19 de abril de 2015

A FANTÁSTICA DESCOBERTA DE IVAN PANIN O desafio aos ateus

O NÚMERO SETE NA BÍBLIA




A FANTÁSTICA DESCOBERTA DE IVAN PANIN


 
A inspiração divina das Escrituras sempre recebeu ataque violento por parte dos ateus e teólogos modernistas. E por mais irônico que pareça, foi através de um ateu convertido ao cristianismo que Deus deu provas ao mundo inteiro da inspiração divina da Sua Palavra, a Bíblia. Este homem foi Ivan Panin, nascido na Rússia no dia 12 de dezembro de 1855. Quando jovem foi um niilista ativo (niilista: doutrina política segundo a qual o progresso da sociedade só é possivel após a destruição de tudo aquilo que existe socialmente) e participou de conspirações contra o Czar e seu governo. Por essa causa foi banido da Rússia e após passar alguns anos estudando na Alemanha, foi para os Estados Unidos onde se tornou um conferencista de destaque sobre crítica literária. Sua posição como ateu era firme e bem conhecida, mas quando aceitou a fé cristã os jornais anunciaram como grande manchete a sua conversão.

Foi no ano de 1890, quando contava 35 anos de idade, que Ivan Panin recebeu a revelação da estrutura matemática no texto grego original. Ele estava lendo o Evangelho Segundo João no Grego: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus e Deus era o Verbo" (1.1). Ele achou curioso o fato do artigo "o" preceder a palavra "Deus" num caso e não no outro. Examinando o texto ele viu que havia um relacionamento numérico. Esta foi a primeira das descobertas que o levaram à conversão e descobriu o extenso código numérico. O Sr. Panin encontrou sua prova nos manuscritos mais antigos e precisos: o Received Hebrew Text e o Texto de Westcott e Hort (grego).

Nas línguas originais da Bíblia (hebraico e grego) não existem símbolos separados para números e por isso as próprias letras eram usadas para indicar os números. O valor numérico de uma palavra é a soma total de todas as suas letras. Primeiro foi a curiosidade que conduziu o Sr. Panin a começar a brincar com os números por detrás dos textos. As sequências e os desenhos começaram a surgir. Isso trouxe um tal despertamento no coração do ex-ateu russo que ele dedicou os 50 anos restantes da sua vida à verificação desses desenhos.

O Sr. Panin disse que as leis da probabilidade ultrapassam os bilhões quando tentamos racionalizar a autoria da Bíblia como obra de homem. Ele disse certa vez: "Se a lógica humana vale alguma coisa, nós somos simplesmente levados à conclusão de que se os fatos por mim apresentados são verdadeiros, o homem nunca poderia ter feito isso. Devemos assumir que um Poder mais alto do que o homem conduziu os escritores de tal maneira que, sabendo ou não, eles fizeram isso e o Grande Deus os inspirou a fazer isso". A própria Bíblia diz claramente que ela é literalmente "a palavra soprada por Deus". A expressão "assim diz o Senhor" ocorre mais de 2.500 vezes em toda a Bíblia. Está escrito: "Toda Escritura é dada por inspiração de Deus" (2Tm.3.16), e "nenhuma profecia das Escrituras é de particular interpretação. Porque a profecia nos tempos passados não veio pela vontade do homem, mas homens santos de Deus falaram conforme foram movidos pelo Espírito Santo" (2Pd.1.20,21). 


A Bíblia apresenta este número como um número "perfeito" e podemos constatar pela própria natureza como o número sete está presente em tudo. A razão do número sete é insondável e prende-se com a pré-determinação de Deus.
Lemos em Génesis 1:1 "No Princípio, criou Deus os céus e a Terra". Esta afirmação foi escrita há cerca de 3.500 anos, numa frase, em Hebraico, que tem SETE palavras. SETE é o número de Deus. Aquilo que Deus faz, a favor do homem, traduz-se, inúmeras vezes, na Bíblia pelo número sete. O SETE representa aquilo que está completo, a plenitude, o que é perfeito, aquilo que Deus faz a que nada falta e nada se lhe pode acrescentar.

