9 de agosto de 2011

Irmão André, o contrabandista de Deus


Visitando Países Comunistas

Em julho de 1955 ele visitou Polônia comunista, "para ver como os meus irmãos estão agindo", referindo-se à igreja subterrânea. Ele ficou com um grupo de jovens comunistas, que era a única maneira legal de permanecer no país. Nesse tempo, ele sentiu-se fortemente chamado por Deus, através do versículo "fortalece o que resta e está prestes a morrer" (Apocalipse 3:2). Este foi o início de uma missão levando-o em vários países comunistas onde os cristãos eram perseguidos - os países que ficavam por trás da chamada "Cortina de Ferro".




Em 1957, Irmão André viajou para Moscou, capital da União Soviética, em um Fusca, que mais tarde se tornou o símbolo da Open Doors, a Missão Portas Abertas, organização que ele fundou. Um casal de idosos que o orientou deram-lhe o carro, porque assim ele poderia levar muitas Bíblias e literatura espiritual. Embora Van der Bijl estivesse violando as leis de alguns dos países visitados, levando literatura religiosa, muitas vezes ele foi vistoriado, quando parou em postos de controle do governo, porém milagrosamente sempre sendo liberado, aumentando sua confiança na proteção de Deus. Embora fosse impossível para um missionário cristão passar pela Cortina de Ferro, André sabia que para Deus não havia impossibilidades. Ao ter de atravessar a fronteira de algum país, com sua mala e seu fusca cheios de Bíblias, folhetos e material impresso, ele orava assim: Senhor, na minha bagagem há Escrituras que desejo levar para os teus filhos, que estão do outro lado desta fronteira. Quando estiveste na Terra, fizeste os olhos dos cegos ver. Agora eu peço: faze com que os olhos desses que vêem fiquem cegos. Não deixes os guardas verem as coisas que tu não queres que eles vejam. E Deus atendia sua oração. Irmão André, o contrabandista de Deus