18 de março de 2013












A VIDA DE ROBERT MURRAY MCCHEYNE

 

INTRODUÇÃO

 

“Era inverno. Sentados perto do fogo, dois homens estavam esculpindo pedra numa pedreira vizinha. De repente, um desconhecido aproximou-se deles; desceu do cavalo e imediatamente começou a conversar com eles sobre o estado espiritual das suas almas. Servindo-se das chamas vivas da fogueira como ilustração, o jovem desconhecido pregou verdades alarmantes. Com profunda surpresa, os dois trabalhadores de pedreira exclamaram: «Tu não és um homem como os outros.»”

 

Tratava-se de Robert Murray McCheyne, um dos grandes pregadores  do púlpito escocês, do século XIX. «Indubitavelmente, não era um homem como os outros. Serviu a Deus apenas durante oito anos; sem embargo, nesse curto espaço de tempo marcou uma baliza na história da igreja escocesa. Diz-se que tão somente o seu olhar, ao subir para o púlpito, era suficiente para comover até às lágrimas os membros da sua congregação. O seu semblante indicava que vinha da própria presença de Deus. Quem era este homem, que quando morreu aos 29 anos de idade, uma cidade inteira paralisou as suas atividades, a fim de chorar a morte de um grande servo de Deus? Este é o tema da minha rubrica de hoje de “A grande nuvem de testemunhas”.