Analisando a Bíblia e o número sete, podemos chegar à conclusão que a Bíblia é de facto divinamente inspirada. Deus concedeu aos homens, o Velho Testamento em Hebraico, e o Novo Testamento em Grego, que são as línguas originais da Bíblia. Curiosamente (e isto não acontece em qualquer outro livro!, nem em qualquer outra peça cultural), as duas línguas em que a Bíblia foi escrita não têm símbolos separados para representar os algarismos como 1, 2, 3, etc. Em vez de um sistema numérico, como o nosso, a primeira letra, tanto do alfabeto grego como do hebraico, representa também o 1, a segunda, o 2, a terceira, o 3, etc. Estas são as únicas duas línguas da terra que têm este sistema (existiu também o aramaico - também uma outra língua em que foram escritos alguns extractos de livros da Bíblia, no original, mas essa língua já deixou de existir como língua corrente). Sabemos que o latim também usa em parte este sistema, mas é muito reduzido (número 1 = I, número 10=X, número 50=L, etc.). Todavia, reitero, no grego e no hebraico, cada letra representa um número.
Tomemos então uma página da Bíblia (basta uma página - qualquer que seja, pois a Bíblia no seu conjunto é toda composta pelo número sete). Se olharmos para ela, de uma maneira, veremos letras e palavras, frases e parágrafos, ideias devidamente verbalizadas. Mas se olharmos de outra forma, veremos algarismos, números, expressões numéricas, valores numéricos que revelam desígnios numéricos complexos e maravilhosos.

