17 de julho de 2015

Conde de Zinzendorf

 
Conde de Zinzendorf

O selo da Igreja Moraviana, o tema deste opúsculo. Diz "Venceu o nosso Cordeiro. Vamos segui-Lo". Depois de muita perseguição no seu país de origem, Boemia - Morávia, no centro da Europa, um pequeno grupo escapou para a Alemanha oriental (1722).


   Cinco anos depois, na vila de Herrnhut (abrigo do Senhor), na propriedade rural do Conde de Zinzendorf, Deus derramou sobre eles seu Espírito Santo de uma maneira especial (1727). Não é que houve milagres e línguas, mas muito quebrantamento verdadeiro e uma consciência profunda de ser uma comunhão ao redor do Cordeiro de Deus.

   Iniciaram o que seria a reunião de oração mais longa da história, cem anos de intercessão ininterrupta. Um grupo de jovens começou a preparar-se para missões após o dia de trabalho árduo de colono, estudando a Bíblia, línguas, geografia e medicina. Mas cinco anos depois, o Conde estava em Copenhagen na festa de coroação de
um rei dinamarquês. Ali ele recebeu duas chamadas, uma para trabalhar entre os escravos numa ilha dinamarquesa no Caribe, outra para ajudar na evangelização entre os esquimós na Groenlândia. Voltando para casa, a sua igreja aceitou o  desafio, iniciando o imenso  trabalho missionário moraviano.

   Pastor Florêncio descreve este movimento que, em 20 anos, enviou mais missionários para os campos do que toda a igreja protestante em dois séculos!

   "Venceu o nosso Cordeiro! Vamos seguí-Lo!" Que privilégio ser seguidor de Jesus! Vamos por onde Ele nos levar. Amém!



OS MORÁVIOS E A ORAÇÃO INTERCESSÓRIA
Em um  pequeno vilarejo chamado Herrnhut,  o Conde Zinzendorf fundou através da oração, o movimento missionário Morávio, conhecido como uma das maravilhas espirituais da igreja. Herrnhut, na Alemanha, era conhecida como “O RELÓGIO DE DEUS “, lugar onde a vida de oração era tão efusiva, que despertou o zelo por missões em toda a comunidade, que enviou, praticamente sem dinheiro e sem treinamento, homens e mulheres para todos os confins da terra.

Herrnhut (vila Morávia)

 Devido os Moravianos terem sido pessoas sofredoras, podiam facilmente se identificar com aqueles que sofriam. Eles iam àqueles que eram rejeitados por outros. Dificilmente qualquer missionário seria mandado para a costa leste de Honduras ou Nicarágua. Essas partes da América Central eram inóspitas. Lá, contudo, estavam os Moravianos. Isso era característico da vocação missionária deles; eles se dirigiam a pessoas receptivas. Devido ao fato de os Moravianos crerem ser o Espírito Santo o “Missionário” primário, aconselhavam seus missionários a “procurarem as primícias, procurarem aquelas pessoas que o Espírito Santo já havia preparado, e trazer-lhes as boas novas”. Eles colocavam o crescimento do reino de Cristo acima de uma expansão denominacional.  A obra missionária Moraviana era regada de oração. No ano de 1727,
 em Herrnhut na Alemanha , ocorreu um grande avivamento espiritual, os Moravianos  começaram uma vigília de virada de relógio, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana,
trezentos e sessenta e cinco dias 
por ano.


Nesse OOoO livro devocional conhecido como Lemas Diários, que ainda tem sido publicado pela Igreja Moraviana, era o devocional mais amplamente usado entre os cristãos europeus. O ministério Moraviano FOI ESTABELECIDO COM OS CRENTES MORÁVIOS PROSTRADOS ROSTOS EM TERRA.