30 de outubro de 2015

O AMOR AO DINHEIRO - T CHALMERS

On the Love of Money
Job 31:24-28
If I have made gold my hope, or have said 
to
 the 
fine 
gold, You
 are my confidence;…
O AMOR AO DINHEIRO
T CHALMERS
“ Se eu fiz do ouro minha esperança 
ou disse para o mais fino ouro, tu és 
minha confiança...”
Jo 31:24-28



 Como é comum entre aqueles que querem ficar 
ricos fazer do ouro a sua esperança e a sua 
confiança. Porém, nós somos informados pela 
palavra que isso é virtualmente uma completa 
renúncia a Deus e na prática é uma das piores 
e mais mascaradas idolatrias.
Qualquer homem que colocar sua
 esperança no bem material é ainda
 pior que o pagão adorador de
 imagem de escultura, pois deste, 
ainda podemos supor que o faz 
achando que as imagens são uma
 representação da divindade 
( ainda que falsa ), mas daquele,
 que põe sua esperança nas 
riquezas e no dinheiro, quão cego
 ele está em não perceber 
que sua esperança não vale de nada.Existe porém uma diferença 
do amor ao dinheiro e ao amor ao que o dinheiro pode comprar
 e ambas as coisas podem afastar um homem totalmente do 
Senhor



















Nossa mente tem poderes incríveis e todos os poderes mentais estão
 associados ao desejo.

Alguém que não consegue olhar
 além de sua fortuna como a
 responsável por todo tipo 
de satisfação e gratificação de
 seus desejos faz de seu dinheiro 
e de seus bens o seu Deus 
particular e tranca do lado de 
fora de seu coração todo tipo de fé

A palavra de Deus atesta com
 clareza que nenhum homem na 
terra pode ter dois mestres e 
também não pode amar de 
todo  o coração duas coisas ao 
mesmo tempo.
A cobiça exerce um perigo muito 
maior para tirar a centralidade 
de Deus da vida de um cristão 
do que a própria infidelidade. A infidelidade trará desolação 
ao santuário, mas a cobiça estabelecerá uma abominação no 
 meio dele.


Quando a confiança e o prazer do homem estão no dinheiro 
a cada grau que essa confiança aumenta, diminui o mesmo 
grau de sua esperança em Deus. Quando alguém confia muito
 nas possessões terrenas, Deus para ele se torna insignificante 
e irrelevante

.

(T. Chalmers, D. D.)