Ora, é impossível ao homem que possa escrever hebraico ou grego (e note-se que a Bíblia foi escrita por 40 pessoas diferentes, desde pastores, chefes, guerreiros, pescadores, profetas e reis, e ao longo de mais de um milênio), dizia, um homem mesmo que saiba essas duas línguas não pode imitar a arquitetura da Bíblia, constituída no seu todo por sete ou múltiplos de sete, que mais uma vez repito, só se encontra na Bíblia.
EXEMPLOS PARA ANÁLISE
1. Antes de iniciarmos a análise, devemos notar as seguintes regras das línguas hebraica e grega:
- Cada letra é também um número a que os eruditos chamam o "valor numérico da letra";
- A soma dos valores numéricos das letras que compõem uma palavra, constitui o "valor numérico da palavra";
- Cada palavra, hebraica ou grega, é também uma soma aritmética.
Por exemplo, a palavra hebraica YAWEH (=Senhor, referindo-se a Deus), tem o valor numérico de 26 enquanto a palavra grega Iesous (Jesus) tem o valor numérico de 888.
2. Podemos desde logo começar pelo primeiro capítulo e primeiro versículo da Bíblia. Na sua língua original, este versículo contém o seguinte:
1.        O número das palavras é sete;
2.      Estas sete palavras têm 28 letras (=4 setes)
3.  As primeiras três palavras têm 14 letras (=2 setes). As últimas quatro palavras têm 14 letras (=2 setes);
4.                      As palavras quarta e quinta têm sete letras, as palavras sexta e sétima têm também sete letras;
5.As palavras "DEUS" (sujeito da oração) e "CÉUS", "TERRA" (complemento directo) têm, na língua original, 14 letras (=2 setes). As restantes palavras têm também o valor numérico de 14 (=2 setes);
6.              O valor numérico de cada uma das sete palavras deste versículo é 1393 (=199 setes);
7.              A primeira letra da primeira palavra e a última letra da terceira palavra somam 42 (=6 setes)
8.              A primeira letra da quarta palavra e a última letra da sétima somam 91 (=13 setes)
9.              Ficando para as restantes o valor numérico de 1260, ou seja, 180 setes !
3. Um simples versículo composto por tantos setes e conjunto de setes! A maravilha é que esta situação repete-se quase versículo a versículo em toda a Bíblia. Neste versiculo de apenas sete palavras há, portanto, todos estes "fenómenos numéricos" centrados no número sete. Verificam-se também três divisões distintas de setes em três e quatros. Surge a questão: estes factos existem por desígnio ou por acaso ?
Será possível por acaso que isto tenha acontecido ? Se existirem por acaso, a probabilidade de tal se verificar (em relação aum versículo) é de 1 em 7 multiplicado por 7, oito vezes, ou seja, a probabilidade é de 1 em 5.764.801 (7x7x7x7x7x7x7x7). Acreditar no acaso requer, nesta situação, como em tantas outras, maior fé do que acreditar que o desígnio divino produziu estes fenómenos extraordinários cujo coração é o sete.
A grande maravilha porém não é esta: não há um único parágrafo, na Bíblia, nas línguas originais, cuja construção morfológica e sintáctica não obedeça a similares planos matemáticos. É preciso, por isso, Pedro, recordar que os 66 livros da Bíblia foram escritos por quase 40 pessoas no decurso de 1600 anos. Prova-se assim que a Bíblia, é no texto original, absolutamente inspirada, palavra por palavra, visto que nenhum homem ou grupo de homens poderia ter feito tal coisa.
4. O Senhor Jesus disse: "os cabelos da vossa cabeça estão todos contados" (Mateus 10:30). E Ele não estava a contar. A palavra "contados" vem do grego "arithmeo" donde deriva a nossa palavra "aritmética". Se Deus conta os cabelos da nossa cabeça, com mais razão contou as palavras dos escribas da Bíblia, guiando-os a combinações de números complexos e extremamente interessantes. Eu não conseguia fazer tal proeza. Mas Deus conseguiu. Alguém escreveu: "Deus conta as pétalas da Primavera, os lados das células dos favos de mel no Verão, as linhas da geada nas vidraças das janelas do Outono e os ângulos dos flocos de neve no Inverno". E é verdade. As folhas das árvores dispõem-se em círculo em volta do caule num certo número; os elementos nas reacções químicas unem-se ou dividem-se aritmeticamente; o raio vector do planeta descreve áreas iguais em tempos iguais. Para onde quer que olhemos, ao ver a Deus trabalhar, vêmo-LO fazendo-o matematicamente. Daí que possamos dizer ser a matemática uma ciência perfeita, porque o Seu Autor (Deus) é Perfeito.
5. Deus, é o Grande Matemático do Universo. É também o eterno "contabilista". Ele está permanentemente a contar - os dias que o ovo tem de ser aquecido até explodir em vida; os dias que a febre deve prevalecer até produzir a morte e as pulsações do doente à medida que mergulha naquela condição onde já não há mais nada a contar&ldots; Ele conta e regista todos os pecados daqueles que não O querem receber como Salvador e Senhor. Ele é o "Todo Poderoso que mede as águas com a concha da Sua Mão; mede os céus a palmos, encerra o pó da terra numa medida e pesa os montes em balanças".




"Para cada beleza há um olho em algum lugar para ve-la.
Para cada verdade há um ouvido em algum lugar para ouvi-la.
Para cada amor há um coração em algum lugar para recebe-lo.".
– Ivan Panin


O Dr. Daniel B. Turney (um ex-agnóstico convencido) escreveu (Herald of Gospel Liberty): "a arimetografia da Escritura é a sentença de morte da teoria dos críticos destruidores. Os trabalhos desenvolvidos pelo Dr. Ivan Panin sobre os valores numéricos das Escrituras são fatais para os inimigos da inspiração verbal da Bíblia e são, por sua vez, invulneráveis. O exame que eu próprio tenho feito da atitmetografia da Escritura apoia enfaticamente aquilo que o Dr. Panin sustenta... Esforços sinceros para encontrar expressões numéricas na "Ilíada" de Homero não tiveram qualquer sucesso. Todavia, logo que fiz a minha primeira experiência no livro de III de João, os meus trabalhos foram abundantemente recompensados. Comecei por este livro por ser de tamanho reduzido e porque nos escritos de Panin não o vira analisado. Os resultados foram de tal ordem, ao encontrar tantos esquemas numéricos, que fiquei sem qualquer dúvida sobre a veracidade da teoria de Ivan Panin..."

