical de comunhão com Deus, está sempre desanimado e insatisfeito – por isso frequentemente troca de igreja – e procura assumir cargos que o façam sentir-se importante e ter visibilidade. O crente discipulado entrega sua vida a Cristo, está sempre procurando crescer na verdade, é uma pessoa entusiástica, e mostra-se permanentemente pronto a servir. Há alguma dúvida de que o crente discipulado é aquele que Jesus Cristo espera que sejamos?

Billy Graham certa vez disse que “custa 10% de esforço ganhar uma pessoa para Cristo, mas 90% fazer com que permaneça na fé.” Em outra ocasião afirmou: “a salvação é de graça, mas o discipulado custa tudo o que temos. A decisão representa 5% do nosso esforço; o discipulado decidido, 95%.”