20 de novembro de 2014

Por que lutar contra o Natal? – J.Lee Grady

Por que lutar contra o Natal? – J.Lee Grady

É impressionante como os secularistas irados odeiam o Natal. É também trágico que alguns cristãos puritanos julguem os demais cristãos porque estes celebram o Natal.
Duas semanas depois de eu haver escrito sobre a forma como Deus trabalhou na vida das pessoas através da história do Natal, vários leitores escreveram para me lembrar que a celebração do Natal é pagã e que a questão de dar e receber presentes é a própria revelação do inferno. Uma pessoa chegou a dizer que se sente desconfortável ao celebrar o Natal devido as suas origens demoníacas.
Você certamente convive com muitos cristãos que boicotam o Natal por várias razões, e tais pessoas insistem que:
1. A festa se tornou um grande comércio que promove discórdia (Até concordo).
2. Não se sabe quando Jesus nasceu. (Verdade – e a Bíblia silencia sobre a data. Contudo, alguns cristãos puritanos anti-natalícios insistem que Jesus nasceu no dia 11 de setembro do 3 a.C., durante a festa de Rosh Hoshaná!).
3. Que o dia 25 de dezembro foi escolhido para “cristianizar” a festa pagã da Saturnália, uma festa de inverno que celebrava o solstício de inverno. (Pode ser verdade – mas o que há de errado em cristianizar alguma coisa? Fico feliz de que uma data pagã foi substituída por uma celebração cristã!).
4. Que a árvore é de tradição pagã, já que os druidas criam que a árvore verde tinha poderes mágicos de afastar os demônios. (Quinta-feira – Thursday em inglês – é um dia da semana em homenagem ao Deus nórdico Thor, mas será que quando eu passo pela quinta-feira estarei adorando a Thor?). NT. A palavra Domingo em inglês, Sunday é em homenagem ao sol e assim os demais dias da semana em inglês são homenagens a astros.
5. O dia 25 de dezembro é o aniversário de Ninrode, que mais tarde foi identificado como Baal, que depois se tornou Nicolau, e que mais tarde veio a se chamar Papai-Noel. Por esta razão, como ter certeza de que os demônios não estejam se escondendo por trás dos candelabros, dos ornamentos, das luzes, e dos panetones? (Eu sabia que tinha alguma coisa naquele panetone!).
Devo admitir que nunca levei meus filhos a acreditarem em Papai-Noel, e não era porque eu tivesse medo de Baal, Ninrode ou de algum bispo turco disfarçado, porque, estaria mentindo se afirmasse aos meus filhos que os presentes foram deixados ali por um velhinho; porque não gosto de fazer compras em shoppings, nem porque existe a possibilidade de trazer um estranho para dentro de minha casa para ver se meus filhos estão dormindo profundamente.

Confesso que gosto do Natal. Gosto das árvores decoradas, dos ornamentos, das luzes, do cheiro, das comidas, da música, dos presentes e dos familiares e amigos que celebram comigo o nascimento de Jesus. Todos os ornamentos que uso apontam para Jesus – desde os sinos na frente da casa ao anjo fixado no topo do árvore, e o presépio da manjedoura mostram que o Natal é uma época maravilhosa do ano quando tenho a possibilidade de refletir sobre o milagre da encarnação de Cristo, seu nascimento milagroso, o que me dá oportunidade de testemunhar do poder de Deus aos que se mostram também generosos.
Faz tempo que as pessoas lutam contra o sentido do Natal, contra a tradição de se presentear afirmando que a celebração foi proibida pela igreja católica romana na idade média devido as suas origens pagãs. Foi então que puritanos anti-católicos declararam guerra ao Natal na Inglaterra e baniram a data de 1647 a 1660, chamando-a de festival do Papa sem quaisquer justificativas. Nos Estados Unidos os puritanos de Massachusetts baniram a celebração do Natal entre 1659 e 1681, durante a guerra civil e se tornou uma festa impopular com o argumento de que estava associada aos ingleses.
O Natal se tornou feriado nacional em 1680. Hoje, apesar de que muitos cristãos pensem que o Natal se tornou apenas um comércio, os puristas querem eliminar quaisquer vestígios da encarnação de Cristo, anulando a celebração do nascimento do Salvador. E levando o mundo a não ouvir nunca sobre o nascimento de Jesus.
É de se esperar que os ateus odeiem os cristãos. Estão aí lutando para eliminar qualquer cena natalícia dos parques e querem que se proíba cantar músicas natalinas nas escolas.  O trágico é quando os cristãos que deveriam usar da data como uma oportunidade de falar dos milagres da encarnação de Jesus para toda a sociedade – estejam banindo a data e até mesmo demonizando o Natal e, consequentemente o nascimento de Jesus.
Celebre o Natal do seu jeito, por todos os meios. Se você acha que estará ofendendo alguém ao enviar um cartão de felicitações ou fazer qualquer decoração, saiba que a maioria das pessoas não pensam como você. Não vou julgar você por seu posicionamento. Mas, por favor, não julgue os demais só porque eles celebram o que é puro e decente e cheio de significado nesta época do ano.
P.S. Feliz Natal!
J.Lee Grady é editor de Charisma.
Tradução de João A. de Souza Filho

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* AOS NOSSOS IRMÃOS QUE NÃO CELEBRAM O NATAL COMO FESTA CRISTÃ, EXPRESSAMOS NOSSO RESPEITO PELO PONTO DE VISTA E NOSSA PALAVRA É A DE QUE ELES SIGAM O QUE DEUS TEM DADO DE DIREÇÃO AOS SEUS PASTORES, PORQUE O CAMINHO DA UNÇÃO ESTÁ DELINEADO NO SALMO 133 QUE DIZ QUE A UNÇÃO CHEGA PRIMEIRO NA CABEÇA DE ARAÃO ( O PASTOR ) E DEPOIS DESCE PARA A SUA BARBA ( A LIDERANÇA )  E SOMENTE ENTÃO VAI AO CORPO ( NÓS, A IGREJA )  E LÁ NO FINAL O QUE VAI IMPORTAR NÃO É SE VOCÊ CELEBRA OU DEIXA DE CELEBRAR O NATAL, MAS SIM O SER NOVA CRIATURA. - 
-  EM CRISTO JESUS, Gelson Lara -