Exerto de "O Número Sete", por Ivan Panin.
1- O número de palavras que são substantivos é 56, ou 7x8.
2- A palavra grega "δε" é a que ocorre com mais freqüência nesta passagem, 56 vezes, ou 7x8.
3- Também, o número de formas diferentes em que o artigo "δε" ocorre é exatamente 7.
4- Há duas secções principais nesta passagem: verso 1 a 11 e 12 a 17. Na primeira secção o número de palavras do vocabulário grego empregadas é 49, ou 7x7.
5- Destas 49 palavras, o número das que começam com vogal é 28, ou 7x4.
6- O número de palavras começando com consoante é 21, ou 7x3.
7- O total de letras destas 49 palavras é exatamente 266, ou 7x38.
8- O número de vogais entre estas 266 letras é 140, ou 7x20.
9- O número de consoantes é 126, ou 7x18.
10-Destas 49 palavras, o número de palavras que ocorrem mais de uma vez é 35, ou 7x5.
11-O número de palavras que aparecem uma única vez é 14, ou 7x2.
12-O número de palavras que ocorrem em uma única forma é 42, ou 7x6.
13-O número de palavras que ocorrem em mais de uma forma é 7.
14-Destas 49 palavras, o número de palavras que são substantivos é 42, ou 7x6.
15-O número de palavras que não são substantivos é 7.
16-Dos substantivos, 35 são nomes próprios, ou 7x5.
17-Estes 35 nomes são usados 63 vezes, ou 7x9.
18-O número de substantivos masculinos é 28, ou 7x4.
19-Estes substantivos masculinos ocorrem 56 vezes, ou 7x8.
20-O número de substantivos que não são masculinos (isto é, femininos ou neutros) é 7.
21-Três mulheres são mencionadas: Tamar, Raabe e Rute (θαμαρ, ραχαβ e ρουθ). O número de letras gregas nestes nomes é 14, ou 7x2.
22-O número de substantivos compostos é 7.
23-O número de letras gregas nestes 7 substantivos é 49, ou 7x7.
24-Apenas uma cidade é mencionada nesta passagem: Babilônia (βαβυλων), que contém 7 letras.



E ATÉ O DIA DE HOJE É FEITO O DESAFIO A QUALQUER ATEU DA FACE DA TERRA

Há muito mais. Apenas para entender quão improváveis estas propriedades são, tente criar uma genealogia (mesmo ficcional) que atenda os seguintes critérios:
1) O número de palavras tem de ser divisível por 7.
2) O número de letras também tem de ser divisível por 7.
3) O número de vogais e o número de consoantes tem de ser divisível por 7.
4) O número de palavras que começa com uma vogal deve ser divisível por 7.
5) O número de palavras que começa com uma consoante deve ser divisível por 7.
6) O número de palavras que ocorre mais de uma vez deve ser divisível por 7.
7) O número de palavras que ocorre em mais de uma forma deve ser divisível por 7.
8) O número de palavras que ocorre em apenas uma forma deve ser divisível por 7.
9) O número de substantivos deve ser divisível por 7.
10) O número de palavras que não são substantivos deve ser 7.
11) O número de nomes próprios deve ser divisível por 7.
12) Apenas 7 palavras devem ser substantivos não próprios.
13) O número de nomes masculinos deverá ser divisível por 7.
14) O número de gerações deverá ser 21 também divisível por 7.